Tecpar seleciona startups da saúde para programa de incubação

Empresas startups da área da saúde, interessadas em participar do processo seletivo para o programa da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec), têm até o dia 20 de julho para fazer a inscrição. Nesta edição, o edital de chamamento público da Intec busca atrair e apoiar projetos voltados ao desenvolvimento de soluções inovadoras em saúde.

O edital oferece quatro vagas para a incubação na modalidade residente no campus Curitiba e cinco para não residentes. Na modalidade residente a empresa é fisicamente instalada nas dependências do Tecpar em área exclusiva, utilizando sua infraestrutura e os apoios gerenciais e técnicos oferecidos pela Intec. No formato não residente, o empreendedor recebe acompanhamento de modo virtual, mas também conta com os apoios gerenciais e técnicos da Intec. Além disso, também pode utilizar os serviços do complexo laboratorial do Instituto.

O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, explica que o objetivo deste edital é ampliar o apoio a empreendedores paranaenses que possuem soluções inovadoras com potencial para atender às demandas de saúde pública e privada. “Uma das vocações do instituto é estimular o empreendedorismo tecnológico inovador no Paraná. Com esta iniciativa, o Tecpar oferece a oportunidade para empreendedores que precisam de suporte para alavancar sua ideia e transformá-la em um negócio rentável”, destaca.

ÁREAS PRIORITÁRIAS – A Intec vai selecionar propostas alinhadas aos seguintes temas prioritários da área da saúde: engenharia biomédica, modelos biológicos, imunobiologia e bioprodutos.

Na área de engenharia biomédica, podem ser apresentadas novas tecnologias para próteses, órteses, dispositivos implantáveis, equipamentos de suporte à vida, dispositivos e equipamentos de monitoramento e diagnóstico. A preferência é que estas aplicações utilizem o conceito de Internet das Coisas (Iot) e redes 5G. Também serão aceitas propostas para terapia, reabilitação e prevenção de enfermidades.

Já em modelos biológicos, a intenção do edital é avaliar métodos alternativos ao uso de animais de laboratório. Em imunobiologia, serão aceitas novas soluções em kits de diagnóstico, vacinas ou outros imunobiológicos demandados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No segmento de bioprodutos aplicados à saúde humana, podem ser apresentadas inovações em enzimas, vitaminas, ácidos orgânicos, toxinas, antimicrobianos, além de produtos para indústria de alimentos, de higiene pessoal e de cosméticos.

PRAZO – O processo seletivo se encerra no dia 20 de julho de 2022. Todas as informações sobre a participação estão disponíveis no edital de chamamento público 004/2022, disponível para acesso no site do Tecpar, no menu Licitações. Clique  AQUI para acessar.

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Dilemas da era digital: entenda os novos paradigmas do direito do consumidor com o avanço do e-commerce

A crise econômica causada pelo coronavírus gerou desemprego, busca por preços mais baixos, queda em vários setores e inflação. No entanto, o cenário causado pela Covid-19 se tornou terreno fértil para outros negócios, foi o caso do e-commerce, que se viu no centro das atenções do setor varejista.

Com o isolamento social, as vendas on-line ganharam ainda mais força e junto com essa força toda, surgiu novos paradigmas do direito do consumidor.

Segundo a advogada e escritora Rossana Fisciletti, autora da obra premiada “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor”, publicada pela Literare Books International, o amplo acesso à internet modificou as formas de ofertar produtos e serviços e materializou o crescimento do e-commerce. “O Direito Digital é um marco importantíssimo para a estruturação e continuidade dos institutos jurídicos, que a todo momento devem se amoldar, tendo em vista as transformações ocorridas na era da sociedade de rede”, esclarece.

O consumidor do futuro, especificamente o brasileiro, vem modificando os hábitos de consumo. “A legislação protetiva do consumidor é adequada e se aplica aos mais diversos cenários de consumo, mas algumas alterações podem se tornar necessárias para contemplar questões específicas da era digital”, diz Rossana.

O livro “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor” traz uma reflexão sobre as novas diretrizes do Direito do Consumidor no Brasil, observando as transformações propostas pela geração Y, como a personalização de produtos, lojas autônomas, sistemas de manufatura avançada e fábricas inteligentes.

SOBRE A AUTORA

Rossana Fisciletti – Possui Pós-doutorado em New Technologies and Law pela Mediterranea International Centre for Human Rights Research (Dipartimento DiGiES – Università “Mediterranea” di Reggio Calabria) e em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Rio de Janeiro/Brasil. É Doutora em Direito (UVA), Mestre em Direito Econômico (UGF) e Especialista em gestão da educação a distância (UFF). Professora da graduação e pós-graduação dos Cursos de Direito e Sistemas de Informação na Universidade Estácio de Sá. É Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Global Law Comparative: Governnance, Innovation and Sustentability (GGINNS), onde coordena o Observatório de Direito Digital. Advogada. Palestrante. A pesquisa produzida nesta obra contou com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001.

Ficha técnica

A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor

Autora: Rossana Fisciletti

Editora: Literare Books International

Formato: 14 x 21 cm – 1ª edição –192 páginas – 2021 – Preço de capa sugerido: R$ 44,90

Categoria: Não ficção

ISBN do físico: 9786559221523

ISBN digital: 9786559221530

Loja Literare: https://bit.ly/loja-aquartarevolucao

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Semana do motorista: no Paraná, tecnologia facilita encontro de vagas

Dirigir é muito prazeroso. Seja no campo, na cidade, na estrada, quem realmente aprecia a rotina, sente alegria até em momentos mais complexos. Mas, há situações que nem mesmo os motoristas mais habilidosos, pacientes ou apaixonados aceitam pacificamente.

É o caso, por exemplo, da procura por vagas nos estacionamentos públicos. Em algumas cidades, as opções para fugir à cansativa rotina de “caçar” um lugar ao sol podem ser as garagens privativas. No entanto, nem sempre há vagas nestes espaços ou nem sempre eles são acessíveis.

Encontrar uma vaga vai além: o estacionamento de uma cidade é importante para os negócios do comércio em geral. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC/Brasil), ele é, inclusive, decisivo para o setor: pesquisa do órgão aponta que 52% da população já deixou de fazer compra por não ter onde estacionar.

A tecnologia pode ajudar a tornar mais democrático o uso do trânsito e das vagas para veículos; também, colaborar com a rotina dos motoristas, especialmente aqueles que têm no trânsito sua rotina de trabalho.

No Paraná, uma dessas soluções digitais é o Estar Digital, Tecnologia que já tem mais de seis anos, administrada pela empresa Cidatec e desenhada para atender e resolver as dores do setor. “Embora o trânsito seja de todos, o uso do modelo organiza e torna mais democrático o acesso aos espaços, facilitando a vida dos motoristas”, afirma Adriano Krzyuy, representante da empresa.

A dinâmica é simples e acessível a alguns cliques do próprio celular: basta baixar o app no telefone, fazer o cadastro da placa e CPF e gerenciar os créditos por uso/tempo do espaço. O Estar Digital é do Paraná e já está valendo em seis cidades do estado.

A instalação do Estar Digital em uma cidade abarca algumas funcionalidades específicas, como Viaturas com OCR (Reconhecimento Ótico de Caracteres); Fiscalização via Smartphone para Agentes; Georreferenciamento das Áreas de Estacionamento; Pontos de Venda (PDV); Totem de Autoatendimento; Smart Parkings; Painel de Indicadores de Desempenho; Integração com Segurança Pública, Bancária e Detran; e Gestão Operacional e Financeira. “Além disso, todo os dados de fiscalização estão integrados com a Política Militar do Paraná”, completa Adriano.

Mobilidade urbana

A organização do trânsito vai ao encontro da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A Lei n° 12.587/12, que trata sobre o assunto, é fruto de uma das maiores preocupações da atualidade: o número cada vez maior de veículos automotores de uso individual e os problemas relacionados à mobilidade urbana. Entre outros pontos, o documento incentiva a criação de ciclovias e estacionamentos para bicicletas, bem como a regulamentação do trânsito. A regra vale para cidades com população superior aos 20 mil moradores.