5 tendências em inovação para o setor de segurança urbana

O brasileiro é o povo com mais alto grau de medo da violência, segundo dados do Global Peace Index (GPI) de 2021. Contudo, esse é um cenário que está prestes a mudar. Com o aumento de tecnologias analíticas e a popularidade da inteligência artificial, está se tornando cada dia mais fácil criar novas estratégias de segurança a fim de alcançar o modelo ideal de cidades inteligentes, termo designado aos municípios que adotam soluções inovadoras para servir melhor os cidadãos e proporcionar soluções urbanísticas diferenciadas às áreas públicas.

“O cenário das tecnologias sociais, ou seja, aquelas que impactam de alguma forma a sociedade, tem se tornado um dos mais populares no universo da inovação”, aponta Edison Endo, diretor da Helper Tecnologia, empresa referência em soluções de segurança urbana. “Essas mudanças estão expandindo e remodelando o escopo da indústria, que já está atuando de forma a prover softwares mais seguros, eficientes e inteligentes”, diz.

Conheça as 5 principais tendência em inovação para o setor de segurança urbana:

Vídeos analíticos: Sistemas de monitoramento contínuo com vídeos analíticos capazes de realizar uma análise em tempo real do que está sendo filmando. O item é capaz de acompanhar a movimentação de um indivíduo, identificar ações bruscas, como uma ameaça com arma ou faca, e sinalizar ao policial. A partir da imagem aproximada, o responsável poderá decidir entre iniciar uma ocorrência ou descartar o aviso.

Drones: Acompanhamento de ocorrências, mapeamento de movimentação, perseguição de suspeitos e ampla visualização de pontos estratégicos da cidade são apenas alguns dos benefícios da utilização de drones à segurança pública. Ao receber um alerta distante, o policial consegue enviar o equipamento para fazer o acompanhamento da ação sem precisar se locomover, resolvendo algumas ocorrências à distância.

Semáforos inteligentes: Capazes de contabilizar o número de veículos que cruzam uma região em determinada hora do dia, os semáforos inteligentes permitem manter uma via aberta pelo tempo necessário para estabilizar o fluxo, evitando congestionamentos em horários de pico. Além disso, o equipamento oferece leitura de placas, controle de rotatividade e rastreamento de veículos.

Iluminação inteligente: A iluminação inteligente é um dispositivo tecnológico criado para facilitar a realização de algumas ações remotamente, como aumentar ou diminuir a luminosidade da lâmpada quando necessário. Além disso, ela é capaz de aprender com o ambiente e entrar em modo ‘economia de energia’ nos horários com baixo – ou nenhum – fluxo de pessoas, reduzindo os custos públicos municipais.

Totens de segurança: Com uma presença robusta e imponente, sistema de giroflex e canal de comunicação em tempo real, que permite interação entre cidadãos e responsáveis pelas forças de segurança municipais, os totens atuam como um módulo policial 24h, otimizando o policiamento ostensivo das cidades.

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Dilemas da era digital: entenda os novos paradigmas do direito do consumidor com o avanço do e-commerce

A crise econômica causada pelo coronavírus gerou desemprego, busca por preços mais baixos, queda em vários setores e inflação. No entanto, o cenário causado pela Covid-19 se tornou terreno fértil para outros negócios, foi o caso do e-commerce, que se viu no centro das atenções do setor varejista.

Com o isolamento social, as vendas on-line ganharam ainda mais força e junto com essa força toda, surgiu novos paradigmas do direito do consumidor.

Segundo a advogada e escritora Rossana Fisciletti, autora da obra premiada “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor”, publicada pela Literare Books International, o amplo acesso à internet modificou as formas de ofertar produtos e serviços e materializou o crescimento do e-commerce. “O Direito Digital é um marco importantíssimo para a estruturação e continuidade dos institutos jurídicos, que a todo momento devem se amoldar, tendo em vista as transformações ocorridas na era da sociedade de rede”, esclarece.

O consumidor do futuro, especificamente o brasileiro, vem modificando os hábitos de consumo. “A legislação protetiva do consumidor é adequada e se aplica aos mais diversos cenários de consumo, mas algumas alterações podem se tornar necessárias para contemplar questões específicas da era digital”, diz Rossana.

O livro “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor” traz uma reflexão sobre as novas diretrizes do Direito do Consumidor no Brasil, observando as transformações propostas pela geração Y, como a personalização de produtos, lojas autônomas, sistemas de manufatura avançada e fábricas inteligentes.

SOBRE A AUTORA

Rossana Fisciletti – Possui Pós-doutorado em New Technologies and Law pela Mediterranea International Centre for Human Rights Research (Dipartimento DiGiES – Università “Mediterranea” di Reggio Calabria) e em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Rio de Janeiro/Brasil. É Doutora em Direito (UVA), Mestre em Direito Econômico (UGF) e Especialista em gestão da educação a distância (UFF). Professora da graduação e pós-graduação dos Cursos de Direito e Sistemas de Informação na Universidade Estácio de Sá. É Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Global Law Comparative: Governnance, Innovation and Sustentability (GGINNS), onde coordena o Observatório de Direito Digital. Advogada. Palestrante. A pesquisa produzida nesta obra contou com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001.

Ficha técnica

A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor

Autora: Rossana Fisciletti

Editora: Literare Books International

Formato: 14 x 21 cm – 1ª edição –192 páginas – 2021 – Preço de capa sugerido: R$ 44,90

Categoria: Não ficção

ISBN do físico: 9786559221523

ISBN digital: 9786559221530

Loja Literare: https://bit.ly/loja-aquartarevolucao

Amazon: https://amzn.to/3noMaJz

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À venda nas principais livrarias físicas e plataformas digitais

Semana do motorista: no Paraná, tecnologia facilita encontro de vagas

Dirigir é muito prazeroso. Seja no campo, na cidade, na estrada, quem realmente aprecia a rotina, sente alegria até em momentos mais complexos. Mas, há situações que nem mesmo os motoristas mais habilidosos, pacientes ou apaixonados aceitam pacificamente.

É o caso, por exemplo, da procura por vagas nos estacionamentos públicos. Em algumas cidades, as opções para fugir à cansativa rotina de “caçar” um lugar ao sol podem ser as garagens privativas. No entanto, nem sempre há vagas nestes espaços ou nem sempre eles são acessíveis.

Encontrar uma vaga vai além: o estacionamento de uma cidade é importante para os negócios do comércio em geral. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC/Brasil), ele é, inclusive, decisivo para o setor: pesquisa do órgão aponta que 52% da população já deixou de fazer compra por não ter onde estacionar.

A tecnologia pode ajudar a tornar mais democrático o uso do trânsito e das vagas para veículos; também, colaborar com a rotina dos motoristas, especialmente aqueles que têm no trânsito sua rotina de trabalho.

No Paraná, uma dessas soluções digitais é o Estar Digital, Tecnologia que já tem mais de seis anos, administrada pela empresa Cidatec e desenhada para atender e resolver as dores do setor. “Embora o trânsito seja de todos, o uso do modelo organiza e torna mais democrático o acesso aos espaços, facilitando a vida dos motoristas”, afirma Adriano Krzyuy, representante da empresa.

A dinâmica é simples e acessível a alguns cliques do próprio celular: basta baixar o app no telefone, fazer o cadastro da placa e CPF e gerenciar os créditos por uso/tempo do espaço. O Estar Digital é do Paraná e já está valendo em seis cidades do estado.

A instalação do Estar Digital em uma cidade abarca algumas funcionalidades específicas, como Viaturas com OCR (Reconhecimento Ótico de Caracteres); Fiscalização via Smartphone para Agentes; Georreferenciamento das Áreas de Estacionamento; Pontos de Venda (PDV); Totem de Autoatendimento; Smart Parkings; Painel de Indicadores de Desempenho; Integração com Segurança Pública, Bancária e Detran; e Gestão Operacional e Financeira. “Além disso, todo os dados de fiscalização estão integrados com a Política Militar do Paraná”, completa Adriano.

Mobilidade urbana

A organização do trânsito vai ao encontro da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A Lei n° 12.587/12, que trata sobre o assunto, é fruto de uma das maiores preocupações da atualidade: o número cada vez maior de veículos automotores de uso individual e os problemas relacionados à mobilidade urbana. Entre outros pontos, o documento incentiva a criação de ciclovias e estacionamentos para bicicletas, bem como a regulamentação do trânsito. A regra vale para cidades com população superior aos 20 mil moradores.