Curitiba abre vacina contra a gripe para todos os grupos prioritários

Curitiba ampliará a campanha da vacinação contra a gripe para todos os grupos prioritários. Além dos já contemplados – crianças, idosos, gestantes, puérperas, doentes crônicos e professores – a partir desta quarta-feira (9) podem se vacinar também caminhoneiros, motoristas de ônibus, cobradores, militares das forças armadas, trabalhadores do sistema prisional, entre outros (lista abaixo).

Todos esses grupos podem procurar uma das unidades básicas de saúde abertas para atendimento ao público (lista abaixo).

O único alerta da Secretaria Municipal de Saúde é quanto ao intervalo de 15 dias necessário entre a vacina contra a gripe e a vacina contra a covid-19.

“Como temos duas campanhas de vacinação em andamento, é bom que as pessoas fiquem atentas a esse intervalo entre as duas”, explica Alcides de Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba.

Grupos prioritários para vacinação contra a gripe

– Crianças entre seis meses e seis anos incompletos
– Gestantes e puérperas
– Povos indígenas
– Trabalhadores da saúde
– Idosos com 60 anos e mais
– Professores
– Doentes crônicos
– Pessoas com deficiência permanente
– Caminhoneiros
– Trabalhadores do transporte público (coletivo e rodoviário)
– Trabalhadores portuários
– Forças de segurança e salvamento
– Forças armadas
– Funcionários do sistema de privação de liberdade
– População privada de liberdade
– Adolescentes e jovens em medidas socieoducativas

Locais para vacinação contra a gripe

BAIRRO NOVO
US Coqueiros
Rua Coronel Victor Agner Kendrick, 80 – Sítio Cercado
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US João Cândido
Rua Ourizona, 2250 – Bairro Novo
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Osternack
Rua Miguel Rossetim, 100 – Vila Osternack
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Umbará 1
Rua Dep. Pinheiro Junior, 915 – Umbará
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US São João Del Rey
Rua Realeza, 259 – Sítio Cercado
Segunda a sexta, das 7h às 19h

BOQUEIRÃO
US Érico Veríssimo
Rua Expedicionário Francisco Pereira dos Santos, 510 – Alto Boqueirão
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Irmã Tereza Araújo
Rua Maestro Carlos Frank, 785 – Boqueirão
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Menonitas
Rua Domicio da Costa, 52 – Xaxim
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Pantanal
Rua Maria Marques de Camargo, 119 – Alto Boqueirão
Segunda a sexta, das 8h às 17h

US Waldemar Monastier
Rua Romeu Bach, 80 – Boqueirão
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Xaxim
Rua Batista da Costa, 1163 – Xaxim
Segunda a sexta, das 7h às 19h
 

BOA VISTA
US Atuba
Rua Rio Pelotas, 820 – Bairro Alto
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Barreirinha
Rua Santa Gema Galgani, 353 – Barreirinha
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Jardim Aliança
Rua José Ursolino Filho, 614 – Santa Cândida
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Santa Cândida
Avenida Paraná, 5050 – Santa Cândida
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Tarumã
Rua José Veríssimo, 1352 – Bairro Alto
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vila Esperança
Rua Cataratas do Iguaçu, 192 – Atuba
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vila Leonice
Avenida Anita Garibaldi, 6814 – Cachoeira
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Abaeté
Rua Delegado Miguel Zacarias, 403 – Boa Vista
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Santa Efigênia
Rua Voltaire, 139 – Barreirinha
Segunda a sexta, das 7h às 19h

CAJURU
US São Domingos
Rua Ladislau Mikosz, 149 – Cajuru
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Solitude
Rua Isaías Ferreira da Silva, 150 – Solitude
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Iracema
Rua Professor Nivaldo Braga, 1571 – Capão da Imbuia
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Lotiguaçu
Rua Eunice Bettini Bartoszeck, 1287 – Uberaba
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Cajuru
Rua Pedro Bocchino, 750 – Vila Oficinas
Segunda a sexta, das 7h às 19h

CIC
US Jardim Gabineto
Rua Engenheiro João Visinoni, 458 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 18h

US Sabará
Rua Pedro Andretta, 3030 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US São José
Rua Piraí do Sul, 280 – Augusta
Segunda a sexta, das 7h às 17h

US Tancredo Neves
Rua Professora Hilda Hanke Gonçalves, 435 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vila Sandra
Rua Araranguá, 189 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 17h

US Vila Verde
Rua Emílio Romani, 2684 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vitória Régia
Rua Paul Garfunkel, 2000 (esq c/ Cyro Correia Pereira) – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Campo Alegre
Avenida das Industrias, 1749 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Caiuá
Rua Arnaud Ferreira Velloso, 200 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US São Miguel
Rua Des. Cid Campelo, 8060 – Cidade Industrial
Segunda a sexta, das 7h às 19h
 

MATRIZ
US Capanema
Rua Manoel Martins de Abreu, 830 – Prado Velho
Segunda a sexta, das 7h às 18h

US Mãe Curitibana
Rua Jaime Reis, 331 – Alto do São Francisco
Segunda a sexta, das 7h às 19h

PINHEIRINHO
US Vila Clarice
Rua Eloy de Assis Fabris, 634 – Novo Mundo
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vila Leão
Rua Primo Lourenço Tosin, 21 – Novo Mundo
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Vila Machado
Rua Laudelino Ferreira Lopes, 2959 – Pinheirinho
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Concórdia
Rua Dilermando Pereira de Almeida, 700 – Pinheirinho
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Fanny Lindóia
Rua Conde dos Arcos, 295- Lindóia
Segunda a sexta, das 7h às 19h

PORTÃO
US Santa Amélia
Rua Berta Klemtz, 215 – Fazendinha
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Santa Quitéria 1
Rua Divina Providência, 1445 – Santa Quitéria
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Parolin
Rua Sergipe, 59 – Vila Guaíra
Segunda a sexta, das 7h às 19h

SANTA FELICIDADE
US Butiatuvinha
Avenida Manoel Ribas, 8640 – Butiatuvinha
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Campina do Siqueira
Rua General Mário Tourinho, 1684 – Campina do Siqueira
Segunda a sexta das 7h às 19h

US Vista Alegre
Rua Miguel de Lazari, 85 Pilarzinho
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US União das Vilas
Rua Frederico Escorsin, 314 – São Braz
Segunda a sexta, das 7h às 19h

US Bom Pastor
Rua José Casagrande, 220 – Vista Alegre
Segunda a sexta, das 7h às 19h

TATUQUARA
US Caximba
Rua Delegado Bruno de Almeida, 7881 – Caximba
Segunda a sexta, das 7h30 às 16h30

US Pompéia
Rua João Batista Bettega Jr. s/n – Tatuquara
Segunda a sexta, das 7h às 17h

US Dom Bosco
Rua Angelo Tosin, 100 – Campo do Santana
Segunda a sexta, das 7h às 17h

US Santa Rita
Rua Adriana Ceres Zago Bueno, 1350 – Tatuquara
Segunda a sexta, das 7h às 17h

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Paraná precisa vacinar 56% da população para conter pandemia, aponta estudo

O Paraná é o estado brasileiro que apresenta maior urgência no aumento de sua cobertura vacinal para conseguir conter a pandemia de Covid-19. É o que aponta um estudo publicado pelo grupo de pesquisa interdisciplinar Ação Covid-19, formado por pesquisadores de diversas áreas do conhecimento associados a 13 instituições, incluindo Maria Carolina Maziviero, professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Os autores analisaram qual seria a porcentagem mínima necessária de população vacinada, em cada estado, a fim de conter a expansão da pandemia. A estimativa foi feita para o mês de abril de 2021, em comparação com dezembro de 2020, janeiro e fevereiro de 2021. Para isso, eles se basearam no número de casos de Covid-19 confirmados e na cobertura vacinal, abrangendo primeira e segunda dose de imunizantes.

Maria Carolina explica que o controle da pandemia, ou seja, a diminuição no alastramento do vírus ocorre quanto a taxa de transmissão fica abaixo de um (R0< 1). “Significa que cada pessoa infectada transmite para menos de uma outra pessoa, o que indica redução do número de infectados”. Se a taxa é menor do que um, menos pessoas são infectadas e o número de casos retrocede. Atualmente, nenhum estado brasileiro apresenta R0< 1.

Comparando o mês de abril com os demais períodos avaliados, os pesquisadores concluíram que é alto o número de estados em situação crítica, ou seja, que ainda precisam vacinar, pelo menos, mais 25% da sua população, com as duas doses, para conter a expansão do coronavírus. Os aumentos mais significativos na porcentagem necessária de vacinação foram observados no Mato Grosso e em Tocantins, indicando uma piora do cenário epidêmico desses estados.

O Maranhão tem se apresentado como um destaque positivo dessa série de estudos e, desde dezembro de 2020, demonstra as menores necessidades de imunização entre todos os estados do Brasil. Apesar de ter aumentado a necessidade de vacinação nos meses posteriores, reflexo da piora da pandemia em todo o país, a região ainda se mantém abaixo das demais e deve conseguir conter a pandemia mais rapidamente.

Paraná

O estudo referente ao período avaliado (19 de abril a 19 de maio) indica a tendência de um aumento urgente na necessidade de vacinação no estado do Paraná. De acordo com os pesquisadores, o cenário se apresenta dessa forma devido à situação crítica que o estado se encontrava no início de março, com a ocupação de leitos de UTI atingindo mais de 95%, com o isolamento social em queda (46% em média) e com o aumento no número de casos. “Na metade do mês, esse panorama se agravou com a taxa de ocupação de UTI chegando a 100%, além da falta de oxigênio, a contínua queda no isolamento, que atingiu 35%, e a falta de vacinas”, revelam os especialistas.

A análise também demonstra que a situação passou a apresentar sinais de melhora após a entrega de novos lotes de imunizantes e do decreto que instituiu medidas de contenção ao coronavírus, restringindo a circulação de pessoas. “Como consequência, o isolamento subiu novamente para uma média de 45%. No fim do mês de abril, o estado apresentou queda na taxa de contaminação e o menor número de casos de Covid-19 desde novembro de 2020”.

No entanto, depois de um novo relaxamento das medidas restritivas, o contato de pessoas suscetíveis ao vírus, que estavam então isoladas, aumentou, assim como o número de casos e óbitos. “Isso se refletiu na elevação do ranking de urgência para a maior prioridade de vacinação entre todos os estados brasileiros”, diz o relatório. Atualmente, o Paraná precisa vacinar, com as duas doses, pelo menos 56% da sua população para atingir o número necessário para controlar o aumento da pandemia, mas somente 9,72% foram vacinados.

Santa Catarina

Santa Catarina, destino de muitos paranaenses em feriados e finais de semana, é outra região cujo cenário é preocupante. De acordo com o estudo, é possível observar diversas tendências que impactam a gravidade da pandemia nessa localidade. “No início de março, o estado apresentava o menor índice de isolamento social desde o começo da pandemia (29%) e a ocupação de leitos de UTI estava entre as maiores do Brasil, próxima de 100%.

“Em meados do mesmo mês, o governo estadual instituiu decretos com medidas de contenção ao coronavírus, porém o índice de isolamento não aumentou como esperado, mantendo-se próximo a 50%. Com a esperança de reverter o colapso do sistema de saúde estadual, Santa Catarina recebeu 147,4 mil vacinas, o maior lote desde janeiro. Contudo, no final do mês, a taxa de isolamento continuou sendo um problema e atingiu um dos piores índices do Brasil (30,3%)”, destacam os estudiosos.

Novas medidas restritivas foram instituídas e prorrogadas até abril. Houve o aumento de multas e de fiscalização. Essas ações impactaram a taxa de letalidade da doença, ajudando Santa Catarina a deixar o posto de estado com maior número de mortes. “A cobertura vacinal mínima está em 49,3% o que, junto com o sistema de saúde em colapso e a tendência à notificação de casos e óbitos de forma irregular, aponta para a necessidade de cumprimento do isolamento social e o aumento da velocidade de vacinação na região”. Apenas 9,53% da população catarinense foi imunizada com as duas doses até o momento.

Cenário no Brasil

Até o dia cinco de maio de 2021, o Brasil havia vacinado 33.404.33 pessoas com a primeira dose e 17.039.463 com o reforço do imunizante, o que corresponde a 16% e 8% da população total, respectivamente. A análise referente ao mês de abril deste ano apontou que houve elevação da porcentagem de imunizados em todas as regiões do país, mesmo que abril tenha sido marcado por uma queda acentuada no ritmo da vacinação.

O cenário da pandemia analisado mostra a diminuição da necessidade de imunização mínima da população em 13 dos 27 estados. Em compensação, a situação se agravou em oito estados. Também é possível observar que 13 estados ainda necessitam vacinar mais de 40% de sua população para que se inicie uma redução significativa e contínua do número de casos de Covid-19.

Os pesquisadores alertam que a prioridade de vacinação de cada estado não está sendo leva em consideração na distribuição das doses pelo Ministério da Saúde. “Isso é evidenciado quando observamos que São Paulo, Amazonas e Maranhão vacinaram em torno de 30% do estipulado como necessário para controlar o aumento no número de casos. Enquanto isso, Amapá, Rondônia e Acre vacinaram menos de 14% da cobertura vacinal mínima ideal”.

Diante destes aspectos, os autores argumentam que é urgente e necessário que os modelos de análise do panorama nacional sejam utilizados para elaborar mapeamentos estratégicos para o enfrentamento da pandemia no país. “Criando um ranking de urgência e realizando análises periódicas de todos os estados é possível, por exemplo, localizar os pontos de atenção, os déficits de cobertura da vacinação, sinalizar subnotificações e, com isso, chegar cada vez mais próximo de um plano nacional e conjunto de luta contra a pandemia”.

Metodologia

O estudo calcula o número de reprodução básico, denominado R0, que corresponde ao número de infecções secundárias causadas por uma pessoa infectada em uma população suscetível ao vírus. O valor do R0 indica uma expansão (R0 >1) ou um recuo na transmissão do coronavírus (R0,<1). O R0 menor do que 1 não representa um controle total da pandemia, mas sim que o número de novos casos está em tendência de redução.

Para calcular o R0, os pesquisadores ajustaram um modelo clássico na epidemiologia, o modelo SIR, que considera três compartimentos para a divisão da população em relação à doença estudada: Suscetíveis (S), Infectados (I) e Recuperados (R). Adicionalmente, eles usaram equações para encontrar os valores ótimos de dois parâmetros do modelo SIR.

Por meio desse método, é possível determinar, aproximadamente, a proporção da população que deve ser imunizada em um período, a fim de resultar em um R0 abaixo do limiar de 1.

Curitiba tem o primeiro drive-thru de café do Brasil

Recentemente, Curitiba ganhou o primeiro drive-thru de café do Brasil, o Drive Café! O espaço (que é uma lindeza) fica localizado na Rua Mateus Leme. 

E nesses dias de frio na capital um café quentinho vai bem! O cardápio do Drive conta com preparos tradicionais, que vão dos mais elaborados – com caramelo e chocolate europeu – até os gelados. Os preços variam de R$4 a R$23. 

Foto: @drivecafe.br

O Drive também serve sorvetes com casquinha recheada de café. Além de pão de queijo, cookies, brownie e nuts. 

Foto: @drivecafe.br

Serviço – Drive Café

Endereço:  Rua Mateus Leme, 3268 – São Lourenço

Horários: segunda a sexta, das 7h30 às 19h | sábados, das 8h às 17h