Polícia Civil indicia quatro pessoas por falsificação de testes de Covid-19 em jogo de futebol

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) indiciou quatro pessoas em inquérito policial que apura a suspeita de falsificação de testes da Covid-19 por parte de um clube de futebol da região Oeste do Estado. O inquérito teve início em 23 de abril, com a denúncia da Federação Paranaense de Futebol (FPF), após um jogo ocorrido no dia 22 de abril de deste ano, em Curitiba.  

Durante a investigação parte dos envolvidos e cerca de dez testemunhas foram ouvidas. Os indiciados responderão por falsificação de documento e uso de documento falso. O prazo inicial do inquérito foi de 30 dias, mas as investigações seguem até que todos os envolvidos sejam ouvidos.

Segundo o delegado chefe da Delegacia Móvel de Atendimento a Futebol e Eventos (Demafe), Luiz Carlos de Oliveira, a investigação demanda mais tempo para atingir todos os envolvidos, sendo necessário ouvir mais pessoas.

“Já temos quatro pessoas indiciadas e teremos ainda mais 10. Como esse inquérito demanda um certo tempo, tendo em vista que esses jogadores estão espalhados pelo Brasil, teremos que fazer algumas cartas precatórias para cada um dos envolvidos”, destacou.

A PCPR também solicitou a apreensão do passaporte de um dos suspeitos, que possui dupla nacionalidade. Ele foi intimado pelo escrivão de Cascavel para tomar ciência da decisão judicial. 

Além do presidente do clube e do filho dele, mais duas pessoas foram indiciadas, segundo o delegado. “Esses dois outros indiciados são pessoas que estavam relacionadas como se fossem da comissão técnica e não realizaram exames. Um é pai de um atleta e o outro é olheiro do clube. Eles foram ouvidos em declaração prioritária, primeiramente, e depois, através do despacho, foram indiciados”, disse.

Os exames apresentados no dia do jogo foram analisados pelo Instituto de Criminalística, que constatou que os documentos foram falsificados.

“Essa falsificação de documento foi assumida junto à Federação Paranaense de Futebol (FPF) por um dos envolvidos em uma carta de próprio punho. Além disso, o médico que foi contratado para o dia do jogo nos trouxe algumas informações muito esclarecedoras, caracterizando as fraudes do clube”, destacou o delegado.

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Gaeco e PM prendem 16 pessoas suspeitas de tráfico de drogas em esquema no Centro de Curitiba

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), e o 12º Batalhão de Polícia Militar do Paraná cumprem nesta terça-feira (19) 16 mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão em Curitiba e também em Piraquara e Pinhais, na Região Metropolitana. A ação faz parte da operação denominada Marco Zero, que investiga possíveis crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas no centro da capital.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 5ª Vara Criminal de Curitiba e são cumpridas em diversas residências, uma pousada e um estacionamento. O coordenador estadual do Gaeco do MPPR, Leonir Batisti, afirma que entre os alvos dos mandados de prisão, sete já têm sentença condenatória e quatro foram recentemente denunciados pelo MPPR.

“Desses 16, pelo menos 11 pessoas estão continuamente traficando e portanto são criminosos habituais infelizmente. Isso que levou à necessidade de uma ação mais organizada com a finalidade de fazer cessar, pelo menos momentaneamente, essa situação de tráfico no centro de Curitiba”, explicou Batisti.

Ainda segundo o coordenador estadual do Gaeco, acredita-se que alguns dos alvos da operação escondiam as drogas em casa, outros em carros dentro de estacionamentos ou em quartos de hotel.

“Essa estrutura ela se compunha de uma pessoa que era a atacadista, por assim dizer, e demais seis pessoas que gerenciavam e vendiam as drogas. Depois havia mais oito pessoas que vendiam drogas no varejo, como se diz, e tinha uma espécie de supervisor que supõem-se seja ligado à facção criminosa também”, concluiu Batisti.

Câmera flagra mulher sendo assediada durante corrida de rua em Maringá

Uma mulher foi assediada enquanto praticava corrida de rua em Maringá. O caso aconteceu na semana passada e veio a público esta semana.

A vítima praticava corrida de rua no Jardim Alvorada quando um motociclista se aproximou e passou a mão no corpo dela. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do crime de importunação sexual. 

A vítima conversou com a reportagem, mas preferiu não se identificar. O grupo de corrida que ela integra pratica o exercício três vezes por semana na região, no período de início da noite. No momento da importunação sexual, ela estava sozinha. 

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