12 reações no ENEM

12 reações no ENEM

Comecei a prova e a primeira questão eu não sei…

Empaquei em uma questão e fico pensando pra ver se vem “uma luz”…

O ventilador da sala não para de fazer barulho…

Um amigo meu postou uma foto da prova no Instagram…

Alguns minutos antes da prova…

Venho preparado(a) com várias canetas para fazer a prova…

Cheguei em casa depois da prova…

A pessoa da frente começa a fazer barulho na hora da prova…

Eu não sei uma questão…

Tô comendo minha barrinha de cereal…

Entrou uma pessoa estranha na sala…

Tá acabando o tempo, marquei tudo C…

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  1. Você marca C porque se a resposta correta for B ou D você não errou tanto assim. Agora se marcar D e a resposta for A, nossa, errou feio, passou longe…

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Consórcio de veículos de imprensa passa a divulgar número de vacinados contra a Covid-19 no Brasil

Até agora, apenas o Distrito Federal e cinco estados divulgaram seus números

A partir desta quinta-feira (21), o consórcio de imprensa formado pelos veículos Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 divulga diariamente os números de pessoas que receberam a vacina contra a Covid-19 no Brasil.

O levantamento vai trazer o número total de vacinados, a porcentagem em relação à população total, a porcentagem em relação à população com mais de 18 anos (já que as vacinas foram testadas nesse público e serão oferecidas apenas para ele neste momento), a porcentagem em relação às doses disponíveis e também a porcentagem de pessoas vacinadas em relação ao grupo prioritário da primeira fase.

Até agora, apenas o Distrito Federal e cinco estados divulgaram seus números -São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Maranhão. Neles, 109.097 pessoas foram vacinadas contra a Covid-19.

O consórcio foi formado em junho de 2020 em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Os veículos decidiram, então, formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Em uma iniciativa inédita, equipes de todos os veículos dividem tarefas e compartilham as informações obtidas para que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

Informações Banda B.

TSE suspende punições para eleitores que não votaram em 2020

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa.

Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”.

O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”.

A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao recesso forense.

A resolução destaca que não se trata de uma anistia para quem não votou, pois tal providência somente poderia ser tomada pelo Congresso Nacional, frisa o texto da norma.

O prazo para justificar ausência no primeiro turno encerrou-se em 14 de janeiro. O limite para justificar a falta no segundo turno é 28 de janeiro. Ambas as datas marcam os 60 dias após as votações, que ocorreram em 15 e 29 de novembro.

Pela Constituição, o voto é obrigatório para todos os alfabetizados entre 18 e 70 anos. Em decorrência disso, o artigo 7º do Código Eleitoral prevê uma série de restrições para quem não justificar a ausência na votação ou pagar a multa. Enquanto não regularizar a situação, o eleitor não pode:

– inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;

– receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

– participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias;

– obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;

– obter passaporte ou carteira de identidade;

– renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;

– praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.