Mais de 40 filmes de terror nacionais são exibidos em mostra online

Uma mostra de cinema promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) vai exibir 44 filmes de terror brasileiros contemporâneos a partir desta quarta-feira (28) pela internet. A mostra MacaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo apresentará ao público longas e curtas realizados por cineastas nacionais nos últimos cinco anos.

Devido à pandemia de covid-19, a mostra será feita de forma online, até o dia 23, e os filmes serão exibidos gratuitamente na plataforma Darkflix. Além dos filmes serão realizadas palestras, debates e cursos também virtuais.

Os longa-metragens ficarão disponíveis por 24 horas, com um limite de visualizações (saindo do ar assim que atingir esse limite). Já os curtas ficarão no ar por uma semana.

Entre os longas que serão exibidos na mostra estão Morto Não Fala, de Dennison Ramalho, O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, Sem Seu Sangue, de Alice Furtado (que estreou no Festival de Cannes), Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra, Terminal Praia Grande, de Mavi Simão, O Clube dos Canibais, de Guto Parente, Condado Macabro, de André de Campos Mello e Marcos DeBrito, e Mal Nosso, de Samuel Galli.

Os dois últimos longas de Rodrigo Aragão, O Cemitério das Almas Perdidas e A Mata Negra, também estão na programação da mostra, que ainda contará com debates com o diretor.

“Percebi que as pessoas não conhecem mesmo, quase sempre nunca ouviram falar que existia horror sendo feito no cinema brasileiro contemporâneo. Eles até estão disponíveis em plataformas digitais, em canais a cabo, mas você tem que procurar um a um, assinar esses serviços ou ter o canal disponível na sua TV a cabo. Com essa mostra, disponibilizando online, gratuitamente, a gente acredita que muita gente vai preencher essa lacuna de não poder conhecer o cinema de horror brasileiro”, disse Carlos Primati, que faz a curadoria da mostra junto com Breno Lira Gomes.

A mostra também homenageará José Mojica Marins, considerado o pai do cinema nacional de horror e criador do personagem Zé do Caixão, que faleceu no início deste ano. Serão exibidos os curtas Saci, dirigido por ele, e Lasanha Assassina, animação que tem a dublagem de Zé do Caixão.

Confira a programação:

Quarta-feira (28)

18h – O Hóspede (curta-metragem)

19h – Live com os diretores Ramon Porto Mota e Ian Abé da produtora homenageada Vermelho Profundo

20h – A Noite Amarela (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras)

29 de outubro, quinta-feira

16h – Cova Aberta (curta-metragem)

18h – O Nó do Diabo – Episódio 1

20h – Canto dos Ossos

Sexta-feira (30) 

18h – O Nó do Diabo – Episódio 2

19h – Live com Mariah Benaglia e Jhésus Tribuzi da produtora Vermelho Profundo

20h – Os Mortos (curta-metragem)

Sábado (31) 

15h – O Nó do Diabo – Episódio 3

16h – Curso com o curador Carlos Primati – Módulo 1

18h – O Desejo do Morto (curta-metragem)

19h – Debate: O Terror e o Cinema Brasileiro, com a cineasta Gabriela Amaral Almeida, o cineasta Rodrigo Aragão, a crítica de cinema Flávia Guerra. Mediação do curador Carlos Primati.

20h – A Mata Negra

Domingo (1°/11) 

16h – O Nó do Diabo – Episódio 4

18h – Mais Denso que o Sangue (curta-metragem)

20h – Não tão Longe (curta-metragem)

Segunda-feira (2/11) 

16h – O Nó do Diabo – Episódio 5

18h – Sem seu Sangue (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras)

19h – Live com o curador Carlos Primati e a diretora de Sem seu Sangue Alice Furtado

20h – As Núpcias de Drácula

Terça-feira (3/11) 

18h – A Noite Amarela (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras)

20h – Os Jovens Baumann (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras)

Quarta-feira (4/11) 

18h – Christabel

19h – Live com a pesquisadora Laura Loguercio Cánepa e a diretora homenageada Gabriela Amaral Almeida

20h – O Animal Cordial

Quinta-feira (5/11)

18h – Uma Primavera (curta-metragem)

20h – #ninfabebê

Sexta-feira (6/11) 

18h – Estátua! (curta-metragem)

19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e o ator de “Quando eu era vivo” Antonio Fagundes

20h – Quando eu era Vivo

Sábado (7/11) 

14h – O Segredo dos Diamantes

15h – A Mão que Afaga (curta-metragem)

16h – Curso com o curador Carlos Primati – Módulo 2

18h – O Caseiro

19h – Palestra com a cineasta Gabriela Amaral Almeida com o tema Escrevendo histórias de terror para o cinema

20h – A sombra do pai

Domingo (8/11) 

16h – O Animal Cordial

18h – O Clube dos Canibais

20h – Condado macabro

Segunda-feira (9/11) 

18h – Quando eu era vivo

19h – Live com o curador Carlos Primati e o diretor de Quando eu era vivo e montador dos curtas da homenageada, Marco Dutra

20h – Terminal Praia Grande

Terça-feira (10/11) 

18h – A sombra do pai

20h – Terra e luz

Quarta-feira (11/11)

18h – A capital dos mortos 2: Mundo morto

20h – Nocturnu (curta-metragem)

21h30 – Live com o crítico Marcelo Miranda e o cineasta homenageado Dennison Ramalho

Quinta-feira (12/11) 

16h – Canto dos ossos

18h – Amor só de mãe (curta-metragem)

20h – Quando o galo cantar pela terceira vez renegarás tua mãe

Sexta-feira (13/11) 

18h – O diabo mora aqui

19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e a atriz de Morto não fala Bianca Comparato

20h – Morto não fala

Sábado (14/11)

16h – Curso com o curador Carlos Primati – Módulo 3

18h – As núpcias de Drácula

19h – Debate: A atuação no cinema de terror, com a atriz Luciana Paes, a crítica de cinema Cecília Barroso. Mediação do curador Breno Lira Gomes.

20h – Christabel

Domingo (15/11)

16h – Ninjas (curta-metragem)

18h – Condado macabro

20h – Mal nosso

Segunda-feira (16/11)

16h – A casa de Cecília

18h – O caseiro

19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e a atriz e produtora de Através da sombra Virginia Cavendish

20h – Através da sombra

Terça-feira (17/11)

16h – Morto não fala

18h – Terra e luz

20h – A capital dos mortos 2: Mundo morto

Quarta-feira (18/11)

18h – O clube dos canibais

20h – O saci (curta-metragem)

Quinta-feira (19/11)

16h – A lasanha assassina (curta-metragem)

18h – #ninfabebê

20h – Mal nosso

Sexta-feira (20/11)

18h – O segredo de Davi (Acessível: Legenda descritiva)

20h – Tirarei as medidas do seu caixão (curta-metragem)

Sábado (21/11)

14h – O segredo dos diamantes

16h – Curso com o curador Carlos Primati – Módulo 4

18h – Os jovens Baumann

19h – Palestra com a pesquisadora e crítica de cinema Beatriz Saldanha com o tema Diretoras e o terror

20h – A casa de Cecília

Domingo (22/11)

16h – Através da sombra

18h – Coração das trevas (Coffin Joe’s Heart of Darkness – curta-metragem)

20h – Quando o galo cantar pela terceira vez renegarás tua mãe

Segunda-feira (23/11) 

18h – O cemitério das almas perdidas

19h – Live com o curador Carlos Primati e o diretor de O cemitério das almas perdidas e A mata negra, Rodrigo Aragão

20h – A mata negra

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Eduardo Matysiak, fotojornalista paranaense, ganha o “oscar da fotografia”

fotojornalista Eduardo Matysiak foi o vencedor da categoria especial ‘Lockdown’, do Brasília Photo Show, neste domingo (22). O paranaense levou a estatueta do maior festival de fotografia da América Latina com a imagem ‘fique em casa’.

Natural de Guarapuava, no centro-oeste do estado, e atualmente morando na capital, Matysiak acredita que sua fotografia ganhou o primeiro lugar porque é uma imagem de certa forma chocante e que faz as pessoas refletirem.

“Primeiro, não é uma fotografia montada, é um retrato da vida real, da vida de uma pessoa que não tem casa e vive na rua. O que já é absurdo em qualquer época, mas o fato da foto ter sido tirada durante a fase mais intensa de isolamento no Paraná, quando quase todas as pessoas estavam em casa isoladas e protegidas da covid-19, torna a situação ainda mais cruel. Acho que esse tipo de abordagem é importante porque faz as pessoas se questionarem sobre o mundo que elas querem e sobre o que fazer para mudar”, diz o fotojornalista.

Apelidado de o ”Oscar da Fotografia”, a 6 ª edição do evento ocorreu neste final de semana entre os dias 21 e 22 de novembro e contou com 46 mil fotos participantes, entre fotógrafos brasileiros e estrangeiros.

Matysiak ficou conhecido com sua cobertura fotográfica da Operação Lava Jato em Curitiba. Como poucos, ele registrou o dia a dia dos movimentos de direita e esquerda que permaneceram acampados em frente à sede da Polícia Federal.

Para ver todas as fotos do Eduardo que concorreram no festival ‘Brasília Photo Show’ e conhecer um pouco mais da história do fotojornalista clique aqui.

Via RICMAIS

Taxa de transmissão da covid no país é a maior desde maio.

A taxa de transmissão (rt) do novo coronavírus voltou a subir no país e já é a maior desde maio, de acordo com dados divulgados hoje pelo Centro de Controle de Epidemias do Imperial College, de Londres.

Nesta semana, a taxa passou a ser de 1,30, contra 1,10 no último balanço divulgado em 16 de novembro. Esse é o maior número desde a semana de 24 de maio, quando o índice atingiu 1,31.

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