Escola municipal da RMC amanhece vandalizada e polícia procura por suspeitos

Uma escola municipal de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, foi depredada por vândalos durante a madrugada desta segunda-feira (3). A Escola Municipal John Kennedy fica localizada na Vila Guaraci e imagens de câmeras de segurança podem ajudar a Polícia Civil a identificar os suspeitos.

Segundo a Prefeitura de Colombo, os profissionais da educação fariam um serviço de entrega de materiais a familiares dos alunos, quando encontraram a instituição completamente vandalizada.

“Além da tentativa de incêndio no local, foram destruídos os espaços da direção, Secretaria, coordenação, sala dos professores, salas de aulas e o pátio. Livros foram espalhados pelo chão e houve a destruição de eletrônicos, dentre eles, computadores e televisores. Também fizeram arrombamentos nas portas, pixação de espelhos e em fotos de profissionais da instituição. Todos os extintores foram esvaziados durante a ação criminosa”, informa nota da administração municipal.

Foto: Divulgação Prefeitura de Colombo

O boletim de ocorrência foi elaborado pela equipe técnica da Secretaria Municipal da Educação.

Revolta

O vice-prefeito e secretário Municipal de Educação, Professor Alcione, relatou com tristeza as perdas por ação de vandalismo. “Estamos perplexos com essa situação. Já atravessamos um momento delicado pela perda de vidas para a Covid-19 e chegar aqui e ver tudo isso é muito triste. Tomaremos as medidas para solucionar essa situação e com as imagens das câmeras de segurança vamos tentar identificar quem cometeu esse crime. Contamos também com apoio da população para informações que levem até os culpados”.

Foto: Divulgação Prefeitura de Colombo

De acordo com a diretora Maria Tereza, ainda não é possível mensurar os prejuízos neste momento. “Estamos em choque, chegamos para trabalhar e nos deparamos com uma cena de horror. Além da invasão destruíram os livros e materiais dos nossos alunos”, disse.

Informações Banda B

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Em Brasília, Comec cobra conclusão do Contorno Norte de Curitiba

O presidente da Comec, Gilson Santos, se reuniu nesta semana em Brasília com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, Rafael Vitale, para falar sobre a conclusão do Contorno Norte de Curitiba, no trecho ainda não existente, mas que deverá ligar a PR-418 (Rodovia da Uva) à Rodovia Régis Bittencourt, no município de Colombo.

A obra está prevista no contrato de concessão da rodovia Régis Bittencourt, sob responsabilidade da concessionária Arteris, mas ainda não teve início e nem mesmo definição de traçados e apresentação de projetos. O contrato foi assinado em 2008 e tem duração de 25 anos.

“Nós já ultrapassamos a metade do contrato e sequer temos a previsão de início desta obra. Vale lembrar que ela é paga com o valor arrecadado pelo pedágio, ou seja, a população já está pagando por isso. E sabemos que é uma obra complexa e que levará tempo até sua conclusão. Não podemos mais ficar esperando que algo aconteça. A importância desta obra para todo o contexto metropolitano é enorme”, destacou Santos.

Segundo a Arteris, a empresa trabalha na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental – EIA/RIMA da obra, que deverá ser entregue no primeiro semestre de 2022, após atrasos ocasionados pela pandemia.

Durante o encontro, Santos lembrou que existe uma grande expectativa pela execução deste trajeto e que o seu andamento é uma preocupação do Governo do Estado, municípios impactados e principalmente da sociedade.

“Além da questão da mobilidade urbana, que será amplamente beneficiada com esta obra, a sua não conclusão tem impactos na logística de produtos e no desenvolvimento da região, visto que as áreas ainda sem definição ficam congeladas pelo poder público e impossibilitadas de receber qualquer empreendimento”, afirmou.

Santos solicitou que houvesse ao menos um cronograma estabelecido com as etapas a serem cumpridas pela concessionária para que a sociedade pudesse compreender o que está sendo feito e tivesse informações mais assertivas.

Vitale se comprometeu a participar de uma reunião presencial com todos os interessados, no início do próximo ano, na região das futuras obras, para esclarecer o que está sendo feito e as próximas etapas do trabalho. Ele também renovou o comprometimento e interesse do governo federal com a conclusão do projeto.

Após incêndio criminoso, Prefeitura de Campo Magro cancela festividades de Natal

A Prefeitura de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), decidiu cancelar as festividades de Natal na cidade. A decisão foi tomada após o incêndio criminoso que atingiu o pátio da Secretaria de Obras na madrugada da última quinta-feira (2) e que provocou, segundo o Executivo, um prejuízo de R$ 7 milhões.

O comunicado da Prefeitura lamentou o ocorrido:

“É com muita tristeza que comunicamos que o evento de Natal foi cancelado, devido ao incêndio criminoso ocorrido na madrugada do dia 02/12 na Secretaria de Obras da Prefeitura”, publicou o Executivo nas redes sociais.

No incêndio, 13 veículos foram atingidos, além de outras máquinas da Prefeitura. A Polícia Civil segue investigando o caso. Um vigia chegou a ser rendido e foi utilizado um coquetel molotov para causar a combustão. A ação dos criminosos seria uma retaliação a uma operação policial que aconteceu no município. Os autores do incêndio também picharam a parede da prefeitura com a frase: “a Rona executa e o estado finge que não vê”.

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