Dos pés sujos de barro aos sapatos de solados vermelhos

A vida só pode ser compreendida quando se olha para trás e só pode ser vivida olhando-a para frente. “Dos pés sujos de barro aos sapatos de solados vermelhos” (Literare Books International), sugere ao leitor um mergulho na emocionante e inspiradora história de vida e superação de Naíle Mamede, que saiu aos nove anos de uma aldeia às bordas do estado do Pará, em plena Amazônia, que até hoje não existe no mapa. Foi para Belém com a promessa de ser babá e virou uma escrava infantil, que suas mãos ficavam feridas até sangrarem. Ela foi em busca dos seus sonhos de ser “a doutora do papai”, como era chamada.

A duras penas, formou-se em Direito e seu primeiro escritório foi em uma praça pública e de lá ganhou o mundo. Uma trajetória de vida real, que mostra o poder da força de vontade de uma mulher corajosa, determinada, visionária e sensível.

Uma generosa contribuição à sociedade ao dividir os relatos reais dos seus processos de escravidão infantil e violência doméstica até seu apogeu.

“A vida me ensinou a enxergar oportunidades na adversidade, afinal, a única opção que estava disponível era a própria adversidade”, afirma Naíle.

Um livro que vai te revoltar, te inspirar e te fazer refletir que a vida não se trata das oportunidades que nos dão, e sim como você encara os desafios e o lugar que você está hoje. É sobre força do pensamento, o que se faz com os recursos em mãos no momento, a bagagem e as experiências que a vida te “dá”.

O livro tem sua renda 100% revertida para as entidades filantrópicas: ONG Jardim das Borboletas, Fundação Rotária e Criança para o Bem, e é possível encontrá-lo nas principais livrarias físicas e plataformas digitais, além da loja virtual da editora.

SOBRE A AUTORA

Naíle Mamede – Advogada especialista em Direito Previdenciário, proprietária da Mamede Advocacia, com matriz em São Paulo e filiais. Congressista em Direitos Sociais na Universidade de Pisa (Itália), na Universidade de Coimbra (Portugal), na Corte Interamericana de Direitos Humanos em San José (Costa Rica), no Tribunal de Haia (Holanda), na Suprema Corte de Manhattan/NY, em Londres, na França e no Chile. Foi condecorada com as medalhas Amigo da Marinha e Amigo do Exército. É presidente da Comissão de Imagem Pública do Rotary Club São Paulo/Liberdade, gestão 2020/21, 2021/22, Adesguiana CEPE 51 pela ADESG/SP — Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Voluntária Cisne Branco (VCB) pela Marinha do Brasil e palestrante internacional.

Ficha técnica

Dos pés sujos de barro aos sapatos de solados vermelhos

Autora: Naíle Mamede

Editora: Literare Books International

Formato: 14 x 21 cm – 1ª edição – 168 páginas – 2022 – Preço de capa sugerido: R$ 39,90

Categoria: Não Ficção

ISBN do físico: 9786559222544

ISBN Digital: 9786559222551

Loja Literare Books: https://bit.ly/literare-sapatos-solados-vermelhos

Amazon: https://amzn.to/3vkHIPy

E-book: https://amzn.to/3vI3VHF

À venda nas principais livrarias físicas e plataformas digitais.

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Mulheres ganham mais representatividade na literatura, aponta pesquisa

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo encerrou sua 26ª edição com um recorde de público: 660 mil visitantes – número 10% superior ao da edição de 2018 e aumento de 40% no ticket-médio, que foi de R$ 226,94, segundo pesquisa realizada pela SMTur – Secretaria Municipal de Turismo, através do Observatório do Turismo, da São Paulo Turismo (SPturis).

Além dos números positivos e do bom resultado com o público, outro destaque foi a procura por obras escritas por mulheres. Na Rocco e na Record, por exemplo, elas dominaram os rankings dos mais vendidos. Na Rocco, as obras de Clarissa Pinkola Estés (Mulheres que correm com os lobos), Alice Oseman (Rádio silêncio), os títulos do personagem Harry Potter, de J.K. Rowling, e o livro A cantiga dos pássaros e das serpentes, de Suzanne Collins, lideraram as vendas. Já no Grupo Editorial Record, que teve um faturamento três vezes maior do que na edição de 2018, as escritoras também dominaram a cena: dos 100 títulos mais vendidos do estande, 92 são de mulheres.

Estes números mostram uma tendência clara: os leitores brasileiros estão mais interessados em diversidade e equidade de gênero, uma mudança grande desde que Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília, publicou um estudo sobre o tema, em 2015. Na época, a pesquisadora mostrou que, entre 1990 e 2004, de todos os livros nacionais publicados no país pelas grandes editoras, quase 73% eram assinados por homens.

Não há, ainda, pesquisa que aponte números recentes desse cenário, mas sim muitas iniciativas que indicam uma grande transformação. Uma delas foi o evento viral que começou em São Paulo – liderado pelas escritoras Giovana Madalosso, Nathália Timmerman e a jornalista Paula Carvalho – e se espalhou pelo Brasil inteiro: escritoras se reuniram em suas cidades para fotos históricas que retratam a força da literatura feita por mulheres no País. Os registros foram feitos em cerca de 36 cidades (incluindo Lisboa e Londres) com 1.600 mulheres até agora – as fotos continuam acontecendo).

Nathan Matos, da Editora Moinhos, conta que nos últimos cinco anos houve uma mudança mercadológica substancial e fala que as pequenas editoras vêm contribuindo bastante nessa mudança de cenário. Ele lembra que o primeiro livro a ser lançado pela Moinhos foi de uma escritora. “Lembro que durante um pequeno momento, ficou algo entre 40% mulheres e 60% homens. Mas, nos últimos três anos, isso mudou absurdamente. Acho que agora estamos com uma porcentagem de 80% de obras de autoras”, conclui.

Esse movimento mostra que está se abrindo mais portas e oportunidades para as mulheres, dando mais chances para que as escritoras possam mostrar seu trabalho e ganhar espaço nas prateleiras. Hoje, há diversas editoras especializadas em livros escritos por mulheres, como a Quintal e a Bazar do Tempo, e livrarias especializadas em livros de autoria feminina, como a Gato sem Rabo, em São Paulo. Há também, em Curitiba, a Amora Livros, clube de assinatura de livros escritos por autoras contemporâneas que entrega mensalmente livros para os seus assinantes em todo o território nacional. Isso sem falar nos clubes de leitura, coletivos, grupos de discussão e outras iniciativas que têm o objetivo de equilibrar melhor essa balança literária e trazer para a pauta uma reflexão importante: a equidade de gênero na arte.

“A nossa curadoria parte de uma escolha, como são todas as curadorias. Fizemos um recorte para levar ao público – homens e mulheres – livros de escritoras vivas – ou seja, mulheres que nos trazem uma visão do mundo atual sob a perspectiva feminina. Isso não quer dizer que sejam livros ‘para mulheres’ ou sobre temáticas exclusivamente ‘femininas’. Nossa missão é dar espaço a vozes que, historicamente, foram silenciadas, que ficaram fora dos cânones literários, ocupam menos espaço nas bibliotecas, livrarias, listas de livros do vestibular, universidades e nas nossas estantes de casa”, explica Fernanda Ávila, uma das sócias da Amora.

Vicente Frare, também sócio, faz questão de complementar: “a ideia nunca foi excluir os homens. Pelo contrário, queremos que os homens também leiam mais mulheres, pois entendemos que a literatura gera empatia, possibilita um olhar sob outros pontos de vista que pode ajudar a estabelecer relações mais saudáveis e equilibradas. Homens leem poucas mulheres e isso faz com que percam histórias maravilhosas, deixem de conhecer o que e como pensa mais da metade da população mundial”, finaliza.

15 livros que todo estudante precisa ler antes de entrar na universidade

Muito além dos livros exigidos nos vestibulares e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), algumas obras são fundamentais para adquirir conhecimento que vai ser muito útil durante a vida acadêmica. Por isso, professores do Colégio Positivo selecionaram livros indispensáveis para todas as áreas do conhecimento. São obras que todos deveriam ler antes de entrar na universidade.

  • “O Discurso do Método”, de René Descartes (1637)

De acordo com a professora de Filosofia e Sociologia do Colégio Positivo – Master, Mariana Rogeski Boá Marzola, essa é “uma obra do período moderno, na qual o autor, Descartes, apresenta o que seria um método seguro para a construção do conhecimento para a metodologia científica por meio da razão”. Para ela, esse é um livro imprescindível para compreender a forma como as pessoas pensam e constroem conhecimento.

“Essa é a obra que fundamenta a didática construída até os dias de hoje. Compreendendo o caminho que o conhecimento deve seguir, o estudante estará apto a iniciar pesquisas científicas com maior facilidade”, afirma. Outro benefício é a possibilidade de se questionar sobre conhecimentos do senso comum que foram passados de geração para geração. “Tomamos muitos conhecimentos como verdade em vez de questioná-los. Essa percepção pode formar uma visão crítica acerca dos conhecimentos que consumimos.”

  • “Como as democracias morrem”, de Daniel Ziblatt e Steven Levitsky (2018)

Para o professor de Geografia do Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, Eduardo Berkenbrock Lopes, o livro “Como as democracias morrem” tem como objetivo falar sobre o processo histórico e social de construção da democracia, “rompendo e criticando a visão utilitarista de mundo que embasou o surgimento e fortalecimento de governos autocráticos e que flertam com o autoritarismo”. Ele explica que um bom exemplo disso é a ascensão ao poder de políticos que, mesmo eleitos democraticamente, defendem discursos e praticam ações antidemocráticas que ferem os direitos fundamentais dos seres humanos.

De acordo com Berkenbrock, a obra é importante porque, por meio dela, os estudantes podem compreender que a sociedade contemporânea é o resultado de relações de poder. Dessa forma, diz o professor, os alunos poderão “valorizar direitos historicamente adquiridos e compreender a importância de garantir direito de fala e representatividade às minorias, buscando justiça social”.

  • “O Teatro dos vícios”, Emanuel de Araújo (1993)

“O Teatro dos vícios” é a escolha do professor de História do Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, André Marcos. Ele conta que a obra “faz um estudo das práticas políticas e sociais no período colonial que perduram até a atualidade”. Assim, são páginas fundamentais para compreender algumas características que, tradicionalmente, formam o Brasil de hoje. Entre elas, estão o famoso “jeitinho brasileiro” e as práticas comuns à política do país. “É claro que cada área de estudo tem seus próprios interesses, mas, de forma geral, é muito importante para os acadêmicos ter uma visão crítica dos processos políticos brasileiros”, defende.

  • “O Alienista”, de Machado de Assis (1882)

Um clássico que continua imprescindível. A professora de Redação do Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, Candice Almeida, indica “O Alienista”, do autor brasileiro Machado de Assis, entre as obras que merecem a atenção de todos os estudantes que estão se preparando para iniciar a universidade. “Além de ser um clássico de Machado – o que, por si só, já justifica a importância da leitura -, o livro  traz uma reflexão bem atual sobre a loucura. Um médico que descobre que, no fundo, o louco é ele”, detalha. A especialista destaca que o título contribui para que os jovens desenvolvam a percepção do outro.

Essa também é a indicação da professora de Oficina de Literatura e Redação do Colégio Passo Certo, Meridiana Aparecida Penga Gehlen. “Ler Machado é conhecer um pouco da rica literatura brasileira. ‘O Alienista’ aborda o comportamento, as atitudes, os interesses, as relações sociais e o egoísmo humano”, completa.

  • “Dom Casmurro”, de Machado de Assis (1899)

O professor de Literatura e Arte do Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, Rodrigo Wieler, selecionou outro clássico de Machado de Assis para a lista. Ele conta que “Dom Casmurro” é “um dos maiores mistérios das letras brasileiras, considerado por muitos – inclusive por mim – o maior livro de toda a nossa Literatura”. Mas, para além da grandeza histórica da obra, ele destaca que “Dom Casmurro” pode ajudar a ampliar a capacidade de argumentação e o capital intelectual dos estudantes.

“Ler esse título permite conhecer a maior obra do maior escritor da Literatura Brasileira, estar a par das discussões que se fazem sobre o livro, formar uma opinião sólida a respeito da polêmica, inteirar-se sobre a sociedade brasileira do século XIX e vivenciar experiências de caráter humano, como o ciúme”, completa.

  • “A Semente da Vitória”, de Nuno Cobra (2001)

Obra destinada a orientações sobre uma vida mais saudável, “A Semente da Vítória” é outro título escrito por um autor brasileiro. A indicação é da professora de Educação Física do Colégio Positivo – Jardim Ambiental, Giselle Bailo Uflacker. “O livro é a base para qualquer conquista saudável na vida. Trata-se de um tratado para quem busca uma vida com significado, qualidade, sabedoria, maturidade e (re)conexão com a espiritualidade”, conta.

  • “Os Sertões”, de Euclides da Cunha (1902)

Em um celebrado encontro entre História, Jornalismo e Literatura, “Os Sertões” é outra figurinha carimbada em muitas listas de vestibulares, mas deveria ser leitura obrigatória para todos, não apenas estudantes. Ele foi o escolhido pelo professor de História do Colégio Positivo – Master, Jakson Carlos Baniski.

“É um livro do escritor e jornalista brasileiro Euclides da Cunha e foi publicado pela primeira vez em 1902. Esse é considerado o primeiro livro-reportagem do Brasil e seu tema principal é a Guerra de Canudos, ocorrida no interior da Bahia, em 1897”, lembra. Para o professor, a obra traz uma melhor compreensão da História, Sociologia, Geografia, Filosofia e Literatura do Brasil. A obra também é indicada pelo professor de História do Colégio Passo Certo, Rafael Tavares.

  • “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre (1933)

“Casa Grande e Senzala” fala sobre a formação da sociedade brasileira e a famigerada “miscigenação” dos povos europeus, africanos e indígenas no país. É um clássico nacional. “O livro aborda, de certo modo, a importância do respeito, contribuindo na formação do caráter e ensinando a lidar com as diferenças”, comenta o professor de História do Colégio Positivo – Londrina, Fernando Cavalcante de Oliveira

  • “As Crônicas de Nárnia”, de C. S. Lewis (1950-1956)

“Essa é uma obra que percorre a fantasia. Em um mundo mágico, repleto de animais falantes e magia, a obra apresenta temas importantes para nossa construção social e pessoal”, diz o professor de Literatura do Colégio Vila Olímpia, de Florianópolis. Além da linguagem simples e do enredo, ele destaca que as crônicas são capazes de tirar o leitor de sua zona de conforto. Também ressalta que, na universidade, os estudantes mergulham em textos acadêmicos e artigos científicos, mas que a fantasia também tem um importante papel para a formação pessoal.

  • “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis (1881)

Mais uma obra imperdível de Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” é a dica da professora de Redação do Colégio Semeador, de Foz do Iguaçu, Denize Juliana Reis Cardoso. “Esse é o marco inicial do Realismo no Brasil e evidencia a genialidade de Machado de Assis ao retratar a história do defunto autor e todas as suas dúvidas e questões pessoais”, detalha.

O livro começa com o narrador falando sobre sua própria morte e como ela o afetou nos atos que observa depois de morto. Ali estão questões culturais e sociais importantes, discussões filosóficas e um aparato do contexto histórico da época em que foi escrito. “A partir da leitura desse livro, é possível construir um intelecto mais voltado ao debate, questionamento e aumento do senso crítico do leitor”, afirma Denize. A professora de Língua Portuguesa do Colégio Passo Certo, Karen Nakano, também recomenda a obra. “Esse livro resiste ao tempo e permanece vivo devido às questões sociais abordadas nele”, comenta.

  • “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (1938)

Um romance que permanece atual, quase cem anos depois de sua primeira edição. Essa é a dica da coordenadora do Colégio Passo Certo, Liziane Paiz Petri.  Ela explica que o livro faz uma reflexão acerca das condições diversas de vida de um povo que precisa mudar de cidade por uma questão de sobrevivência. “É um livro atemporal que revela parte da realidade do povo brasileiro, muitas vezes distante da história do aluno, mas fundamental para conhecimento do futuro profissional”, afirma.

  • “A menina que roubava livros”, de Markus Zusak (2005)

Um livro sobre a importância da leitura. Para a professora de Português do Colégio Passo Certo, Karina Ody, essa é a obra imperdível para qualquer estudante. O pano de fundo da história é a Segunda Guerra Mundial, quando uma jovem garota consegue sobreviver nos arredores de Munique por meio dos livros que rouba. Com a ajuda de seu pai adotivo, ela compartilha livros com os vizinhos, entre eles um homem judeu que vive escondido.

  • “Quarto de Despejo – diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus (1960)

“Todos deveriam ler Carolina em algum momento da vida. A autora nos ajuda a entender o Brasil – o racismo, a desigualdade social, a fome. Ninguém sai o mesmo depois de ler ‘Quarto de Despejo’”, afirma a professora de Literatura do Colégio Positivo – Joinville, Caroline Knüpfer. A obra, que é o diário real de uma mulher negra, favelada, mãe solo e catadora de materiais recicláveis, já vendeu milhões de cópias. Carolina foi, por muito tempo, a autora negra que mais vendeu livros na história mundial. “Precisamos de profissionais que tenham empatia, não importa em qual área. Muitos universitários vivem desde sempre presos em sua bolha social. Ler o livro da Carolina ajuda a compreender melhor o país e as pessoas que nele moram”, defende a professora.

  • “Aprendendo Inteligência”, de Pierluigi Piazzi (2014)

A indicação da professora de Ciência do Colégio Passo Certo, Daiane Cristine Peternela Chimello, é de um livro para ajudar os estudantes a organizar seus estudos. “Indicado para qualquer nível de escolaridade, esse livro demonstra como, com um pouco de esforço e dedicação, a tarefa de aprender com mais facilidade, apesar de aparentemente ousada, é possível”, destaca.

  • “Os Miseráveis”, de Victor Hugo (1862)

Escrito há 160 anos, “Os Miseráveis” é uma obra que ultrapassa a literatura. Já foi adaptada para o teatro, o cinema, a música e as artes plásticas. Mas sua importância histórica e social continua sendo incontestável. O livro é a dica da professora de Língua Portuguesa do Colégio Passo Certo, Kalen Franciele Piano. “‘Os Miseráveis’ traz uma mensagem social e emocional e é fundamental para aprendermos a nos portar perante a sociedade. O livro é uma lição sobre o quanto devemos ser honestos, íntegros e empáticos”, diz.