Piloto carioca de 16 anos sobe ao pódio do Campeonato Britânico

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O piloto carioca Roberto Faria, de 16 anos, subiu pela primeira vez ao pódio da Fórmula 3 Britânica neste domingo (8), ao completar a etapa de Silverstone em segundo lugar. Ele é o mais jovem a disputar na categoria. Faria, da equipe Fortec Motosport, competiu apenas quatro das sete etapas do campeonato inglês e encerrou o campeonato em 14º lugar na classificação geral. 

“É um misto de bons sentimentos ter conquistado um pódio aqui [em Silverstone]. Eu nunca estive aqui com carro de F3 e nunca tinha feito o traçado completo, que é o mesmo da F1”, disse entusiasmado o carioca, ao final da prova.

Roberto Faria, cruza linha de chega em segundo lugar, na F3, em Silverstone

Roberto Faria (de vermelho) é o mais jovem piloto a disputar o Campeonato Britânico de Fórmula 3 – Jakob Ebrey/Direitos reservados

O jovem piloto subiu ao pódio após a segunda de duas corridas que disputou hoje (8) em Silverstone.  Na primeira delas, o carioca largou na 14ª posição e chegou a fazer dez ultrapassagens, antes de cruzar a linha de chegada em quarto lugar.

Confiante, Roberto Faria foi para a segunda prova, desta vez largado na terceira fila. Logo nos primeiros minutos, o brasileiro pulou para segundo lugar e segurou a posição até o final. 

“Se eu encontrasse com o Roberto de meados de setembro eu diria para ele ter calma e que com um pouco mais de experiência a velocidades e os resultados viriam”, brincou o piloto, que completou neste domingo 53 dias na F3. 

Em setembro, o brasileiro migrou para a F3 no meio da temporada, após um ano e meio  Fórmula 4 Britânica. 

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WhatsApp libera função para mensagens desaparecerem automaticamente

O WhatsApp liberou nesta segunda-feira (6) uma função para que mensagens desapareçam de conversas de modo automático.

Mark Zuckerberg, presidente da Meta (dona de WhatsApp, Facebook e Instagram), disse em seu perfil que “nem todas as mensagens precisam durar para sempre”.

Usuários do aplicativo poderão definir que mensagens desapareçam de conversas, por padrão, após 24 horas, sete dias ou 90 dias.

A configuração vale para mensagens de novas conversas –conteúdos enviados ou recebidos antes dessa ativação, portanto, não serão afetados.

Em uma conversa individual, os dois usuários podem ativar ou desativas mensagens temporárias. Em grupos, qualquer pessoa pode fazê-lo. Os administradores, porém, podem permitir que apenas eles definam mensagens como temporárias no grupo.

Segundo a empresa, os conteúdos desaparecem conforme a definição mesmo que o usuário não abra o WhatsApp nesse período.

“Se uma mensagem temporária for encaminhada para uma conversa em que esse recurso está desativado, ela não desaparecerá dessa conversa. Se um usuário fizer backup antes de uma mensagem desaparecer, essa mensagem temporária será incluída no backup. Contudo, a mensagem temporária será apagada quando o usuário restaurar o backup”, explicou o WhatsApp em nota.

A recomendação é que esse recurso seja ativado apenas em conversas de confiança porque o interlocutor consegue tirar uma captura de tela ou fotografar qualquer mensagem antes que ela suma.

Nem todos os aparelhos já estão com o recurso disponível.

Para ativar essa função, tanto no iPhone como no Android, é preciso tocar na área de configurações, depois em conta, em privacidade e em duração padrão, selecionando o período desejado.

O Instagram também já permite mensagens temporárias, mas não por padrão.

Telegram e Signal, concorrentes do WhatsApp, já disponibilizam há tempos essa opção, uma camada extra de privacidade a quem não deseja armazenar mensagens. Entre os mensageiros, o Signal é o mais protetivo, pois não permite captura de tela.

Barroso pede manifestação do governo sobre passaporte da vacina

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Barroso concedeu nesta segunda-feira (6) prazo de 48 horas para que o governo federal se manifeste sobre uma ação judicial que pede a obrigatoriedade de quarentena e comprovação de vacinação contra a covid-19 para quem entra no país.

A ação, protocolada pela Rede Sustentabilidade, chegou ao Supremo no dia 26 de novembro e foi distribuída para o ministro, que é o relator do caso. A legenda pretende tornar obrigatória a adoção de recomendações feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Determino a oitiva das autoridades das quais emanou a Portaria nº 658/2021, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, tendo em vista a aproximação do recesso. Transcorrido o prazo, os autos devem retornar à conclusão, para apreciação das cautelares”, despachou Barroso.

De acordo com a Anvisa, a política brasileira para fronteiras deveria ser revista, com o estabelecimento da cobrança de prova de vacinação para turistas e outros viajantes que desejam entrar no país de avião ou por via terrestre, em combinação com protocolos de testagem.