Venda de ingressos para show do KISS em Curitiba começa semana que vem

Os curitibanos fãs do KISS já podem se programar, porque a venda de ingressos está prestes a começar. A partir da próxima semana, o público já começa a contagem regressiva para a vinda da maior banda de rock de todos os tempos a Curitiba. A pré-venda, para os fãs cadastrados nos fãs-clubes Kiss Army e Kiss Cruise, começa na quarta-feira (20) e para o público em geral um dia depois, na quinta-feira (21). Em Curitiba, a banda vai se apresentar na Pedreira Paulo Leminski, no dia 14 de maio de 2020.

Se você está pensando em ir ao show, se programe bem porque os ingressos vão ser divididos em alguns lotes. O primeiro a ser vendido está com preço promocional e tem três diferentes modalidades. Mezanino: meia-entrada: R$ 290, ingresso solidário: R$290. Pista: meia-entrada: R$ 180, ingresso solidário, R$180. Pista premium: meia-entrada: R$ 440, ingresso solidário, R$440.

O ingresso solidário citado na reportagem garante 50% de desconto e é válido para todos os setores. A venda vai estar disponível para todo o público, para compras realizadas na bilheteria online e no ponto físico. Para validação do desconto, é necessário a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento. As vendas online vão ser feitas pelo site Uhuu.

A vinda do Kiss a Curitiba é especial: após 45 anos de carreira, o grupo vai deixar de lado a maquiagem, as botas plataformas e os palcos do mundo. Sim! A maior banda de rock de todos os tempos está na estrada com a End Of The Road Tour, que começou em Vancouver, no Canadá, já passou por vários países e é uma despedida.

No Brasil, o KISS vai fazer seis apresentações, começando por Porto Alegre no dia 12 de maio, depois em Curitiba no dia 14 de maio e seguindo para São Paulo no dia 16. Os três últimos shows no Brasil vão ser em Ribeirão Preto, no dia 17 de maio, em Uberlândia no dia 19 e fechando a passagem pelo país no dia 21 de maio em Brasília.

De volta ao Brasil

A primeira passagem da banda pelo Brasil foi em junho de 1983, durante a The Creatures of the Night Tour para shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O grupo voltou em agosto de 1994 para uma única apresentação na primeira edição do festival Monster of Rock, em São Paulo.

Em 1999, durante a Psycho Circus Tour, o KISS fez shows em São Paulo e Porto Alegre. Somente 10 anos mais tarde a banda voltaria ao país com a turnê comemorativa de 35 anos de carreira para apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2012, a banda fez shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre como parte da turnê do álbum Monster. E em 2015, além de se apresentar em mais uma edição do Monters of Rock, a banda passou por Florianópolis, Belo Horizonte e também levou milhares de fãs de rock a Pedreira Paulo Leminski, quando se apresentaram em Curitiba pela primeira vez.

Despedida mesmo!

Formada em Nova York, em 1973, por Paul Stanley e Gene Simons o KISS criou alguns dos maiores clássicos do rock, como Rock And Roll All NiteDetroit Rock CityI Love It LoudLove GunShout It Out Loud, entre outros. Ao longo da carreira, mais de quatro décadas, o KISS já ganhou 28 discos de ouro e vendeu mais de 60 milhões de álbuns somente nos Estados Unidos, número que ultrapassa os 200 milhões se for considerado mundialmente.

A formação atual conta com Paul Stanley – The Starchild – nos vocais, Gene Simons – The Demon –no baixo, Tommy Thayer – The Spaceman – nas guitarra e Eric Singer – Catman – na bateria. Com seus shows repletos de efeitos especiais e pirotecnia já lotaram, e ainda enchem, arenas de todo o mundo criando uma legião de fãs conhecida como Kiss Army.

Em 2000, a banda anunciou o que seria sua última turnê, mas o KISS acabou decidindo fazer um novo álbum ao vivo e, em setembro de 2018, confirmou que End Of The Road deve ser realmente o adeus. “Essa será nossa última turnê. Será o maior e mais explosivo show que já fizemos. Pessoas que nos amam, venham nos ver. Se você nunca nos viu, essa é a hora. Será o show”, disse Paul Stanley, o vocalista e guitarrista, em comunicado à imprensa.

Via: Tribuna do PR

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Senadores pedem a Bolsonaro que Ricardo Fonseca seja confirmado como reitor, mas UFPR terá nova consulta

Na primeira consulta realizada pela instituição, em 2 de setembro, duas chapas participaram. Ricardo Fonseca recebeu 83% dos votos, contra 17% de Horácio Tertuliano Filho

Os senadores Álvaro Dias, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães, todos do Podemos, fizeram um pedido a Jair Bolsonaro para que Ricardo Fonseca seja confirmado como reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no período que prossegue até 2024. Atual reitor da instituição, Fonseca recebeu 83% dos votos em consulta pública realizada pela instituição. Nesta quinta-feira (24), porém, foi confirmado que uma nova consulta será realizada na instituição, uma vez que o Ministério da Educação (MEC) passou a exigir a indicação de três nomes na chamada Lista Tríplice que será enviada ao presidente da república.

De acordo com Flávio Arns, todo o trabalho já realizado pelo próprio reitor mostra sua qualificação para a recondução ao cargo. “Estamos falando de um administrador que prioriza o bom diálogo com os variados setores do ambiente universitário, mantendo sempre uma postura isenta, proativa, tendo demonstrado elevado grau de eficiência no desempenho da missão que lhe foi atribuída e que, confiamos, será agora renovada. Nós, da bancada paranaense no Senado, entendemos que a escolha da comunidade acadêmica representa os rumos almejamos para o futuro da nossa UFPR”, disse.

Na primeira consulta realizada pela instituição, em 2 de setembro, duas chapas participaram. Ricardo Fonseca recebeu 83% dos votos, contra 17% de Horácio Tertuliano Filho.

Tradicionalmente na instituição, os candidatos derrotados nas urnas retiram o nome da Lista Tríplice, mas não foi o que ocorreu desta vez.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Bolsonaro nomeou o Carlos André Bulhões Mendes como novo reitor. Mendes ficou em terceiro lugar na consulta e mesmo assim foi o escolhido. No Paraná, Tertuliano teria um posicionamento mais alinhado com o de Bolsonaro.

Nova consulta

Com a definição desta quinta-feira (24), uma nova consulta à comunidade acadêmica será realizada. As chapas de Fonseca e Tertuliano já estão homologadas e aguarda-se a inscrição de novas chapas.

O colégio da UFPR se reúne novamente no dia 30 de setembro para, em votação uninominal e secreta, escolher qual das chapas vai compor a lista tríplice que é encaminhada ao MEC para a escolha do novo reitor da UFPR, que assume em dezembro de 2020. As possíveis novas candidaturas concorrem em regime de igualdade com as que estão já colocadas.

Informações Banda B.

Vacina contra Covid-19 desenvolvida pela UFPR apresenta resultados promissores

A vacina contra a Covid-19 que vem sendo desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) apresentou eficácia se administrada em duas doses. Esses são os resultados da primeira imunização feita em camundongos, realizada na fase pré-clínica.

O experimento foi dividido em três grupos. O primeiro recebeu imunização com partículas do polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB) recobertas com partes específicas da proteína Spike, que é a proteína que permite ao Sars-CoV-2 infectar nossas células. No segundo grupo, as partículas com a proteína viral foram somadas ao Adjuvante de Freund, uma solução de antígeno usado como um imunopotenciador. Os últimos indivíduos, pertencentes ao grupo controle, receberam apenas o polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB). Uma segunda dose das mesmas substâncias aplicadas em cada grupo experimental foi administrada 20 dias depois.

Os resultados dos testes feitos na coleta de soro realizada após a primeira imunização apontaram que uma dose não foi suficiente para produzir anticorpos em quantidade significativamente diferente em relação ao grupo controle. Já com a segunda imunização, obteve-se uma produção significativa de anticorpos comparada ao grupo controle. “De sete animais no grupo imunizado com antígeno ligado ao PHB, cinco apresentaram resposta pelo menos 20 vezes superior à do grupo controle. Na média, o grupo apresentou 54 vezes mais anticorpos contra o antígeno que o grupo controle”, indica Marcelo Müller dos Santos, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFPR e um dos responsáveis pelo estudo.

Com relação à adição do Adjuvante de Freund, não houve um efeito promotor na resposta imune contra as partículas de PHB carregadas com antígeno. O grupo de animais inoculados com partículas e adjuvante apresentaram 37 vezes mais anticorpos do que o grupo controle, mas ainda assim abaixo do grupo imunizado sem o adjuvante. O professor comenta que ainda é necessário entender por que o adjuvante não aumentou a resposta imune das partículas. “Entretanto, se confirmado que a imunização com partículas de PHB não necessita de adjuvantes, pode ser um fator de economia bastante importante na produção de uma futura vacina aplicando essa tecnologia”.

Foto: arquivo UFPR

Para Santos, os resultados desse primeiro ensaio pré-clínico foram um primeiro passo e mostraram que é possível que as partículas de PHB carregadas com antígenos sejam utilizadas como veículo para imunização contra infecções virais como a Covid-19. “Nos testes seguintes, analisaremos a reprodutibilidade desses resultados, o efeito do tamanho das partículas e da carga de antígeno”, explica.

A próxima etapa também verificará se a via de imunização intranasal será eficiente. Caso os resultados sejam positivos, os pesquisadores buscarão saber se os soros dos animais imunizados neutralizam a infecção do novo coronavírus em cultura de células, que é um passo fundamental para provar a eficácia do imunizante.

Na equipe de cientistas trabalhando na vacina também estão os professores de Bioquímica Emanuel Maltempi de Souza e Guilherme Lanzi Sassaki, o professor de Patologia Básica Breno Castello Branco Beirão, o biólogo do Centro de Ressonância Magnética Nuclear da UFPR Arquimedes Paixão de Santana Filho, os pós-doutorandos Maritza Araújo Todo Bom, Luis Paulos Silveira Alves e a mestranda Maria Luisa Terribile Budel.

Informações UFPR.