Shopping Curitiba cria vagas de estacionamento para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O Shopping Curitiba criou duas vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seus familiares e acompanhantes. Localizadas no piso G1, próximas à entrada para o shopping, as vagas estão identificadas com o símbolo do TEA e já estão disponíveis para utilização. 

O objetivo é oferecer acessibilidade, conforto e promover a inclusão dentro do shopping. Segundo publicação da Revista Shopping Centers, atualmente, no Brasil, o número de pessoas autistas é calculado com base em estudos como o do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), que apontam a existência de um caso a cada 110 habitantes no mundo. Com isso, o indicativo é que há cerca de 2 milhões de pessoas com o espectro no país. 

Shopping Curitiba

Rua Brigadeiro Franco, 2.300, Centro

Curitiba (PR)

(41) 3026-1000 | www.shoppingcuritiba.com.br

@shoppingcuritiba| www.facebook.com/ShoppingCuritiba

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Ano novo, casa organizada: confira quatro dicas para organizar tudo em pouco tempo

Com a chegada do novo ano, é comum programar aquela faxina para se desfazer do que não é mais necessário e liberar espaço. Os papéis acumulados, decorações de Natal, roupas em excesso, objetos dispensáveis e utensílios antigos que acumulam, bagunçam e impedem o aproveitamento dos espaços são o principal foco da organização. Assim, é possível preservar uma casa mais prática, organizada e que promova conforto e aconchego. E, vale lembrar, um lar pequeno não é limitador para ajustar móveis, organizar objetos, dispor dos objetos de maneira funcional e sem comprometer a estética.

A Espaço A+, rede de self storages, separou algumas dicas para começar o ano com a casa organizada e os espaços mais otimizados:

Revise papéis e documentos  

Na hora de fazer a limpa na papelada, é preciso prestar atenção para não jogar fora notas fiscais de produtos que ainda estão na garantia e documentos pessoais originais, como certidões. Aqueles que possuem mais de cinco anos ou que não precisam mais ser guardados, podem ser descartados. Manuais e papéis em geral também podem ser eliminados, caso não sejam mais necessários. Para facilitar, o ideal é dividir os documentos em pastas etiquetadas e com indicação do conteúdo que guardam.

Outra dica funcional é guardar as caixas de arquivos em um box self storage, para mantê-los seguros. “Os boxes são como containers que permitem o armazenamento de caixas, objetos e arquivos que não são usados com frequência e acabam ocupando o espaço que poderia servir para guardar algo mais útil. É uma forma de liberar espaço tendo a certeza de que tudo está bem guardado em um local seguro”, explica a gerente de operações da Espaço A+ Self Storage, Rousy Mary Rojas. 

Arrumar o guarda-roupas

Mais uma sugestão para facilitar o dia a dia é deixar à mão as roupas utilizadas na estação corrente, como vestidos, bermudas, regatas e itens de praia. Já casacos e botas podem ser guardados em local separado, com antimofo.Para alguns materiais específicos, como o couro, é desejável tirá-los do guarda-roupa a cada 30 dias, deixando a peça na sombra e em ambiente fresco. Independentemente do item, se ele tem uso e serventia esporádica, é importante que seja armazenado limpo, lembrando que as peças brancas precisam de cuidados extras para evitar o amarelamento. A regra que pode ser aplicada é: se a peça não foi usada no último ano, é sinal que está sobrando e você pode passar adiante, doando ou revendendo.

Organizar os objetos

Prancha de surfe, barraca, bicicleta, ferramentas, quadros, móveis, entre outros, são alguns exemplos de itens que ocupam bastante espaço e que nem sempre são utilizados no dia a dia. Uma alternativa é armazená-los em um box, visto que a maioria dos apartamentos não possuem espaço suficiente para guardar objetos sobressalentes.“Assim, os ambientes do lar acabam sendo otimizados e um ‘quartinho da bagunça’ pode virar uma sala de estudos, um atelier ou estúdio”, sugere a gerente.

Outro utensílio frequente no fim do ano, e que ocupa muito espaço, é a árvore de Natal e os enfeites . Segundo Rousy, esse item é um dos mais comuns de ser encontrado nos boxes locados. “Com os apartamentos e as casas centrais diminuindo de tamanho, as pessoas têm buscado alternativas para guardar seus pertences com pouca utilização. Esse é o caso das decorações natalinas, que não precisam ocupar os espaços de casa o ano inteiro.”

Mantenha a organização

Essa é uma tarefa que deve ser rotineira para evitar o acúmulo de bagunça e facilitar a manutenção dos espaços. Colocar na agenda um horário semanal e tratá-lo como compromisso é uma proposta que funciona: não acumule tarefas. Assim, as pequenas organizações semanais tornam o processo mais rápido e ajudam a evitar a procrastinação. “Manter a casa organizada também facilita a limpeza diante da correria do dia a dia, já que a pessoa não perde tempo procurando o que precisa, uma vez que os materiais estarão guardados no lugar certo”, finaliza a gerente da Espaço A+.

Sobre a Espaço A+

A Espaço A+ Self Storage é uma rede de self storages, com unidades em pontos estratégicos de Curitiba (PR) e São José dos Pinhais (PR), que disponibiliza boxes para locação de pessoa física ou jurídica. Além da fachada moderna, os espaços possuem sala de reuniões e uma infraestrutura com corredores claros em tons de laranja e azul, sistema de controle de acesso e monitoramento 24 horas. Mais informações: www.espacoamaisself.com.br.

Cinco tendências do mercado automotivo para 2023

Dois anos de pandemia, disparada do dólar, aumento no preço dos combustíveis e falta de componentes para a fabricação mundial de veículos. O mercado automotivo vem sofrendo com queda de vendas e problemas na cadeia de produção desde o início de 2020. Por outro lado, as mudanças que aconteceram nesse segmento nos últimos dois anos foram maiores e mais rápidas que todas as registradas na década anterior. De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Luís Antônio Sebben, o mercado se transformou rapidamente devido, principalmente, à mudança brusca no comportamento do consumidor durante e pós-pandemia. “O cliente passou por uma transformação digital brusca que não teve volta, mesmo com o fim do lockdown“, aponta.

Ele explica que, em 2021 e 2022, as motos foram as grandes responsáveis por segurar o mercado em pé, com a queda no número de empregos formais e o aumento da procura por veículos de delivery (motocicletas). Isso aconteceu porque faltaram componentes para a produção dos zero-quilômetro. Mesmo com os juros de financiamento de seminovos em queda, tornando a compra mais atrativa para o consumidor, esse segmento ainda não conseguiu voltar a crescer. Para 2023, Sebben prevê um aumento tímido da indústria automobilística brasileira como um todo, algo em torno de 3% a 5%. “Dependemos muito do novo governo. Se a política econômica for bem conduzida, esperamos um número ainda melhor”, revela.

De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Positivo, Tulio Paim Horta, um aumento na procura por novos veículos também é esperado para os próximos meses. “Tivemos, já no final do ano, filas de espera por automóveis novos. Acredito que, no Brasil, carros econômicos e que possam de alguma forma agregar valor, como no caso dos carros para Uber ou com caçamba, irão liderar as vendas”.

Segundo pesquisa do Instituto dos Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE), organização técnico-profissional mundial dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade, o setor automotivo e de transporte será um dos três mais impactados pela tecnologia em 2023. “Ainda que seja difícil prever o comportamento do mercado no futuro, este ano tem potencial para uma melhoria mais rápida na produção, nas vendas e uma normalização mais rápida nos preços”, ressalta Sebben. 

As megatendências mundiais conhecidas como ACES (sigla em inglês que significa Autonomia, Conectividade, Eletrificação e Compartilhamento) terão um impacto periférico no setor – e não uma profunda transformação, como mostra um estudo do International Car Distribution Programe (ICDP), que realiza pesquisas sobre distribuição automotiva na Europa, China e Brasil. Segundo especialistas, cinco tendências devem acelerar a recuperação brasileira no segmento. São elas:

Retomada dos importados

Horta lembra que muitos dos carros usados hoje no país vêm de outros países da América do Sul e outros, de outras partes do planeta. Por sua vez, Sebben aposta na recuperação das vendas de veículos importados, que em 2022 tiveram grande queda, principalmente em função do aumento do câmbio e de um rescaldo da falta de componentes eletrônicos. 

Tecnologia e conectividade

Segundo especialistas da Dealersites, empresa que lidera a digitalização do mercado automotivo, a tecnologia redefinirá a experiência de dirigir, por meio de veículos mais seguros, customizados e inteligentes, criando verdadeiros computadores sobre rodas. “Podemos esperar ainda mais tecnologia, transparência de informações e conectividade para 2023, com carros elétricos, híbridos e por assinatura ganhando espaço”, afirma Cesar Cantarella, CEO da Dealersites.

Quando se fala em descarbonização, o Brasil ainda caminha a passos lentos, mas tem potencial para acelerar. “Um cenário possível é que, com estímulo vindo principalmente do setor privado, agências de fomento e pequenos incentivos do Estado, em 2035 é possível que 30% da frota no país já sejam de veículos elétricos”, avalia Horta. Ele projeta, ainda, outros dois cenários. Em um deles, políticas públicas mais claras e funcionais incentivam a pesquisa nas universidades públicas e privadas para, por consequência, aumentar a produção e desenvolver a infraestrutura local. Assim, até 40% da frota poderiam ser elétricos. Por fim, o terceiro cenário parte de um produto nacional estratégico: o etanol. “Em termos de volume, esse cenário teria também 30% da frota nacional composta por veículos elétricos. Para isso, precisaríamos de valores menores para o investimento em infraestrutura. Podemos aproveitar as grandes pesquisas que já estão em andamento com relação ao combustível e combiná-las com a intensificação de novos investimentos a fim de promover uma descarbonização representativa”, acrescenta.

Menos estoque e mais experiência para o consumidor

Se antes as concessionárias precisavam dispor de vários modelos de veículos, hoje, os vendedores vêem na internet uma forma de driblar a concorrência. Para o CEO da Dealersites, Cesar Cantarella, migrar a jornada do cliente para o digital vai trazer facilidades e incremento na experiência do comprador. “Com o catálogo on-line, o consumidor não precisa mais bater perna e pode comprar seu próximo carro de qualquer lugar. Mas a jornada totalmente digital deve amadurecer nos próximos anos antes de passar a ser a principal forma de se comprar um automóvel”, complementa.

A pandemia e o avanço dos serviços digitais mudaram a forma de vender carros. Com uma transformação que abre novos caminhos para a mobilidade urbana, as concessionárias vão precisar inovar o modelo de negócios. “O mercado está se adaptando, na busca por trazer mais opções de produtos e condições que se adequem a cada perfil de cliente. Por isso, a tendência é que as ofertas sejam mais assertivas e estejam acompanhadas do valor final pago na concessionária. Por outro lado, implementar as novidades pode ser uma tarefa muito complexa e, por isso, é importante contar com a ajuda de parceiros especialistas em cada assunto”, explica Cesar.

Para o gerente comercial da Cia. de Automóveis Slaviero, tradicional concessionária Ford em Curitiba, Rogério Lechinski, as revendas caminham para instalações menores, mais modernas e atualizadas e o papel do vendedor se tornou ainda mais importante. “Veremos muita venda direta e personalizada. A tendência é que o cliente vá menos à concessionária – e quando for, já vai decidido pelo que quer. Por isso, vai se destacar o vendedor que tiver mais habilidades e agilidade no meio digital, oferecendo maior comodidade ao cliente”, aponta. Ainda segundo Lechinski, as concessionárias terão papel decisivo no momento da experiência do test drive e da entrega das chaves.

Processos burocráticos mais rápidos

Com o avanço da tecnologia, os processos burocráticos em cartórios, como registros de veículos, estão cada vez mais rápidos. “A tecnologia venceu a burocracia; o próximo ano será determinante para as mudanças no processo de digitalização. Dessa forma, as pessoas podem economizar tempo e dinheiro”, afirma o diretor comercial da Tecnobank, Cristiano Dantas. 

Locação por hora: custo unificado pelo tempo de uso, processo digital e liberdade 

De acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), o Brasil tem a sexta maior frota de veículos do mundo, ficando atrás dos EUA, China, Japão, Rússia e Alemanha. A busca por soluções de mobilidade urbana passa pela locomoção intermodal, que utiliza vários meios de transporte, mas também pela conscientização a respeito de como os veículos particulares influenciam o cenário urbano e a qualidade de vida das pessoas como um todo. Nesse sentido, uma iniciativa inovadora que já está presente em diversas capitais brasileiras é a locação por hora. O V1, braço da Vix Logística, um dos maiores players do setor no país, é um serviço inédito de aluguel de veículos 100% digital por diversos períodos, inclusive meia-diária (12h) – algo raro dentre as locadoras tradicionais. Nestes casos, o processo de locação é muito simples: após o download do app e cadastro inteiramente on-line, o cliente já pode selecionar a modalidade de aluguel e o período de contratação. Após o cadastramento de um cartão de crédito válido, o aluguel é efetuado. Em seguida, basta encontrar o veículo no ponto de coleta selecionado, escanear o QRCode localizado no parabrisa e abrir a porta do carro via bluetooth direto do celular. “As estações são abertas 24h e o interessado loca o automóvel em três minutos. Os principais motivos para as locações mais curtas, como a meia-diária, é a utilização de um veículo para mobilidade eventual, como uma reunião, uma viagem ou trabalho. Percebemos que os consumidores não querem ficar à mercê dos serviços de motoristas particulares ou arcar com os custos fixos de possuir um automóvel. No modelo de locação por hora, a pessoa paga apenas pelo tempo de uso e realiza todo o processo digitalmente pelo aplicativo. É uma alternativa à mobilidade”, explica o gerente de marketing do V1, Vinicius Carneiro

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