Ação do Serasa dá descontos de até 90% para quitar dívidas


Ação da plataforma Serasa Limpa Nome oferece a oportunidade de se quitar as dívidas, negociando descontos e parcelando as dívidas com parcelas a partir de R$ 9,90. A negociação abrange dívidas com as 50 empresas parceiras da ação, que até o momento não tem previsão de término.

De acordo com um levantamento realizado pela Serasa, de fevereiro a março de 2021, o número de inadimplentes no Brasil passou de 61,56 milhões para 62,56 milhões de pessoas, um aumento de um milhão em um mês. Para a entidade, isso pode ser um reflexo do impacto da pandemia na economia. 

A média de débitos é de R$ 3.903,73 cada. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná apresentaram o maior número de negativados.

“Em nossa plataforma de negociação, Serasa Limpa Nome, disponibilizamos milhões de ofertas com descontos de até 90% e opções de parcelamento, parte dela começando por R$ 9,90. Sabemos a importância desse serviço em um momento tão difícil e queremos estar ao lado dos brasileiros no processo para se conquistar uma vida financeira mais saudável”, disse o gerente de marketing da Serasa, Matheus Moura.

Segundo a entidade, os acordos são fechados em poucos minutos. As consultas podem ser feitas de forma gratuita nos seguintes canais: site serasalimpanome.com.br, aplicativo Serasa no Google Play e na App Store, além do Whatsapp no número 11-99575-2096 e por ligação gratuita para 0800 591 1222.

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Em dois dias, três empresas anunciam investimentos de quase R$ 3 bilhões no Paraná

Klabin, Gerdau e BRF, três das maiores empresas do País e referências em seus segmentos, anunciaram nos últimos dois dias investimentos vultuosos no Paraná para 2021 e os próximos anos. O aporte total das três chega perto de R$ 3 bilhões: são R$ 2,6 bilhões da Klabin para a instalação de uma máquina de papel cartão; R$ 292 milhões da BRF para modernizar seis plantas agroindustriais; e R$ 55 milhões da Gerdau para retomar a produção de aço em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

“São notícias que chegam em boa hora porque a economia volta a dar sinais de recuperação depois da segunda onda. Tivemos um trimestre muito bom na geração de empregos, o melhor da história, e estamos avançando com os cuidados necessários na saúde, investimentos públicos, principalmente na infraestrutura, e um bom ambiente de negócios”, disse o governador Ratinho Junior.

Ele também destacou o fato dos investimentos mostrarem a força da produção paranaense em segmentos diferentes. A Klabin trabalha com papel e celulose, a BRF produz proteína animal e a Gerdau trabalha com indústria pesada (aço e minério de ferro). São empresas que geram milhares de empregos e são base econômica de muitos municípios de várias regiões do Estado, como Campos Gerais, Oeste e Sudoeste.

“O Estado tem um trabalho muito sólido de atração desses negócios. Contamos com uma das melhores agências do País, a Invest Paraná, responsável por atrair, sem esses anúncios recentes, mais de R$ 30 bilhões e mais de 60 mil empregos em quase dois anos e meio. Também temos diversos protocolos de tratamento tributário diferenciado e segurança jurídica”, acrescentou Ratinho Junior. “Queremos nos tornar um hub logístico da América do Sul e os investidores têm percebido que estamos num bom caminho”.

INVESTIMENTOS 

A Klabin anunciou nesta quarta-feira (5) o aporte adicional de R$ 2,6 bilhões no projeto Puma II, em Ortigueira. Os recursos serão usados para a instalação de uma máquina de papel cartão e se somam ao aporte anunciado em 2019, resultando em R$ 12,9 bilhões de investimentos no Estado em cinco anos (2019-2023).

O investimento é fruto de uma mudança de direção do projeto Puma II, que contempla a expansão de capacidade no segmento de papéis para embalagem, por meio da construção de duas máquinas de papel com produção de celulose integrada, na unidade industrial Puma em Ortigueira.

A empresa de alimentos BRF anunciou na terça-feira (4) um investimento de R$ 292 milhões para ampliação das suas unidades no Paraná. O valor deve ser aplicado até 2022 e abrange as unidades industriais de Toledo, Ponta Grossa, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Carambeí e Paranaguá.

Entre os investimentos está a retomada da produção de perus na unidade de Francisco Beltrão, na região Sudoeste, que deve gerar mais de 400 empregos diretos. A modernização e ampliação da planta – que, hoje, é voltada principalmente à produção de frangos – inclui a integração de mais 200 aviários, além de investimentos na fábrica de rações e no incubatório.

A Gerdau, uma das maiores empresas de aço do País, anunciou, também na terça, a retomada da produção do metal na usina localizada no município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. O investimento será de R$ 55 milhões e as atividades devem recomeçar em agosto.

A empresa havia desativado as operações de produção em 2014. A retomada se dá em um cenário de ascensão da demanda por aço no mercado interno, especialmente nos setores de construção civil, infraestrutura e indústria. A expectativa futura é de atender também o mercado externo. A expectativa da empresa é de gerar 300 novos empregos diretos e mais de 6 mil indiretos.

Bolsonaro veta projeto que adiava prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou integralmente o projeto de lei 639/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13 de abril, que estendia o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2021 de 31 de maio para 31 de julho. O veto será publicado na edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial da União (DOU), mas poderá ser derrubado pelo Congresso Nacional. O presidente acatou recomendação da equipe econômica para não estender o prazo.

Segundo o governo, apesar de “meritória”, a prorrogação do prazo contrariava o interesse público porque seria o terceiro adiamento consecutivo da entrega da declaração este ano. Uma nova postergação, de acordo com a equipe econômica, poderia afetar o fluxo de caixa do governo, prejudicando a arrecadação da União, dos estados e dos municípios, já que impactaria no repasse dos recursos destinados ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

“Desse modo, a proposta foi objeto de veto por causar um desequilíbrio do fluxo de recursos, o que poderia afetar a possibilidade de manter as restituições para os contribuintes, além de comprometer a arrecadação dos entes federativos. Em abril deste ano, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.020/2021 adiando o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda do exercício de 2021, de abril para maio, como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus (covid-19)”, informou, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República.