Saúde no inverno: temperaturas baixas podem comprometer o sistema imunológico

O inverno chegou e, com ele, aumenta a circulação de vírus e bactérias que podem afetar diretamente a saúde, resultando em inúmeras ocorrências de doenças que atingem o sistema respiratório como sinusites, amigdalites, gripes e resfriados. A boa notícia é que é possível fortalecer o sistema imunológico e evitar ou reduzir a gravidade desses problemas que podem surgir durante as temperaturas mais baixas.

“É justamente nesta época do ano que o sistema imunológico é mais afetado. Com as baixas temperaturas e o tempo seco, as pessoas tendem a ficar em locais mais fechados ou pouco ventilados, favorecendo a disseminação das bactérias e vírus, fortalecendo as tão indesejadas doenças típicas do inverno. Para conseguir passar por esse período sem problemas ou com sintomas leves é necessário investir em alimentação adequada, microbiota equilibrada, prática regular de exercícios físicos e sono de boa qualidade”, explica a nutricionista da Puravida, Alessandra Feltre.

A alimentação, aliás, é um ponto chave nesta questão: deve ser balanceada e rica, com a ingestão de frutas, legumes e verduras, além de carnes magras. Além disso, com o avanço da tecnologia, a forma mais prática, segura e eficiente de garantir esse aporte pode ser por meio da suplementação.

Para estar saudável e eficiente, o sistema imunológico precisa de nutrição de qualidade. Proteínas, vitaminas (A, complexo B, C, D3 e K2), minerais (ferro, zinco, selênio) e ômega 3 estão entre alguns dos nutrientes naturais que participam dessa atividade. É pensando nisso que a Puravida – empresa que nasceu com o propósito de facilitar a prática de um estilo de vida saudável, oferece alimentos naturais e suplementos concentrados para cultivar a saúde e o bem-estar.

A marca oferece a linha multivitamínica Alpha, que atende perfeitamente a nutrição de todos os gêneros e idades: Family, Men, Women, Kids e Mater. Suplementos como Ômega 3 DHA, Vitamina C lipossomal, D3 + K2,  Premium Própolis, Immune+,  Curcumagic e NAC Acetilcisteína são ricos em nutrientes que auxiliam na manutenção do sistema imunológico.

As proteínas e aminoácidos são vitais para a imunidade e podem ser suplementadas através das opções de Collagen Protein, Whey Protein Grassfed, Whey Isolado, One Nutrition e Vegan Protein, elaborados com sabores deliciosos.

Para otimização do repouso, tão necessário para a revitalização do sistema imunológico, a Puravida oferece a Melatonina, Blue Calm (suporte ao sistema neuromuscular e auxílio no metabolismo energético) e o Bio Magnésio.

Sobre a Puravida:

No mercado desde 2015, a Puravida possui o objetivo de levar conhecimento e saúde através da nutrição facilitando a prática de um estilo de vida saudável.

A empresa oferece um portfólio com mais de 200 produtos entre suplementos, superfoods e cosméticos. Entre os produtos consagrados da Puravida, estão o Collagen Protein, Ômega 3 DHA, Immune+, Blue Calm e o multivitamínico Alpha. Todos os itens são criados seguindo parâmetros de pureza máxima, oferecendo assim o maior potencial de cada ingrediente utilizado.

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Hospital busca parceria com startups para melhorar experiência de pacientes

Healthtech. O termo se tornou tendência para os negócios que buscam soluções inovadoras para a área da saúde. As empresas do setor estão apostando cada vez mais em tecnologia para oferecer produtos e serviços que melhorem a experiência dos pacientes e tornem a medicina mais acessível. Telemedicina, gerenciamento de prontuários eletrônicos, inteligência artificial para agilizar diagnósticos e análise de dados melhoram a experiência dos pacientes nas instituições de saúde. Esse é o objetivo do programa Inova HMC, lançado pelo Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), em parceria com a Hotmilk, ecossistema de inovação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). 

Focado na medicina de alta complexidade, inovação é um dos focos da instituição com desafios principalmente nas áreas de automação de processos, rastreabilidade e experiência do usuário. “Ações como essa contribuem para fomentar e fortalecer o ecossistema de inovação na área da saúde, além de proporcionar agilidade, integração e apoio às startups”, explica a médica e coordenadora do Centro de Estudos, Pesquisa e Inovação do hospital, Maíra Loesch. “O projeto une as frentes de educação e saúde do Grupo Marista em uma sinergia que tem sido essencial para o avanço das duas áreas, usando a inovação e a pesquisa para melhorias práticas na assistência”, explica.

“Estamos buscando startups de todo o país, que tenham soluções tecnológicas para apoiar o hospital na jornada e na experiência dos pacientes. Em contrapartida, as startups terão a oportunidade de fazer uma imersão em uma instituição de referência e poderão testar suas soluções”, esclarece a coordenadora de inovação aberta da Hotmilk, Poliane Brito.

As inscrições vão até o dia 19/8 e podem ser feitas no site: https://hotmilk.pucpr.br/inova-hmc/obrigado/.

Gravidez após os 40 é sempre de risco?

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020 mostram que houve um aumento no número de mulheres que deram à luz após os 40 anos de idade no Brasil. De acordo com a pesquisa, a alta de partos foi de 57% para gestantes entre os 40 e 44 anos, de 27,2% dos 45 aos 49 e de 55% para aquelas com mais de 50 anos.

Embora esse cenário esteja sendo cada vez mais comum no Brasil, especialistas da área da ginecologia e obstetrícia alertam que uma gestação tardia pode oferecer algumas atribulações para o desenvolvimento do embrião. Segundo o guia “Gestação de alto risco” desenvolvido pelo Ministério da Saúde, uma das causas que podem fazer com que uma mulher tenha uma gravidez de risco é a idade maior que os 35 anos. 

Por esse motivo, um acompanhamento médico especializado torna-se indispensável para direcionar a mãe aos cuidados necessários para minimizar as chances de problemas para o bebê.

O que torna a gravidez aos 40 anos de risco 

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, um dos motivos que fazem com que mulheres com mais de 40 anos estejam na classificação de risco é a diminuição dos óvulos, o que por sua vez pode aumentar a chance de abortos espontâneos ou problemas no nascimento. 

Além disso, a fundação também pontua que conforme a mulher vai envelhecendo, crescem as chances para condições como obesidade, pressão alta, tireoide e diabete, por exemplo, todas potenciais complicadoras de gestação. 

Quais são os riscos de uma gravidez tardia

As enfermidades que acometem as mulheres a partir dos 40 anos de idade podem causar impactos à saúde da mãe e ao desenvolvimento do bebê. 

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, há chances de ocorrer um parto prematuro, anomalias placentárias, Síndrome de Down, crescimento intra-uterino restrito, gestações múltiplas, aborto espontâneo e natimortalidade. 

Já em relação à saúde da mãe, é possível haver diabete gestacional, hipertensão e ainda complicações no trabalho de parto devido à falta de contrações e dilatações. 

Cuidados evitam complicações

As recomendações do Ministério da Saúde, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e da Fundação Oswaldo Cruz acerca das gestações após os 40 anos são as mesmas e trazem o alerta da importância do acompanhamento médico durante todo o processo. 

O planejamento da gravidez é essencial, pois, segundo as entidades, antes mesmo de iniciar as tentativas, deve-se buscar por orientações profissionais para verificar a existência de possíveis fatores de risco. A partir da análise, é possível ter uma noção da necessidade de medicamentos e da realização de testes durante toda a gestação. 

O pré-natal é indispensável para as mães aos 40 anos ou mais. Conforme salienta o guia elaborado pelo Ministério da Saúde, o acompanhamento regular ajuda a prevenir e diminuir os riscos para as gestantes e para os bebês. Durante o processo, a mulher recebe atualizações sobre o andamento da gestação e as atitudes que deve tomar para obter mais qualidade de vida para si própria e para o feto.  Segundo a Febrasgo, manter uma rotina saudável, livre de doenças sexualmente transmissíveis, sem oscilação de peso e uso abusivo de álcool é essencial para minimizar a presença de mais riscos durante a gestação.