Feiras da Prefeitura têm presentes feitos a mão para todos os estilos de mães

O presente do Dia das Mães, comemorado no próximo domingo (9), pode ser encontrado nas feiras de artesanato de Curitiba. Além da oportunidade de prestigiar a economia local, os produtos comercializados na Feira do Largo da Ordem (aos sábados e domingos) e nos pontos da Prefeitura espalhados pelos bairros oferecem uma grande variedade de opções para as mães de todos os estilos, com preços atrativos e qualidade.

São 19 feiras de artesanato administradas pelo Instituto Municipal de Turismo, com funcionamento de quarta a domingo. É só escolher o melhor dia e local (confira os pontos neste link).

“Nossas feiras estão preparadas para receber moradores e turistas com toda a segurança, seguindo os protocolos sanitários para o combate da pandemia”, destaca Tangrian Cunico Santos, coordenadora das Feiras de Artesanato da Prefeitura.

Tangrian lembra também que população poderá adquirir produtos pela internet no site da tradicional Feira do Largo da Ordem, que reúne 384 artesãos da capital.

“A Prefeitura buscou criar uma vitrine para que artesãos, designers e artistas plásticos pudessem comercializar on-line durante e depois da pandemia”, acrescenta ela.

Moderna e bem otimizada, a vitrine virtual da Feira do Largo é toda baseada em imagens dos produtos dos artesãos. Destaque para a área de busca por temas: alimentício; artes plásticas; arte em madeira; arte em plástico; arte em tecido; brinquedos; colecionador; decorativos; sabonetes, velas e difusores; utilitários e vestuário.

No momento da venda pelo site da Feira do Largo da Ordem, artesão e cliente negociam diretamente por WhatsApp.

Para todos os estilos

Para as mães que amam ambientes aconchegantes e perfumados existem diversas opções. Na banca de Fabiano Neras Gonçalves, na Feira do Largo da Ordem, são comercializados diversos kits, como de velas flutuantes perfumadas (de R$ 20 a R$ 35); de difusor de ambientes com varetas e sabonetes decorados (R$ 40), de mini-sabonetes com saboneteiras (entre R$ 10 e R$ 20) e de difusor de ambientes com varetas e sabonete líquido (R$ 80).

Sabonete de Rosas – Fabiano Neras Gonçalves Foto: Divulgação

“Já são mais de quatro mil kits encomendados para este ano, que vão deixar o dia de muitas mães mais perfumados”, comemora Gonçalves, que também comercializa pelo Instagram (@lilyefabs).

Para os filhos que têm mães apaixonadas por moda algumas opções são os gorros de lã (R$ 42), golas de lã (R$ 35 a R$ 49) e xales com bolso (R$ 120) criados por Gracie Bernadete Bollmann. Os produtos são vendidos na feira do Juvevê, aos sábados, e no Largo da Ordem (sábado ou domingo), e a artesã também oferece artigos para as mães que valorizam a decoração da casa, como porta-guardanapos com seis unidades (R$ 45), cobre jarro (R$ 26) e protetores de bolo (de R$ 30 a R$ 35).

“São mais de 17 anos de experiência e dedicação ao artesanato”, lembra Gracie, que também expõe seus produtos no Instagram (@graciososbordados).

De mãe para filho

Na banca da Feira do Largo da Ordem nos fins de semana ou pelo Instagram (@joao_arteiro_cwb), o artesão João Henrique Nicoleli também oferece produtos que agradam às mães, como jogos de cozinha e outros artigos para a casa em bordado, crochê, pintura e tricô.

“Eu aprendi o ofício de artesão com minha mãe, Esmeralda, ao longo de 33 anos. A cada novo produto que um cliente me pede eu ainda escuto a voz de minha mãe me dizendo: você é capaz e você pode. Se eu consigo, você consegue, pois é mais novo e aprende melhor”, afirma o artesão.

Entre as opções de presentes criadas por Nicoleli estão peças em fuxico como bate-mão (R$ 27), puxa-sacos (R$ 23) e trilhos de mesa ( a partir de R$ 30), bem como itens em bordado como pano de copa (R$ 28) e toalha de fogão (R$ 28).

Sabonete de Rosas – Fabiano Neras Gonçalves Foto: Divulgação

Além dessas dicas de presentes, existem centenas de outras opções oferecidas pelos mais de dois mil artesãos que participam das feirinhas de artesanato na cidade.

Protocolos de proteção contra a covid-19 nas feiras de artesanato

  • Distanciamento de 2m
  • Uso obrigatório de máscaras
  • Disponibilização pelos artesãos de álcool 70% ou sanitizantes de efeito similar para uso próprio e de clientes;
  • Organização de filas para evitar aglomerações
  • Presença de apenas um artesão por barraca (exceção para barracas de alimentação, que devem obedecer distanciamento de 1,5m)
  • Recomendação para que seja evitada a possibilidade de manipulação dos produtos a serem comercializados pelo público em geral (ou que seja utilizado álcool em gel antes e após o manuseio)
  • Colocação de cartazes de orientação e utilidade pública referentes à prevenção da covid-19, disponibilizados pelo Instituto Municipal de Turismo

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Feiras, mercados e sacolões voltam a funcionar aos domingos

Considerados serviços essenciais, Sacolões da Família, feiras livres e Mercados (Municipal e Cajuru) voltam a funcionar no próximo domingo (20). Nas semanas passadas, os pontos da Prefeitura de Curitiba estavam abertos apenas de segunda a sábado.

O decreto nº 990 de 2021, que prorrogou a bandeira laranja até o dia 23 de junho, permite agora que os locais, incluindo as nove feiras de domingo (Prado Velho, Praça 29 de Março, Bacacheri, Jardim Saturno, Fazendinha, Barreirinha, Campo Comprido, Cajuru e Vista Alegre), reabram para a população.

Os estabelecimentos precisam seguir rigorosamente os protocolos estabelecidos pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional. Todos os espaços devem dispor álcool em gel 70% e são obrigatórios o distanciamento social e o uso de máscara.

Se tiver vacina, Curitiba consegue imunizar público-alvo em 30 dias, diz prefeitura

Se recebesse a quantidade necessária de vacinas anticovid-19 para seu potencial de atendimento, em menos de 30 dias Curitiba terminaria de imunizar com a primeira dose toda a população acima de 18 anos (1.453.329 pessoas) – considerando um plano de vacinação de domingo a domingo. A cidade tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia.

No entanto, com a atual quantidade de vacinas recebidas desde 20 de janeiro, início da campanha de vacinação, Curitiba conseguiu imunizar com a primeira dose 650.472 pessoas – pouco mais de um terço do público-alvo (população até 18 anos). 

Outro fator que dificulta acelerar a imunização é a quantidade de grupos prioritários inseridos nos planos Nacional e Estadual de Vacinação Contra a Covid-19, e que precisam ser atendidos pelo município, responsável por colocar o plano em prática.

Foto: SMCS

Atualmente, Curitiba tem mais de dez grupos prioritários com cronograma de vacina aberto. As doses entregues pelo Governo do Estado vêm “carimbadas”, ou seja, com as quantidades já definidas para cada um desses grupos. 

“Se pudéssemos vacinar a população apenas por critério de idade, como fizeram países como Inglaterra e Israel, por exemplo, seria muito mais rápido, menos burocrático e atenderíamos a população indistintamente de categorias”, avalia Márcia Huçulak, secretária municipal de Saúde de Curitiba.

Estoque de doses em Curitiba

Nesta quinta-feira (17), Curitiba abriu as salas de vacinação contra a covid-19 com um estoque de 41.758 doses para a primeira aplicação, já descontado as perdas eventuais que ocorrem no processo de aplicação, que hoje é de cerca de 1,9%, índice bem abaixo dos 5% previstos pelo Plano Nacional de Imunização.

O público estimado até o fim da semana é de 43.012 pessoas dos seguintes grupos agendados ou com doses já definidas para atendimento:

Forças de segurança – 4.200 doses 
Educação Superior – 14.132 doses 
Educação básica – 2.500 doses 
Trabalhadores da limpeza – 3.200 doses 
Gestantes, puérperas e comorbidades – 5.000 doses (média de 1.800/dia) 
Trabalhadores de saúde – 12.900 doses (agendados pelo aplicativo Saúde Já) 
Pessoas privadas de liberdade – 1.080

Além desses grupos, Curitiba segue atendendo a população com 53 anos completos e mais que ainda não tomaram a primeira dose