BRDE terá programa exclusivo de crédito para empreendedoras

Com foco no estímulo ao empreendedorismo feminino e de contribuir com o desenvolvimento econômico e social na região Sul do País, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai disponibilizar um programa de crédito exclusivo para empresas lideradas por mulheres. O anúncio do BRDE Empreendedoras do Sul ocorreu nesta segunda-feira (08), durante atividade organizada pelo banco para marcar o Dia Internacional da Mulher.

O financiamento será destinado para empresas que tenham mulheres como donas ou sócias detendo no mínimo 50% do capital social.

 

    • “O BRDE quer apoiar mulheres empreendedoras, sejam elas donas de empresas grandes, médias ou pequenas. Esse programa é um incentivo para que o Paraná tenha ainda mais mulheres em posições de liderança”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

 

Os últimos detalhes do programa serão definidos em reunião de diretoria do BRDE nesta terça-feira (09), possibilitando o lançamento do novo produto já nos próximos dias. A ideia é disponibilizar financiamento para apoiar investimentos fixos a serem realizados na região Sul e capital de giro para empresas sediadas nos três estados de atuação do banco: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

 

Semana da mulher

Como parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, o BRDE organizou um ciclo de palestras, com transmissões diárias a partir das 14 horas pelo canal do Youtube do banco (@brdeoficial).

No primeiro dia a participação foi da jornalista Kelly Matos, que atua há 15 anos no Grupo RBS. Nesta terça-feira (09) a convidada é a vice-presidente executiva do Banco Santander Brasil, Patricia Audi. Ela é responsável pelas áreas de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do banco, mas vem de uma longa experiência no setor público.

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Litro da gasolina sobe 1,96% em 15 dias no Brasil e fica em R$ 6,433, aponta levantamento

O preço do litro da gasolina no País subiu 1,96% na primeira quinzena de outubro na comparação com setembro, chegando a um valor médio no País de R$ 6,433. As informações constam em levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas

Obtidos por meio do registro das transações realizadas entre os dias 1º e 15 de outubro com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Piauí (2,88%) e Ceará (2,77%) registraram as maiores altas no período. As menores altas no valor do combustível ocorreram em Tocantins (1,14%) e Acre (1,23%).

Entre as capitais, o valor médio do combustível foi de R$ 6,377. Teresina (R$ 6,843) e Rio de Janeiro (R$ 6,783) foram as que apresentaram maiores preços na primeira quinzena de outubro. Já os menores valores médios foram encontrados em Macapá (R$ 5,811) e São Paulo (R$ 5,987).

Etanol é vantajoso em todos os Estados

O preço médio do etanol no País no mês de agosto foi de R$ 4,815 Apesar da sequência de altas da gasolina, o combustível fóssil ainda segue sendo o mais vantajoso para se abastecer o veículo em todo o País. O método utilizado nesta análise, descontando fatores como autonomias individuais de cada veículo, é de que, para compensar completar o tanque com etanol, o valor do litro deve ser inferior a 70% do preço da gasolina.

Bolsonaro diz que determinará redução da bandeira tarifária na luz

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quinta-feira (14) que determinará ao Ministério de Minas e Energia (MME) que altere a bandeira tarifária de energia elétrica para rebaixá-la a um valor menor a partir do mês que vem. A declaração foi feita durante discurso na Conferência Global Millenium, um evento que reúne igrejas evangélicas.  

“Estávamos na iminência de um colapso. Não podíamos transmitir pânico à sociedade. Dói a gente autorizar o ministro Bento [Albuquerque], das Minas e Energia, a decretar a bandeira vermelha. Dói no coração, sabemos da dificuldade da energia elétrica. Vou determinar que ele volte à bandeira normal a partir do mês que vem”, disse o presidente, sem entrar em detalhes sobre qual seria a redução pretendida.  

O país enfrenta a maior crise hídrica em 91 anos, o que tem afetado os reservatórios das usinas hidrelétricas. Neste cenário, o custo de energia aumenta porque é preciso acionar as usinas termoelétricas, que são mais caras. Em agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a criação de uma nova bandeira tarifária na conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa extra passou a ser de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos e entrou em vigor a partir do dia 1º setembro, permanecendo vigente até abril do ano que vem.

Criada em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica e é dividida em níveis. Elas indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre nenhum acréscimo.

A bandeira amarela significa que as condições de geração de energia não estão favoráveis e a conta sofre acréscimo de R$ 1,874 por 100 kWh consumido. A bandeira vermelha mostra que está mais caro gerar energia naquele período. A bandeira vermelha é dividida em dois patamares. No primeiro patamar, o valor adicional cobrado passa a ser proporcional ao consumo na razão de R$ 3,971 por 100 kWh; o patamar 2 aplica a razão de R$ 9,492 por 100 kWh. Acima da bandeira vermelha, está a bandeira escassez hídrica, atualmente em vigor.

Mais cedo, o ministro Bento Albuquerque reiterou que o país não corre risco de racionamento de energia devido à grave crise hídrica. Segundo ele, desde o ano passado o governo tem monitorado a situação e tomado as medidas necessárias para garantir o abastecimento de energia. A declaração foi feita durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).