Curitiba terá a primeira Fazenda Urbana do Brasil a partir de junho

Curitiba ganha, até a primeira quinzena de junho, a primeira Fazenda Urbana do Brasil. As obras finais no espaço de 4.435m² da Prefeitura, ao lado do Mercado Regional do Cajuru, estão em ritmo acelerado. Nesta terça-feira (28/4), o prefeito Rafael Greca visitou o local que irá reunir os mais modernos métodos de plantio de alimentos saudáveis, sem agrotóxico.

A Fazenda Urbana será administrada pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

“Consola o meu coração de prefeito ver o nascimento da Fazenda Urbana do Cajuru. De temperos a legumes e verduras, teremos canteiros para todas as estações do ano”, destacou Greca.

Ele estava acompanhado do secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Luiz Gusi, e do secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo Rodrigues.

Além das hortas comunitárias, inclusive com inéditas estruturas suspensas para que cadeirantes possam participar do plantio, o complexo está recebendo composteiras, estufas de mudas, caixas do projeto Jardins de Mel, com abelhas nativas sem ferrão, e espaços para a criação de pequenos animais. Boa parte das estruturas, muitas em conteineres, já está concluída. 

As equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas finalizam o restaurante-escola e o banco de alimentos, além do espaço para eventos e treinamento.

Ciclo do alimento

De acordo com Gusi, a Fazenda Urbana é um projeto que visa divulgar as práticas e técnicas da agricultura urbana e organização comunitária com base no ciclo do alimento. Com esse projeto, a Prefeitura pretende capacitar as pessoas para a produção do próprio alimento fora das áreas rurais, ou seja, em suas casas e em vazios urbanos. 

“Além dos alimentos convencionais, as hortas terão as plantas alimentícias não convencionais (Pancs) e os canteiros estão sendo feitos com materiais recicláveis, tais como garrafas pet, telhas, dormentes, blocos de concreto, forros PVC e pallets”, acrescenta o secretário. 

Deixar animais soltos em ruas e praças pode gerar multa de até R$ 2 mil em Curitiba

Projeto de lei que reforça punição à maus-tratos foi aprovado em 1º turno na Câmara Municipal.

Os vereadores de Curitiba aprovaram nesta quarta-feira (16), por unanimidade e em 1ª discussão, o projeto de lei que, entre outras coisas, estabelece multa de R$ 200 a R$ 2 mil para quem abandonar animais em ruas e espaços públicos. O projeto modifica  modifica lei já existente e amplia as práticas consideradas como crime de maus-tratos a animais.

A proposta da vereadora Katia Dittrich (Solidariedade) lista 24 ações ou omissões como maus-tratos, o dobro do que previa a lei de 2011. Entre os novos comportamentos que caracterizam o crime, o mais significativo é o de abandono.

“Deixar o animal solto em vias e logradouros públicos” como diz o texto do projeto, vai passar a doer no bolso, com multas de até R$ 2 mil no caso de flagrante ou denúncia comprovada. As medidas seguem a linha de projeto semelhante porém ainda mais rigoroso e que prevê responsabilização criminal, aprovado no Senado Federal na semana.

Outros dois pontos polêmicos do projeto são a proibição expressa de ‘passeios’ desacompanhados e abandono de animais idosos ou doentes. No primeiro caso está prevista responsabilização dos tutores com multa, pelo risco do animal sofrer ou causar acidentes, além de permitir uma possível cria indesejada” e no segundo uma característica de agravante ao crime de maus-tratos, pela vulnerabilidade dos bichos.

Para entrar em vigor, o projeto precisa ser aprovado em 2ª discussão para depois ser sancionado ou não pelo prefeito.  Caso seja sancionada, a lei então terá um prazo para regulamentação.

Informações Banda B.

Sérgio Moro recebe carteira da OAB e abre escritório em Curitiba

Antes de começar a advogar, no entanto, Moro deverá acabar de cumprir a quarentena de seis meses determinada pela Comissão de Ética da Presidência.

O ex-juiz federal que conduziu a Lava Jato e colecionou desafetos entre alguns criminalistas vai atender sua futura clientela em um endereço de Curitiba, base e origem da maior operação já desencadeada no País contra a corrupção.

Antes de começar a advogar, no entanto, Moro deverá acabar de cumprir a quarentena de seis meses determinada pela Comissão de Ética da Presidência. Levando em consideração a data em que anunciou sua renúncia e acusou o presidente de suposta tentativa de interferência na Polícia Federal, 24 de abril, a quarentena do ex-juiz terminará no fim de outubro.

Informações Banda B.