Round 6: as origens da série coreana que pode se tornar a mais vista da história da Netflix

Menos de 15 dias depois de estrear na Netflix, a série coreana “Round 6” (lançada como Squid Game em alguns países) se tornou a número um do momento na maioria dos países onde o serviço funciona, disse o CEO da empresa, Ted Sarandos, em um evento sobre tecnologia nos EUA.

Segundo ele, os números atuais apontam para “uma grande probabilidade” da série se tornar a “maior de todas” na história da plataforma, superando a atual campeã, Bridgerton, que teve mais de 82 milhões de espectadores até agora.

Criada pelo coreano Hwang Dong-hyuk, a série mostra uma série de personagens desesperados e sem grana que competem por um prêmio em dinheiro. Apesar da competição ser com brincadeiras de criança (como “cabo-de-guerra” e uma mistura de “estátua” com “pega-pega”), a disputa é violenta e os participantes competem até a morte.

Dong-hyuk, que também escreveu o roteiro e dirigiu a série, é conhecido por navegar entre diversos gêneros cinematográficos – seus filmes mais famosos são um thriller violento (The Crucible), uma comédia familiar (Miss Granny) é um romance histórico (The Fortress).

“Eu falo abertamente que tirei grande inspiração de mangás e animes japoneses ao longo dos anos”, afirmou o diretor à revista Variety.

Entre as histórias que ele gostava de ler, estão os mangás Battle Royale (2000 – 2005) e Liar Game (2005-2015).

Battle Royale é uma história sobre estudantes obrigados a competir em jogos violentos por um regime totalitário. Já Liar Game foca em uma garota que é envolvida em um torneio onde os participantes precisam roubar dinheiro uns dos outros de qualquer forma possível.

“Eu comecei a imaginar como se sentiria se participasse dessas competições. Mas eu achava as disputas muito complexas, então para o meu próprio trabalho eu usei brincadeiras de criança”, disse Hwang Dong-hyuk.

Segundo o diretor, o fato das competições serem simples e fáceis de entender permite que o telespectador preste atenção nos personagens, em vez de se distraírem tentando interpretar as regras.

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