Curitiba faz repescagem de vacina contra a covid-19 para nascidos de 1992 a 1999

Na segunda-feira (30/8), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) fará a repescagem para os nascidos entre os anos de 1992 e 1999 que ainda não receberam a imunização contra a covid-19. A vacinação com primeira dose anticovid também será para gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz até 45 dias atrás) com 18 anos ou mais.

O atendimento será feito em 19 pontos de vacinação abertos das 8h às 17h (lista abaixo).

Para a abertura da imunização de uma nova faixa etária com primeira dose, a Secretaria Municipal da Saúde aguarda o recebimento de novas doses.

Gestantes e puérperas

Para a vacinação das gestantes e puérperas, a Secretaria Municipal da Saúde segue as orientações da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, que indica para as mulheres desse grupo somente os imunizantes Coronavac ou Pfizer.

Além disso, a vacinação contra a covid-19 também está condicionada a uma avaliação individualizada, compartilhada entre a mulher e o seu médico.

Orientação para receber a vacina

Para receber a vacina, a SMS orienta fazer o cadastro antecipado na plataforma Saúde Já pelo site www.saudeja.curitiba.pr.gov.br ou pelo aplicativo do celular. O cadastro agiliza o processo da vacinação.

Também é preciso apresentar um documento de identificação com foto, CPF e um comprovante de residência com endereço de Curitiba (no caso de estar no nome do cônjuge, deve ser apresentada também certidão de casamento ou de união estável).

Com a vacinação de faixas etárias mais jovens, a Secretaria Municipal da Saúde também aceita comprovante de residência no nome do pai ou da mãe, anexado a um documento que comprove a filiação.

Já para os casos de locações não formalizadas por imobiliárias, deverá ser apresentado o comprovante do endereço da residência com uma declaração do proprietário do imóvel, com responsabilização legal pela locação e pela informação.

Segunda dose

Na segunda-feira (30/8) haverá também a antecipação da segunda dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer para pessoas com 55 anos ou mais que receberam a primeira aplicação em 14 de junho e para as de 54 anos ou mais vacinadas em 15 de junho.

O grupo foi convocado por mensagem pelo aplicativo Saúde Já, que deverá ser apresentada na hora da vacinação. Aqueles que não receberam a mensagem de convocação pelo Saúde Já não terão a segunda dose antecipada para a segunda-feira e deverão, portanto, seguir a data agendada anteriormente.

Também na segunda-feira (30/8) voltam para a segunda aplicação da vacina as pessoas que receberam a primeira dose do imunizante Coronavac em 2 de agosto e aquelas vacinadas com a primeira dose de AstraZeneca e de Pfizer e 5 de junho.

Para receber a segunda dose da vacina, basta procurar um dos pontos de vacinação da cidade, das 8h às 17h, levar um documento de identificação com foto e CPF. Serão 19 locais para vacinação.

Quem pode receber a 1ª dose na segunda-feira (30/8):

– Nascidos entre os anos de 1992 a 1999 que não tomaram a dose do imunizante no prazo indicado, gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz até 45 dias atrás) com 18 anos ou mais.

Quem pode receber a segunda dose na segunda-feira (30/8):

– Antecipação da segunda dose para pessoas com 55 anos ou mais vacinadas com a primeira dose (especificamente) em 14 de junho (a segunda dose estava prevista para 10 de setembro).

– Antecipação da segunda dose para pessoas com 54 anos ou mais vacinadas com a primeira dose (especificamente) em 15 de junho (a segunda dose estava prevista para 13 de setembro).

– Pessoas vacinadas com a primeira dose de Coronavac em 2 de agosto.

– Pessoas vacinadas com a primeira dose de AstraZeneca e de Pfizer em 5 de junho.

Locais de vacinação

Das 8h às 17h


1 – Pavilhão da Cura

Parque Barigui (entrada somente pela BR-277)

2 – US Ouvidor Pardinho

Rua 24 de Maio, 807 – Praça Ouvidor Pardinho

3 – Centro de Referência em Esporte e Atividade Física

Rua  Augusto de Mari, 2.150 – Guaíra

4 – US Salvador Allende

Rua Celeste Tortato Gabardo, 1.712 – Sítio Cercado

5 – US Parigot de Souza

Rua João Eloy de Souza, 111 – Sítio Cercado

6 – US Vila Diana

Rua René Descartes, 537 – Abranches

7 – Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira

Rua Guilherme Ihlenfeldt, 233 – Bacacheri

8 – US Jardim Paranaense

Rua Pedro Nabosne, 57 – Alto Boqueirão

9 – US Visitação

Rua Dr. Bley Zornig, 3136 – Boqueirão

10 – US Camargo

Rua Pedro Violani, 364 – Cajuru

11 – US Uberaba

Rua Cap. Leônidas Marques, 1392 – Uberaba

12 – Clube da Gente CIC

Rua Hilda Cadilhe de Oliveira, nº 700

13 – US Oswaldo Cruz

Rua Pedro Gusso, 3749 –  Cidade Industrial

14 – US Vila Feliz

Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo

15 – US Aurora

Rua Theofhilo Mansur, 500 – Novo Mundo

16 – US Pinheiros

Rua Joanna Emma Dalpozzo Zardo, 370 – Santa Felicidade

17  – US Orleans

Av. Ver. Toaldo Túlio, 4577 – Orleans

18 – Rua da Cidadania do Tatuquara

Rua Olivardo Konoroski Bueno, s/n

19 – Rua da Cidadania do Fazendinha

Rua Carlos Klemtz, 1.700

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Curitiba ultrapassa 1,5 milhão de pessoas vacinadas com ao menos uma dose

Curitiba ultrapassou a marca de 1,5 milhão de pessoas vacinadas. Até esta quinta-feira (21/10), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou um total de 1.502.454 curitibanos com a primeira dose ou a dose única (Janssen) da vacina anticovid.

Ao todo, Curitiba já aplicou 2.801.989 unidades do imunizante, sendo 1.464.245 primeiras doses e 1.232.938 segundas doses; 38.209 doses únicas e 66.597 doses de reforço.

Da população total de Curitiba (estimada em 1.948.626 pelo IBGE), 77,1% já receberam ao menos uma dose do imunizante e 65,2% estão totalmente imunizados contra a covid-19, com as duas doses ou a dose única.

Vacinados com 18 anos ou mais

Entre a população com 18 anos ou mais, 1.403.024 curitibanos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Um total de 1.271.029 pessoas acima dos 18 anos já completou o esquema vacinal até esta quinta-feira (21/10). Destas, 1.232.820 pessoas receberam a segunda dose da vacina e outras 38.209 pessoas receberam a vacina em dose única.

Reforço

Curitiba também está aplicando as doses de reforço para quem já completou o ciclo de imunização, nos seguintes grupos: idosos de 70 anos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. Até esta quinta-feira (21/10), 66.597 pessoas desses grupos receberam a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos

A SMS também vacinou 61.221 adolescentes entre 12 e 17 anos. Destes, 118 já receberam também a segunda dose, sendo do grupo de gestantes abaixo de 18 anos.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 3.041.813 doses de vacinas, sendo 1.551.232 para primeira dose, 1.381.340 para segunda dose, 38.975 doses de aplicação única e 70.266 doses de reforço. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, por exemplo, a quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

Confira detalhes da vacinação contra a covid-19 no Painel Covid-19 Curitiba.

Se não tratada, perda auditiva em crianças gera atraso no desenvolvimento

Cerca de 34 milhões de crianças em todo o mundo possuem deficiência auditiva em algum grau; diagnóstico precoce é essencial para o tratamento adequado

Ao contrário do que muitas vezes se imagina, a perda auditiva não escolhe idade. Além dos idosos e adultos de meia idade, crianças também podem apresentar o problema. Nesses casos, se não houver o tratamento correto, o desenvolvimento da fala, a interação e até mesmo o desempenho escolar podem ser afetados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 34 milhões de crianças em todo o mundo possuem deficiência auditiva em algum grau. No Brasil, segundo dados de 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 31 mil crianças de dois a nove anos de idade manifestam alguma dificuldade para ouvir.

“A perda auditiva pode ocorrer no nascimento ou logo em seguida”, afirma Márcia Bonetti, fonoaudióloga e responsável técnica da Audiba Aparelhos Auditivos. “Ela pode ser causada por fatores genéticos ou hereditários, quando há casos semelhantes na família, e por infecções no ouvido, como otites, ou algum tipo de doença gestacional, como rubéola, sarampo ou meningite”.

Em muitos casos, o quadro é irreversível. Caracterizada como uma perda auditiva neurossensorial (ou surdez sensorioneural), a alteração é localizada no ouvido interno, quando os sinais são impedidos de serem enviados ao cérebro devido a uma falha nos condutores nervosos. De modo geral, segundo Márcia, a condição reduz a eficiência da transmissão dos sons, resultando em uma deficiência para escutar.

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce da perda auditiva facilita o tratamento e corrobora para a estabilização da perda. O teste da orelhinha, por exemplo, deve ser feito ainda na maternidade, a fim de identificar pequenas alterações auditivas ou surdez em bebês para, caso necessário, encaminhar a criança para o tratamento mais adequado.

“O teste é indolor, com realização obrigatória logo após o nascimento, sendo ofertado também pelo Sistema Único de Saúde [SUS]. Com o diagnóstico, o tratamento é facilitado, seja ele feito por meio do implante coclear [popularmente chamado de ‘ouvido biônico’] ou pelo uso de aparelhos auditivos”, afirma a fonoaudióloga.

Márcia salienta que para casos em que há o acúmulo de secreção, como na otite, a perda é, geralmente, de fácil reversão. Para tanto, recomenda-se a drenagem do fluido por meio de

tubos de ventilação inseridos através da membrana timpânica.

Atenção aos sinais de alerta

Nem sempre é fácil identificar dificuldades ou problemas de saúde em crianças. Apesar disso, é importante que os pais estejam atentos a alguns sinais para garantir o diagnóstico e o tratamento precoce.

No caso da perda auditiva, ouvir a televisão com o volume muito alto, não responder prontamente quando chamado, apresentar dificuldades de aprendizado e para encontrar a origem dos sons e atraso na fala são alguns indícios de que algo pode estar errado com o pequeno.

“A gente precisa ouvir os sons para entender e poder expressar, então, se não escutamos, não vamos aprender a falar. Além disso, a deficiência auditiva pode ocasionar também em uma dificuldade de convívio, acarretando um isolamento social. Por isso, é importante estar atento caso a criança apresente algum desses sinais”, ressalta a fonoaudióloga.

Assim, a recomendação é procurar imediatamente um especialista caso algum dos sintomas seja identificado.