Vai viajar? 4 dicas para manter suas plantas saudáveis no período de ausência

Com a chegada do final do ano, muitas pessoas têm se preparado para viajar, aproveitando os períodos de férias para visitar familiares em outras cidades, conhecer novos lugares ou descansar em locais mais isolados. E para aqueles que são adeptos da companhia das plantas e flores dentro das residências surge uma dúvida: o que fazer para as plantinhas da casa não morrerem durante o período ausente? Afinal, nem sempre é possível levá-las junto ou acionar algum amigo ou vizinho para cuidar. Pensando nisso, Creuza dos Santos, florista da Esalflores, maior rede de floriculturas do país, preparou uma lista com os cuidados básicos para manter flores e plantas saudáveis por mais tempo, mesmo sem manutenção diária.

Conheça suas plantas: O primeiro passo antes de sair de casa é analisar o perfil das plantinhas que você tem e comparar com o tempo que ficará ausente. “Toda planta precisa de água, mas cada tipo tem sua particularidade quanto a frequência das regas. Cactos e suculentas, por exemplo,  não exigem uma rotina diária de umidificação e podem ficar sem água por até 2 semanas sem perigo. O importante é saber o que funciona para as espécies que você tem em casa e procurar alternativas para manter as rotinas de regas que elas já recebem”, explica a profissional.

Procure alternativas para a rega: A terra das plantas precisa sempre estar levemente umedecida, e se sua viagem for longa há opções no mercado que ajudam com esta manutenção. “Existem os gotejadores, pequenos equipamentos que liberam água aos poucos, e dependendo do modelo pode manter a irrigação da planta por até 2 semanas. Há também vasos auto irrigáveis, que ligam a planta a uma fonte de água e permitem que ela puxe o líquido de acordo com sua necessidade”, indica Creuza dos Santos.

Não troque as plantas de lugar: É muito comum que as pessoas coloquem as plantas mais próximas a janelas ou alterem sua localização quando vão viajar, mas essa pode não ser uma boa ideia. “Cada ambiente oferece condições diferentes para as plantas e, consequentemente, necessidades diferentes. Uma pequena mudança de local pode oferecer mais vento, mais ou menos luz, mais ou menos umidade, e a resposta da planta vai ser alterada. O ideal é mantê-las exatamente onde já estão acostumadas a ficar, assim a chance de não adoecerem é bem maior”, afirma a especialista.

Use produtos especiais: Há também opções de fertilizantes que podem ajudar a manter a umidade das plantas. “Uma ótima alternativa é o gel para plantio, ele absorve e retém grandes quantidades de água e adubo, mantendo a terra abastecida por muito mais tempo e reduzindo em até 50% a necessidade de rega para as plantas”, completa a florista.  

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Amigos do HC e Serra Verde Express se unem no Expresso Classique

Nesta sexta-feira (16) a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da UFPR e a Serra Verde Express realizam uma edição especial do Expresso Classique, em comemoração aos 36 anos dos Amigos do HC. 

Nesta ocasião, o tradicional jantar a bordo do trem de luxo da operadora de turismo, será tomado pelo espírito solidário. Em meio a um cenário de nostalgia e requinte, que remete a década de 1930.

Com boa música, para recepcionar os convidados e alta gastronomia, com um cardápio exclusivo preparado pelo chef titular do Expresso Classique, Rafael Lafraia, do restaurante Curry Pasta, especializado em culinária indiana e italiana.

Os lugares no jantar podem ser reservados por meio do link a seguir Expresso Classique (amigosdohc.org.br). O valor é de R$399 por adulto. No momento da compra é preciso preencher alguns dados pessoais, que estão de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados, e também indicar qual dos pratos principais do cardápio será o escolhido, dentre os três disponíveis para a noite.

Parte da renda obtida com a venda de ingressos para o jantar será revertida para a construção do CEDIVIDA, o Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa, que já está em obras e vai funcionar ao lado da sede da Associação dos Amigos do HC.

Confira a seguir o menu preparado pelo chef para a noite:

Couvert: Cesta de pães australianos e mini ciabatta com manteiga de ervas e molho defumado.

Entrada: Gói de Cogumelos – Enrolado em folha de arroz com cogumelos e legumes grelhados ao curry. Servido com creme de iogurte com ervas e creme de balsâmico.

Prato principal (escolher um):

Opção com carne vermelha: Mignon em cubos. Brócolis ao alho, molho defumado e arroz pilaf aromático. Opção com peixe: Cação grelhado, molho de alho-poró e capim limão e arroz pilaf aromático. Opção vegetariana: Ravióli de pera, molho de queijo grana e crocante de caramelo com tomilho.

Menu Kids (para crianças de até 12 anos): Massa artesanal com molho branco, cubos de mignon e batata chips.

Sobremesa: Brownie meio amargo com especiarias brasileiras, calda de frutas vermelhas e ganache de chocolate.

Serviço:

Expresso Classique Amigos do HC

Local: Estação Rodoferroviária, Bloco 3

Endereço: Avenida Presidente Affonso Camargo, número 330 – Bairro Jardim Botânico

Data: 16.09

Horário: 19h30

Valor: R$399 por adulto

Restrições de Viagem aos EUA completa um ano; País segue impedindo entrada de Brasileiros

Um ano após suspender a entrada de brasileiros com vistos de turista nos EUA, governo americano não sinaliza reabertura para o Brasil. Brasileiros com imóveis no país, estudantes e categorias não admitidas para ingresso em território americano seguem fazendo quarentena obrigatória em outros países antes de tentar entrar no país norte-americano.

Os EUA estenderam a proibição da entrada de cidadãos do Brasil nos EUA até 21 de março. A prorrogação anunciada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras no país deverá seguir nos próximos meses devido ao surgimento da nova cepa do coronavírus e ao ritmo de vacinação no Brasil. Brasileiros que necessitam viajar aos EUA seguem tendo que fazer quarentena obrigatória de 14 dias em países como o México antes de ir aos Estados Unidos.

Para o pesquisador da imigração, Rodrigo Lins, que investiga os impactos da medida restritiva na comunidade brasileira residente nos EUA, a restrição deverá ser mantida nos próximos meses devido ao ritmo de vacinação no Brasil. Para ele, a medida atinge também a comunidade brasileira residente nos EUA, que mesmo tendo permissão para trânsito com o Brasil, acaba prejudicada com proibição a familiares.

“A expectativa para permissão de entrada de brasileiros aqui nos Estados Unidos é grande, inclusive na comunidade residente. Com a proibição de entrada de portadores do visto de turista, muitos familiares estão afastados. Também há impacto nos negócios, muitos brasileiros que tem imóveis de aluguéis em temporada, por exemplo, estão com maior dificuldade para vir ao país e acompanhar seus imóveis. Nos grupos de brasileiros já há, inclusive, recomendação de lugares no México para brasileiros que queiram entrar nos EUA após quarentena obrigatória”, explica.

Para o especialista, a quarentena obrigatória em outros países encarece a ida aos Estados Unidos e não é garantia de sucesso na hora de entrar no país. “É preciso considerar que mesmo realizando quarentena em outro país, na hora de entrar nos EUA, os agentes indagarão muitas questões ligadas à localização de origem no Brasil e se o viajante teve contato com alguma pessoa infectada pelo coronavírus. Não é garantido que o agente da fronteira aprove a entrada”

As restrições se aplicam a quem viaja a pé ou em veículos, balsas, trens ou portos de entrada costeiros, bem como imigrantes e não imigrantes que viajam para fins que as autoridades dos Estados Unidos não consideram essenciais. Cidadãos dos EUA e residentes legais permanentes (LPR) estão autorizados a retornar aos Estados Unidos durante este período.

“Muitos brasileiros que são residentes nos EUA e que podem transitar entre os países estão com receio de sair do país e enfrentar dificuldades para retornar. A sensação é de insegurança. Desde o início da proibição é cada vez menor o número de brasileiros, residentes nos EUA, que aposta em viajar ao Brasil. Os números são comprovados pelas empresas aéreas mais populares para vôos entre os países na comunidade brasileira nos EUA”, afirma Rodrigo Lins.

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