Startup de roupas usadas, Troc vai abrir 250 vagas de emprego na RMC

O prefeito de Quatro Barras, município da Região Metropolitana de Curitiba, Loreno Tolardo, e a fundadora da startup Troc, que hoje compõe o Grupo Arezzo, Luanna Toniolo, assinaram nesta terça-feira (19) o protocolo de intenções para a instalação de um brechó de roupas de luxo online na cidade, que deve gerar 250 empregos.

A fundadora da Troc, empresa que tem como pilares a sustentabilidade, inovação e incorporação do reuso na cultura de consumo, disse que a filosofia do negócio está alinhada com as características ambientais de Quatro Barras, já que tem como essência a geração de impacto positivo.

“A indústria da moda é a 2ª mais poluente em todo o mundo. Nos nossos 4 anos de existência, o impacto positivo da Troc resultou em quase 600 milhões de litros de água economizados, que seriam utilizados no sistema de produção de novos itens, além da doação de mais de 23 mil peças para instituições filantrópicas”, contou Luanna.

Fomentando a moda circular e apostando na inovação, na tecnologia e na reeducação do consumo da moda, a empresa também tem outro foco importante: a abertura de oportunidades para o 1º emprego.

“Acreditamos muito nos profissionais que atuam conosco e queremos que todos eles cresçam com a Troc. Por isso, investimos muito no processo de qualificação e no avanço destes profissionais que poderão evoluir para cargos de liderança. Queremos priorizar a mão de obra local e crescer juntos”, afirmou a fundadora.

Empregos

Segundo o prefeito, a assinatura do protocolo de intenções foi um marco para a gestão. “É o primeiro protocolo que firmamos e, com especial satisfação, por se tratar de uma empresa realmente engajada na geração de empregos, no conceito de sustentabilidade e com forte engajamento comunitário e social”, destacou Tolardo.

De acordo com ele, a abertura de vagas com mão de obra local, em especial, para o público feminino e destinadas ao 1º emprego, com médias salariais acima das praticadas no mercado, chegam em um importante momento de retomada econômica e atendem um grande anseio da população, que almeja por oportunidades. “Esta é a nossa bandeira, uma das principais metas da nossa gestão, gerar emprego e oportunidades para as pessoas”, concluiu o prefeito.

Incentivo

O processo de vinda da Troc foi intermediado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo, com apoio da Agência do Trabalhador, que realizou as rodadas iniciais de entrevistas e seleção de candidatos para atuar na empresa.

“Nos sentimos realmente muito acolhidos no município. Recebemos todo o suporte neste processo e ficamos otimistas com a relação que se desenvolveu com o poder público. Estamos muito felizes e acreditando muito neste projeto. Vocês já fazem parte da nossa história”, ressaltou Luanna.

O secretário da pasta, Fernando Cunha, também agradeceu à Câmara Municipal pela aprovação unânime da lei que prevê incentivos fiscais para a empresa, tendo em vista a contrapartida da geração de empregos na cidade, 100% viabilizados pela Agência do Trabalhador. “Quero agradecer a sensibilidade de todos os vereadores, que estiveram conosco neste processo, entendendo a importância da instalação da Troc especialmente para fomentar o 1º emprego”, destacou Fernando.

A assinatura do protocolo foi acompanhada pelo gerente financeiro da Troc, Francisco Gil; pelo gerente de operações, Leonardo Verdi; pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo, Fernando Cunha; pelo diretor geral da secretaria, Laertes Andreatta; e pelo assessor Valdomiro da Cruz Júnior.

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Em Brasília, Comec cobra conclusão do Contorno Norte de Curitiba

O presidente da Comec, Gilson Santos, se reuniu nesta semana em Brasília com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, Rafael Vitale, para falar sobre a conclusão do Contorno Norte de Curitiba, no trecho ainda não existente, mas que deverá ligar a PR-418 (Rodovia da Uva) à Rodovia Régis Bittencourt, no município de Colombo.

A obra está prevista no contrato de concessão da rodovia Régis Bittencourt, sob responsabilidade da concessionária Arteris, mas ainda não teve início e nem mesmo definição de traçados e apresentação de projetos. O contrato foi assinado em 2008 e tem duração de 25 anos.

“Nós já ultrapassamos a metade do contrato e sequer temos a previsão de início desta obra. Vale lembrar que ela é paga com o valor arrecadado pelo pedágio, ou seja, a população já está pagando por isso. E sabemos que é uma obra complexa e que levará tempo até sua conclusão. Não podemos mais ficar esperando que algo aconteça. A importância desta obra para todo o contexto metropolitano é enorme”, destacou Santos.

Segundo a Arteris, a empresa trabalha na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental – EIA/RIMA da obra, que deverá ser entregue no primeiro semestre de 2022, após atrasos ocasionados pela pandemia.

Durante o encontro, Santos lembrou que existe uma grande expectativa pela execução deste trajeto e que o seu andamento é uma preocupação do Governo do Estado, municípios impactados e principalmente da sociedade.

“Além da questão da mobilidade urbana, que será amplamente beneficiada com esta obra, a sua não conclusão tem impactos na logística de produtos e no desenvolvimento da região, visto que as áreas ainda sem definição ficam congeladas pelo poder público e impossibilitadas de receber qualquer empreendimento”, afirmou.

Santos solicitou que houvesse ao menos um cronograma estabelecido com as etapas a serem cumpridas pela concessionária para que a sociedade pudesse compreender o que está sendo feito e tivesse informações mais assertivas.

Vitale se comprometeu a participar de uma reunião presencial com todos os interessados, no início do próximo ano, na região das futuras obras, para esclarecer o que está sendo feito e as próximas etapas do trabalho. Ele também renovou o comprometimento e interesse do governo federal com a conclusão do projeto.

Ônibus percorre bairros e leva oportunidades de emprego em Curitiba

O ônibus itinerante da Agência do Trabalhador de Curitiba estará percorrendo nas próximas duas semanas os bairros da Capital para levar oportunidade de emprego. A ação faz parte do esforço de empregabilidade do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

De acordo com o secretário Ney Leprevost, a proposta é oferecer as vagas de empregos disponíveis na Agência do Trabalhador de Curitiba e na Região Metropolitana de uma maneira mais ágil. “Muitas pessoas têm dificuldade em ir até a Agência do Trabalhador, então estamos levando a oportunidade até as pessoas”, disse.

As agências de Curitiba e Região Metropolitana começaram a semana com a oferta de 2.099 vagas com carteira assinada. A maior parte é para operador de telemarketing, ativo e receptivo, com um total de 375. A indústria também está recrutando e oferece 200 vagas para auxiliar de linha de produção. O comércio também participa com 89 vagas para vendedores internos.

“O Paraná é o Estado que mais emprega pelo sistema Sine. Além disso, os números do Caged indicam que o Estado tem conseguido bons resultados na intermediação da mão de obra”, afirma Leprevost.

Terminais de embarque

A estratégia da Secretaria consiste em estacionar o ônibus próximo de terminais de embarque e desembarque de passageiros do sistema público de transporte. Nesta terça-feira (7), o ônibus itinerante esteve no terminal do Cabral; na quarta-feira (8) ficará no terminal do Pinheirinho; na quinta-feira (9), no terminal da CIC; na sexta-feira (10), no Sítio Cercado; na próxima segunda-feira (13), no Boqueirão; na terça-feira (14), no Centenário; na quarta-feira (15), em Santa Felicidade; na quinta-feira (16), no Campo Comprido; e na sexta-feira (17), no terminal do bairro Fazendinha.

Para o Thiago da Silva Moreira, que está em busca de uma oportunidade, encontrar o ônibus foi ótimo. “Fui muito bem atendido pela equipe e recomendo não perderem tempo”, pondera.

“Os ônibus vão receber pessoas que não têm cadastro nas Agências do Trabalhador para que possam ter acesso às vagas, e os que já estão cadastrados terão seus dados atualizados. O encaminhamento para as vagas vai depender do perfil do candidato e das vagas oferecidas pelas empresas”, explica a chefe do Departamento de Trabalho, Estímulo e Geração de Renda, Suelen Glinski.

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