WhatsApp vai liberar opção para impedir que usuário seja colocado em grupo sem ter autorizado

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Um dos recursos mais populares do WhatsApp — e também um dos mais controversos — recebeu um incremento no gerenciamento de privacidade. Até então não era possível impedir que administradores de grupos adicionassem livremente outros usuários aos grupos.

Para evitar ser incomodado com adições indesejadas, o aplicativo agora disponibiliza um filtro em que o usuário pode configurar quem poderá adicioná-lo aos grupos. São três opções:

  • Todos: Essa opção equivale ao modelo atual, que permite que qualquer administrador de grupo inclua novos membros no grupo sem que eles tenham solicitado o convite;
  • Meus contatos: Essa opção requer que o administrador esteja na lista de contatos de quem será adicionado ao grupo;
  • Meus contatos, exceto: Essa opção limita as opções aos contatos e ainda permite a criação de uma lista de pessoas impedidos de adicionar membros sem o consentimento do contato;
  1. Acesse as configurações do WhatsApp;
  2. Toque na opção “Conta”;
  3. Clique na opção “Privacidade”;
  4. Toque na opção “Grupos”;
  5. Selecione a opção de privacidade em grupos conforme a sua vontade;

Veja o passo a passo de como limitar quem pode te adicionar em grupos. — Foto: ReproduçãoVeja o passo a passo de como limitar quem pode te adicionar em grupos. — Foto: Reprodução

Veja o passo a passo de como limitar quem pode te adicionar em grupos. — Foto: Reprodução

Na lista de contatos impedidos, é preciso incluir um a um. Nesse caso, os contatos selecionados não são impedidos de enviar mensagens individuais, essa restrição só impede a adição em grupos.

Os leitores que não participam do programa de testadores, em breve, também receberão uma atualização contendo essa opção.

Via: Ronaldo Prass/ G1

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QUIZ: Qual é o seu nível de curitibano?

Qual é o seu nível de curitibano?

O Busão Curitiba quer descobrir qual é o seu nível de curitibano, por isso criou um super questionário para testar seus conhecimentos sobre a capital do Paraná. Bora começar, seu loke?

Qual é o verdadeiro nome do Oil Man?

1. Giovani Bruno
2. Clevinho Lima
3. Cadu Scheffer
4. Nelson Rebello

"Curitiba" significa:

1. Terra das Araucárias Nebulosas
2. Terra de muito pinhão
3. Pinheral do Sul
4. Pinheiros da Luz dos Pinhais

O que é isso?

1. Salsicha
2. Vina

Quem são essas pessoas?

1. Vereadores mais votados de Curitiba
2. Ganhadores do The Voice
3. O grupo Mocidade Curitibana do Abranches
4. O grupo Tesão Piá

Como se chama a bebida derivada da junção de pinga barata e refrigerante?

1. Vinho Campo Largo
2. Fontana
3. Tubão
4. Hoccus Poccus

Em que bairro fica esta rua?

1. Boqueirão
2. Umbará
3. Centro
4. São Francisco

Complete o hino da cidade: "(...) Glória de heróis fundadores..."

1. "Curitiba, linda jóia Feita de luz e de flores"
2. "Jardim luz, cheio de rosa Capital do Paraná"
3. "Cidade maravilhosa cheia de encantos mil"

Em que dia, mês e ano Curitiba foi fundada?

1. 08 de setembro de 1694
2. 11 de janeiro de 1876
3. 07 de setembro de 1822
4. 29 de março de 1693

O que é isso?

1. Bolacha
2. Biscoito

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Pagamentos pelo Whatsapp deverá ser autorizado no Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a instituição deverá autorizar o funcionamento do recurso de pagamentos e transferências pelo Whatsapp.

“Projetos como estes devem passar por um processo de aprovação. Quando o Whatsapp propôs o arranjo, entendemos que era um arranjo grande. Dissemos que como era grande e tinha várias dimensões, pedimos que entrassem no rito de aprovação como ocorre normalmente. E será aprovado”, afirmou o presidente do BC, em entrevista à rede de TV estadunidense Bloomberg.

Segundo ele, a análise do banco envolve a identificação de eventuais problemas que a operação possa trazer em sua implantação no país, tanto no aspecto concorrencial quanto nos direitos dos usuários.

“As duas dimensões que estamos focando é promover competição e proteger os dados dos cidadãos. Queremos competição, queremos que todas as big techs [nome em inglês dado às grandes empresas de tecnologia] entrem no Brasil. Você pode ter um sistema que comece competitivo, mas no fim acabe não tendo esta característica”, alertou na entrevista.

Em seu anúncio, realizado em junho, a empresa declarou que o novo recurso permitiria transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay.

No dia 23 de junho, o Banco Central suspendeu o início do projeto argumentando que teria de estimar os riscos. De acordo com o órgão, sem uma avaliação, o serviço poderia trazer prejuízos ao mercado brasileiro.

Em nota à Agência Brasil, o Whatsapp afirmou que está em diálogo com o BC. Quando o recurso for autorizado, os usuários que desejarem deverão ativar o Facebook Pay no smartphone, informando o cartão de crédito e débito e definindo uma senha (um PIN). Para enviar o dinheiro, será preciso clicar em um contato e acionar a ferramenta “anexar”. A transação será uma das alternativas de anexo.  

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O uso do meio de pagamento foi anunciado no dia 15 de junho. No primeiro momento, a novidade estaria disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações seriam processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento. Foi então que o Banco Central travou o lançamento da empreitada.

“Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp.

Na ocasião, a Agência Brasil ouviu especialistas e pesquisadores no tema que destacaram os impactos da entrada desse agente econômico no mercado e os cuidados a serem tomados por correntistas e usuários da plataforma.

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