O diabo é visto em Colombo

Hoje o colaborador do blog Giovani Bruno enviou uma matéria do site Rede de Notícias PRem que eles relatam que um morador de Colombo, região metropolitana de Curitiba, diz que viu o diabo em uma rua da cidade.

Eles postaram o que o morador disse, confira:

Ele nos contou, que já passava das 23 horas quando ele ia pela rua Francisco Caetano Coradin, quando seu carro estranhamente começou a falhar, até que parou e não dava mais partida, o radio que estava ligado no pendrive, começou chiar e do nada ficou em silêncio, ligando novamente numa Rádio gospel que o Pastor falava “O Diabo é real, ele vem todos os dias testar nossa fé” neste momento o farol do carro começou a piscar e o radio desligou.
Ele mais que de pressa travou as portas do carros, contou que neste momento Rezava sem parar o Pai Nosso e Ave Maria mentalmente, e ai que as coisas começaram a ficar mais assustadora, ao longe ele ouvia cavalos relinchando e cachorros latindo, e um som que parecia vir de vários cavalos galopando pela rua de pedra, como se estivessem vindo em sua direção.
Quando na curva à sua frente, para um único cavalo e um homem montado nele, estava escuro, mas dava pra ver bem a silhueta do homem e seu cavalo, era como que se aquele homem o olhasse, por um momento ele viu os olhos do homem ascender como se fosse a lua.
Segundo ele este homem desceu do cavalo, bem vestido de terno e gravata, veio até a direção do seu carro, circulou o veiculo e sumiu de sua vista, quando ele olha para o lado se assustou, no banco do passageiro o homem de terno. ele teria tentando abrir a porta, mas ela não abria. O homem tirou um charuto do bolso ascendeu, deu uma tragada logo em seguida disse:
“Vou levar muitos ainda neste lugar, vão todos ser meu, começando por você” ele apontou para o terço pendurado do espelho do carro rindo disse “este ai, os abandonou a muito tempo”. O homem perguntou quem era ele e a resposta foi, Sou Lucifer deus deste mundo.
Foi ai que ele começou a rezar e reprender o demônio, que se irritou e sua feição ficou assustadora, ele achou que ia morrer, porem quando demônio foi toca-lo, á radio voltou a tocar, com o pastor que fazia uma oração expulsando o demônio da vida das pessoas, ele diz lembrar bem das palavras do Pastor “Eu te repreendo em nome de Jesus, todo demônio e espirito maligno vai sair de sua vida agora”, neste momento o Diabo sumiu, ele então conseguiu dar partida no carro e sair dali.
Ele termina seu e-mail dizendo: “Colombo precisa de Jesus, nós todos precisamos, o fim está próximo e o que eu vi naquele lugar é um alerta para todos nós”.

Agora se é verdade ou não, vocês que me dizem. Mas que eu precisava registrar isso aqui no blog, eu precisava. Mais uma história de Colombo. Esta cidade que eu tenho um enorme carinho, tá?! <3

0 Comments

  1. Kkkkkkk daqui a pouco o indivíduo estará dando testemunho numa igreja evangélica!!!!
    Kkkkkkk
    Isso se ele já não for pastor!!!! 😂😂😂😂😂

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Conheça a história do sapateiro que saiu da Macedônia e há quase 70 anos é ‘xodó’ dos moradores do Portão

Jivo Nicoloski tem 90 anos. Xodó dos moradores do bairro Portão, em Curitiba, seu Jivo, como é conhecido, é popular pelo trabalho que desenvolve com a sapataria na Rua Curupaitis, numeral 2370. A Banda B foi conhecer a história do homem que saiu da Macedônia, terra dos Bálcãs no sudeste europeu, para viver no Brasil há 70 anos. Em um bate-papo espontâneo com a reportagem nessa segunda-feira (12), ele relembrou a trajetória de vida e se emocionou ao falar sobre o trabalho que, para muitos, é uma das profissões que corre “risco de extinção”.

Junto com a família, Jivo chegou ao país em 1952. Segundo o sapateiro, a ideia era buscar um lugar melhor para viver. Foi por meio de uma viagem religiosa que ele, finalmente, pôde sair da terra natal em busca de um novo destino.

“Eu vim com 20 anos para cá”, começou o entrevistado. “Era para a gente ir aos Estados Unidos porque era mais fácil, mas não deu certo e viemos ao Brasil. Na época, estava acompanhado do meu pai, irmão, tio, primo e um amigo”, pontua.

À Banda B, Jivo explicou que morou, antes de Curitiba, em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. O restante da família, porém, foi morar no Canadá – país vizinho do destino previsto inicialmente. Ele, porém, como já estava trabalhando por conta própria com os sapatos, decidiu permanecer no Brasil.

“A ideia era ficar pouco tempo, mas como eu já estava bem aqui, decidi ficar”, completou.

Sapataria

A sapataria, como já dito, é, para muitos, uma profissão rara na atualidade. No entanto, foi ela quem consolidou a vida de Jivo. Na década de 50, conforme relembra, ele chegou ao Brasil com apenas 1 dólar no bolso e sem saber o português.

Ainda, antes de virar sapateiro, Jivo trabalhou em construção e no teatro. Mas o personagem fincou as próprias raízes no Brasil e construiu a própria família ao longo anos. Ao todo, o sapateiro tem cinco filhos homens e uma mulher, descendentes que o auxiliam no dia a dia do trabalho.

“A primeira coisa que eu aprendi a fazer com os sapatos, foi pegar a forma…”, falava Jivo ao mostrar parte da rotina de trabalho (ver vídeo abaixo) ao repórter Antônio Nascimento, durante a entrevista. “Então, eu trabalhava em uma fábrica na rua Riachuelo. O nome dela era A Favorita. Tirava cerca de 300 ‘pau’ por mês por conta das formas e reinvestia novamente. Foi assim que comecei por aqui”, destaca.

Seu Jivo trabalha em uma sapataria própria localizada na Rua Curupaitis, no bairro Portão. Foto: Antônio Nascimento/Banda B

Após sair da fábrica, Jivo conta que trabalhou com um homem, também imigrante, da Itália, antes de abrir por conta própria, algo que faz até hoje.

“Eu tinha uma loja de sapatos. Teve um Natal em que vendi, de uma vez só, cerca de 250 pares de calçados. Hoje, graças a Deus, também estou cheio de serviço”, apontava ele ao redor da sapataria e ao responder sobre a quantidade de clientes que possui. “A gente é muito conhecido. Eles sempre gostam de saber a minha história”, continuou.

Brasil

Em relação a família, além dos filhos, Jivo diz que só tem uma irmã de 87 anos, morando em Toronto, no Canadá. Ao longo dos anos, ele já voltou para a Macedônia por diversas vezes, mas é ao Brasil que o coração de Jivo realmente pertence, como ele mesmo destacou ao final.

“Nós chegamos e começamos trabalhar. Eu ajudei a construir o prédio do Tribunal da Justiça, da Biblioteca Pública, a praça do Homem Nu e do Teatro Guaíra. Se fosse para relembrar tudo, teria que começar lá ao meio-dia”, brincando sobre a trajetória. “Hoje, sou muito grato ao Brasil, graças a Deus”, concluiu a Banda B.

Vídeo

Veja parte da rotina de seu Jivo filmada pelo repórter Antônio Nascimento.

Reprodução Banda B

Confira 10 curiosidades sobre Curitiba

1. Curitiba foi nomeada capital do Brasil por três dias, de 24 e 27 de março de 1969

2. O Palácio do Iguaçu inaugurado em 1953, serviu de inspiração para a construção de Brasília

Foto: Casa Militar

3. O Restaurante Família Madalosso é o maior da América Latina

4. A rua XV de Novembro foi o primeiro calçadão do Brasil

Foto: @alfradiqueluuud

5. Existem túneis subterrâneos espalhados por Curitiba

6. A avenida Luiz Xavier é a menor avenida do mundo

7. A Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a universidade mais antiga do Brasil. Foi fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná

Foto: Marcos Solivan/ UFPR

8. O Viaduto do Capanema foi o primeiro viaduto da cidade

9. A Estrada da Graciosa começava onde hoje é o Shopping Mueller. Vendo a cidade como ela é atualmente, é difícil imaginar que um dia já foi área rural com estradinhas de terra

10. O Terminal Guadalupe já foi a rodoviária de Curitiba até o ano de 1972. Atualmente o terminal atende a região metropolitana

Foto: Arquivo