Demolição de passarela na Linha Verde mudará trânsito de trecho no Tarumã

A partir das 7h da próxima quinta-feira (3), feriado de Corpus Christi, será iniciada a demolição de uma passarela de concreto sobre a Linha Verde, no Tarumã, em frente à Praça Cova da Iria e ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Para que o serviço seja feito, será necessário implantar bloqueios parciais e desvios no trânsito da via. A previsão é que o trabalho seja concluído até às 18h. 

Em virtude do feriado, a tendência é que o tráfego esteja menos intenso no dia da obra. Ainda assim, a Superintendência de Trânsito de Curitiba (Setran) enviará agentes para a Linha Verde, reforçará a sinalização no local e orienta que os motoristas busquem rotas alternativas. 

Não haverá desvio do fluxo de veículos no eixo da rodovia, de acordo com a Setran. As rotas para desvio serão feitas nas próprias pistas lentas da Linha Verde. 

Demolição de passarela mudará trânsito na Linha Verde | Foto: Luiz Costa/SMCS

Nova passarela

Para que fosse possível remover a antiga estrutura, a Secretaria Municipal de Obras Públicas coordenou a construção de uma passarela metálica na mesma região, também ligando a Praça Cova da Iria e o Santuário de Nossa Senhora de Fátima com a Rua Maria Ficinska, cruzando a Linha Verde. Na próxima quinta-feira (3), a nova e ampla passarela já terá passagem liberada. 

A passarela metálica conta com cobertura e guarda-corpo alto, oferecendo mais conforto e segurança aos pedestres. A inclinação de suas rampas de acesso segue os padrões de acessibilidade e favorecem a travessia de pessoas com limitações físicas. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Órgão do Ministério Público decide demitir procurador da Lava Jato por outdoor em Curitiba

O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) decidiu nesta segunda-feira (18) aplicar pena de demissão ao procurador Diogo Castor de Mattos, membro da antiga força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, pela contratação de um outdoor em homenagem à operação.

Por 6 votos a 5, o plenário do conselho entendeu que o procurador cometeu ato de improbidade administrativa. Segundo o entendimento, a infração impõe a pena de demissão.

O corregedor nacional Rinaldo Reis Lima e o conselheiro Sílvio Amorim Júnior propuseram a conversão da pena em suspensão –o primeiro sugeriu 90 dias e o segundo, 16. Contudo, foram vencidos na discussão sobre a possibilidade de aplicação dessa pena.

Após a decisão, o procurador-geral da República, Augusto Aras, precisa designar um procurador para ajuizar ação de perda de cargo.

A decisão do CNMP ocorre em meio ao debate sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) que altera a composição do órgão.

A propaganda foi colocada na saída do aeroporto de Curitiba no início de 2019.

“Bem-vindo a República de Curitiba. Terra da Operação Lava Jato, a investigação que mudou o país. Aqui a Lei se cumpre”, afirmava o outdoor por ocasião dos cinco anos da investigação.

O procurador disse que teve a iniciativa “em financiar a contratação de uma mídia para elogiar e levantar o moral do grupo, que não viu nenhum problema nessa sua conduta, que pagou com recursos próprios algo em torno de R$ 4.000”.

Embora tenha reconhecido que assumiu os custos da propaganda com recursos próprios, Castor de Mattos alegou que não participou de detalhes da contratação.

O conselheiro Amorim Júnior afirmou que considerava atenuantes o fato de o procurador sofrer, à época dos fatos, de grave quadro depressivo, além de ter confessado o pagamento pelo outdoor.

A conselheira Fernanda Santos, relatora do caso, entendeu, porém, que a norma não permitiria a conversão da pena em casos em que o cometimento de improbidade administrativa foi reconhecido.

“Entendo que o ato foi grave pelos danos ao Ministério Público como um todo”, afirmou ela.

Com chuva, rodízio de água pode ser aliviado no final de novembro em Curitiba e RMC

A sequência de dias chuvosos no mês de outubro aliviou os efeitos da estiagem ao Sistema de Abastecimento de Água Integrado de Curitiba e Região Metropolitana. Em entrevista à Banda B nesta segunda-feira (18), o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Julio Gonchorosky, afirmou que no final de novembro uma flexibilização do rodízio de abastecimento poderá ser novamente discutida dependendo de como se mantiver o tempo.

Segundo Gonchorosky, o volume de chuvas em outubro está na média histórica e com isso o nível dos reservatórios subiu mais de 7%. Porém, em novembro e dezembro o prognóstico meteorológico é de poucas chuvas.

“Então o que vamos fazer é esperar um pouco a chegada da previsão para o mês de novembro e tendo uma perspectiva de chuvas pelo menos próximas da média histórica a tendência é da gente discutir uma flexibilização para o final do mês. Mas claro, tudo depende das chuvas de novembro, de qualquer maneira, o cenário é mais favorável”, explicou o diretor da Sanepar à Banda B.

Economia

Gonchorosky ainda elogiou a economia de água realizada pela população paranaense e disse que um conjunto de ações será responsável pela estabilidade no nível dos reservatórios.

“Nós desejamos aliviar o modelo de rodizio o mais rápido possível, porque todo esse processo é prejudicial para a Sanepar também. Quando a tendência de chuva é de manter a média ou ficar próximo da média histórica para o mês o cenário é extremamente favorável. A economia da população tem ajudado muito. Mês passado nos aproximamos novamente dos 20% de redução no consumo. Então esse conjunto de ações vão levar a uma estabilidade nos reservatórios e com isso será possível flexibilizar o rodízio”, afirmou ele.

Até o final da noite desta segunda-feira, o nível dos reservatórios estava em 57,50% e o rodízio no esquema de 36h com abastecimento e 36h sem água segue valendo.

Informações Banda B