Autoavaliação é essencial para colaborador e empresa 

Também chamada de autoavaliação, a avaliação de desempenho individual é uma das estratégias adotadas pelo setor de Recursos Humanos (RH) para acompanhar a performance dos colaboradores. Diferentemente de outras ferramentas com o mesmo objetivo, esse modelo tem como principal diferencial dar voz ativa a quem é avaliado. 

Ao abrir espaço para que o trabalhador se expresse, a empresa tem a possibilidade de coletar informações que vão além de uma análise comportamental e de produtividade. Com elas, é viável compreender o grau de satisfação, acolher sugestões, descobrir fatores de insatisfação e entender quais são os desafios e as dificuldades da rotina de trabalho.

A avaliação de desempenho individual, portanto, contribui para o desenvolvimento profissional do colaborador, já que é uma ferramenta útil para a elaboração do plano de cargos e salários e da análise para a transição do período de experiência para a contratação efetiva. Porém, também auxilia a empresa na construção de um ambiente de trabalho mais atrativo, acolhedor, onde produtividade e bem-estar caminham juntos. 

De acordo com a consultoria global Great Place to Work (GPTW), responsável pela realização e divulgação anual do ranking de melhores empresas para se trabalhar no Brasil, escutar os funcionários é uma forma de valorizá-los, reconhecê-los e transformá-los em coautores de decisões da empresa.

Entre os principais benefícios do processo de escuta apontados pela GPTW, estão o maior alinhamento da equipe com os objetivos da organização; a abertura para inovações nos processos, produtos e serviços; o fortalecimento da imagem da empresa junto aos colaboradores e o aumento da motivação, do engajamento e da produtividade.

Como aplicar uma autoanálise

Na avaliação de desempenho individual, o colaborador responde sobre a sua própria atuação na empresa, apontando o que pensa, como se sente e como age diante de situações específicas. Segundo orientação da Fundação Instituto de Administração (FIA), os parâmetros da análise devem ser determinados pela empresa por meio de um trabalho em conjunto entre líderes e o setor de RH.

A autoavaliação pode ser realizada em três etapas: criação do formulário de avaliação, diálogo entre gestor e colaborador avaliado e, por fim, uma análise conjunta entre gestor e o setor de RH.

No momento de criação do formulário para a avaliação de desempenho individual, os profissionais de RH devem coletar informações sobre a satisfação do colaborador com o ambiente de trabalho, motivações para trabalhar, desafios enfrentados nos últimos meses e objetivos para o futuro. Também é necessário abrir espaço para sugestões de melhorias e opiniões sobre gestor e colegas. No final, o funcionário deve se autoavaliar, refletindo sobre o próprio desempenho.

O formulário pode seguir o modelo de matriz SWOT, no qual são analisadas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças ao negócio. Outra opção é o focado em metas e resultados, em que são abordadas performance, realizações, metas e expectativas, além das áreas que serão desenvolvidas. Também é dado espaço para que sejam citados exemplos concretos.

Após o preenchimento do formulário, o documento precisa ser lido em um momento de diálogo entre gestor e colaborador. A conversa deve ocorrer em um ambiente calmo, tranquilo e seguro, sempre em tom respeitoso, para que ambas as partes se sintam confortáveis.

Durante a conversa, o gestor deve abordar questões como o plano de carreira do colaborador, novas metas individuais e treinamentos que possam ajudá-lo no desenvolvimento profissional. Ele também deve colher sugestões sobre como aumentar a sua motivação. Ao final, define-se quando será a próxima autoavaliação.

Após realizar esse processo com todos os membros da equipe, o gestor deverá se reunir com o setor de RH para apresentar o perfil comportamental de cada um. Além disso, vai mostrar como tem sido a interação e o desempenho do grupo e informar se há necessidade de contratações, desligamentos, treinamentos e outras ações. 

A partir das informações recebidas, os profissionais de RH vão trabalhar em planos de ação para sanar as questões apresentadas e tornar o processo da autoavaliação eficaz para empresa e equipes.

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Parque Aurora é nova aposta do ramo imobiliário de Londrina (PR)

Entender o comportamento do consumidor é um dos principais desafios das construtoras e incorporadoras que buscam constantemente oferecer soluções de moradias. Para auxiliar nos passos dos futuros lançamentos de empreendimentos, as empresas se baseiam em pesquisas e estudos como o “Comportamento do consumidor de imóveis em 2040” – Onde e como habitaremos?”, realizado em 2019 pela Deloitte, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

O resultado indicou inúmeras mudanças no perfil da sociedade e dentre os itens mais requisitados entre os clientes em potencial estão que: os imóveis deverão oferecer soluções adaptáveis para uma sociedade mais plural e dinâmica; oferecer espaços compartilhados; reunir espaços modulares e adaptáveis; apresentar sustentabilidade e eficiência energética; estar ancorado na Construção 4.0 e, ainda, ser uma  residência/condomínio eco friendly.

Referência no segmento de imóveis econômicos e compactos e de olho nessas tendências e necessidades, a Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, acaba de lançar sua trigésima sétima obra, sendo trinta apenas em Londrina. O residencial Malibu será um empreendimento com duas torres de 14 andares e 8 apartamentos por andar, que vão de 51 a 64 metros quadrados privativos, contemplando sacada com churrasqueira. Há, também, opções de plantas com garden, uma tendência no mercado imobiliário vertical.

Economia compartilhada e localização privilegiada

Baseada no conceito de “economia compartilhada”, o edifício terá coworking (espaço de trabalho), play studio, espaço para mini mercado e lavanderia, além de itens de uso coletivo, como bicicletas, ferramentas, material esportivo, tudo incorporado ao condomínio e planejamento urbanístico da área. Na área de lazer, os moradores poderão desfrutar de piscina com prainha, brinquedoteca, espaço gourmet, churrasqueiras, espaço fitness, quadra esportiva, entre outros.

O residencial estará localizado bem próximo à região da Gleba Palhano, no bairro Parque Aurora (sul de Londrina), uma área promissora de vertiginoso crescimento e desenvolvimento, que já apresenta grandes mudanças resultantes do avanço do mercado imobiliário. Com muita natureza ao redor, o residencial estará bem perto do Shopping Catuaí, instituições de ensino, acesso rápido à rodovia PR – 445 (com ligação direta à Universidade Estadual de Londrina – UEL) e uma rede de serviços bem completa, como supermercados e farmácias. 

Segundo Bruno Catarino, gerente da unidade da Yticon em Londrina, empreendimentos desse perfil fortalecem e valorizam ainda mais a região, sobretudo pela quantidade de itens no projeto, que facilitam a vida do morador. “Importante ressaltar que, além da construção do empreendimento, damos todo o suporte para a realização de infraestrutura e benfeitorias públicas, o que traz ainda mais segurança ao cliente de que está fazendo um bom investimento”, diz.

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Presidente Prudente e Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br

Hackaton incentiva estudantes a pensar em inovação e empreendedorismo

Inovação e empreendedorismo também se aprendem em sala de aula. Para incentivar os jovens a desenvolver soluções para diferentes setores da sociedade, o SEB se uniu ao Sebrae/PR na realização do Hackathon SEB, que chegou à sua terceira edição no final de agosto. A maratona, que contou com a parceria da Companhia Paranaense de Energia (Copel), estimulou alunos dos ensinos fundamental e médio da escola a apresentar projetos que combinassem empreendedorismo e inovação.

O desafio, proposto pela escola, era o de desenvolver projetos em até 48 horas, com a avaliação de especialistas, relacionados com sistema de redes elétricas inteligentes. Para isso, os jovens contaram antes com a capacitação do Sebrae/PR, que apresentou os principais fundamentos do empreendorismo inovador. Um dos projetos vencedores, de Curitiba, trouxe um aplicativo que, conectado a um conjunto de tomadas e spots inteligentes, mede o valor da energia elétrica consumida e evita gastos excessivos, fazendo com que o consumidor saiba exatamente o custo da eletricidade em sua casa ou comércio.

Segundo a consultora do Sebrae/PR, Sonia Shimoyama, o Hackathon foi uma oportunidade para os jovens aprimorarem seus conhecimentos técnicos, pensando no futuro profissional.

“Foi uma situação diferente, inusitada e que eles ainda não tinham vivenciado. Por isso, começam a despertar, ampliar o horizonte de conhecimento. Isso faz toda a diferença na formação, pois é um aprendizado que marca a vida”.

Soluções inovadoras

Um dos objetivos do Hackathon era que os alunos desenvolvessem vários tipos de inteligência, desde as hard skills, que são as habilidades técnicas, até as soft skills, que são as emocionais.

Para o coordenador de tecnologia educacional da Escola SEB Dom Bosco, Raphael Corrêa, os alunos têm a oportunidade de aprimorar talentos que serão exigidas no futuro, quando estiverem no mercado de trabalho.

“O projeto coloca o aluno para trabalhar em equipe, enfrentar desafios reais e o coloca como protagonista”, observa Corrêa.

Este ano, o evento foi realizado em diversas cidades espalhadas pelo país, cada um com um cliente diferente, ao qual os jovens precisaram desenvolver algum tipo de produto ou serviço com soluções inovadoras. Ao final, as melhores equipes de cada região se classificaram para uma etapa nacional, que será realizada nos dias 29 e 30 de outubro.

Projeto Imperium foi o vencedor em Curitiba. Foto: Divulgação.

Controle do consumo de energia

Entre os projetos desenvolvidos no Hackathon SEB, está o Imperium. Idealizado pelos alunos Kauan Biesek Grobe, Isabelle Tetu de Oliveira, Maria Fernanda Santini e Paula Steuemagel de Oliveira, o Imperium conecta o usuário, por meio de um aplicativo, a um conjunto de tomadas e spots de luz que calcula, em tempo real, a quantidade de energia elétrica consumida em residências e estabelecimentos comerciais atendidos pela Copel.

Raphael Corrêa explica que o projeto poderia ser útil em casos de estabelecimentos familiares, em que residências dividem o mesmo medidor de luz.

“Como exemplo, poderíamos pensar em um salão de beleza ao lado da casa do seu dono. Com o Imperium, o empreendedor poderia consultar o aplicativo e saber qual é o consumo de ambos os locais, evitando gastos extras com a implantação um novo medidor de luz e sabendo exatamente o custo de eletricidade do seu negócio.”

Projetos como esse, que foi o vencedor do Hackathon SEB em Curitiba, na categoria ensino médio, podem contribuir para a inovação e o empreendedorismo na sociedade. Fernando Gruppelli, superintendente de regulação e finanças da Copel, conta que a empresa está desenvolvendo um sistema de redes elétricas inteligentes e que, a partir dele, novos serviços poderão ser oferecidos ao consumidor.

“A ideia foi de que os alunos atuassem com foco nessa nova tecnologia. Portanto, são propostas que poderia ser utilizadas no futuro. A Copel enxerga essa possibilidade”, adianta Gruppelli.