Wilson brilha, mas Coritiba perde para o Corinthians e segue na lanterna

O Coritiba viajou até São Paulo para enfrentar o Corinthians, na Arena. A equipe de Eduardo Barroca lutou, mas saiu derrotada mais uma vez.

A partida válida pela 4º rodada do Brasileirão começou com boas chances para os dois, exigindo dos goleiros. Porém, as coisas começaram a complicar para o Coxa quando Yan Sasse foi expulso aos 15′ da primeira etapa por agressão.

Para piorar, minutos depois o árbitro marcou pênalti para o timão – muito contestados pelos jogadores do Coritiba.

Jô bateu e Wilson defendeu – após sinalização do VAR, árbitro mandou repetir a cobrança pois o arqueiro alviverde teria se adiantado. O atacante corinthiano foi para a bola e Wilson brilhou novamente!

A partir daí, o jogo foi ataque contra defesa e em chute de longe Léo Natel abriu o placar.

O Coritiba conseguiu o empate 5 minutos depois com Sassá em cruzamento da esquerda.

No segundo tempo, os donos da casa começaram com tudo e logo aos 3′ minutos, Jô se redimiu dos pênaltis perdidos e colocou o Corinthians de novo a frente.

Já no final do jogo, Mosquito recebeu passe e selou a vitória dos corinthianos.

Com a derrota, a equipe do Coritiba segue na lanterna da competição sem nenhum ponto conquistado. O próximo compromisso da equipe é contra o Bragantigo-SP fora de casa.

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Cidade da Luta tem desafios internacionais em sua 8ª edição

Duas defesas de cinturão no MMA vão marcar a 8ª edição do Cidade da Luta, entre elas a disputa entre Paulão “Imperador” Bueno, ex-lutador do MECA, e o argentino Eneas “Gringo” Gonçalves, que é dono do cinturão WUFC. A outra defesa de título ficará por conta do Rani Rex Zenidin, da Família Zenedin, de Ponta Grossa, e que vem a ser filho de Paulão, que vai enfrentar o atleta Rangel dos Santos.

Também haverá a defesa do cinturão de K1, luta entre Fernando Mineiro, contra o Vitor Gabriel. O evento tem 20 lutas programadas e ocorrerá no próximo dia 10, no Espaço Torres, da Avenida Kennedy. Os portões serão abertos a partir das 14h e o evento pode ser acompanhado também por transmissão por pay per view. Os ingressos já estão disponíveis no Sympla.

Desafios

“Essa edição terá grandes combates e grandes desafios, com muitas possibilidades de nocautes”, adianta Fábio Falkenbach, um dos organizadores e matchmaker do evento. Segundo ele, além de MMA e K1, nas modalidades amador e profissional, a edição contará com lutas de Jiu Jitsu, tradicional e No Gi (sem kimono). “Teremos a participação de atletas como Mateus Correia, que foi campeão do Iron; Leonardo Bauab, campeão brasileiro; e Leandro Santos “Laco” que é campeão internacional, com vários títulos. Além de grandes lutas femininas também”, adianta. Falkenbach conta que a categoriaamador também terá um desafio internacional, a luta de MMA entre o atleta senegalês, Luiz “Faia Man” Bezerra, com Elton Yamaguti, atleta de Apucarana.

“O Cidade da Luta nasceu para revelar os novos ícones do esporte, incentivando também o trabalho desenvolvido as academias”, frisa Ademar Pereira, um dos idealizadores do evento. Ele adianta ainda que uma presença confirmada no evento será do campeão de MMA, Wanderley Silva. Estarão participando atletas das mais renomadas academias, como, por exemplo: Teixeira Team, NFT, Team Krull, Garra, Falken Fighters, Gracie Barra, Combat Time, Chute Boxe, Gile Ribeiro, Zito Figth Team, Team Bronx, CM System, Evolução Thai, a renomada W maior equipe do mundo, a American Top Team entre outras.

Atletas paranaenses batem recorde de medalhas na Paralimpíada de Tóquio

Os atletas do Paraná bateram o recorde de medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, antes mesmo do final da competição. Até agora são cinco, uma de prata e quatro de bronze, superando o resultado da Rio 2016. Todos são bolsistas do Geração Olímpica, programa do Governo do Estado, com patrocínio da Copel, que oferece bolsas de auxílio financeiro para técnicos e atletas de todos os níveis.

Três das medalhas foram conquistadas neste fim de semana, sendo duas de bronze na natação e outra no judô – todas de atletas maringaenses. As irmãs gêmeas Beatriz e Débora Borges Carneiro combinaram até na cor da medalha. No sábado pela manhã, Débora participou da final do revezamento 4×100 metros livre misto (classe S14, para deficientes intelectuais), equipe que terminou na terceira colocação.

A medalha de Beatriz veio no domingo, na final dos 100 metros peito. Ela chegou no terceiro lugar, apenas dois centésimos à frente da irmã. As duas retornam à piscina na noite dessa segunda-feira (30) para competir nos 200 metros medley.

Para fechar a trinca, ainda na manhã de domingo, a judoca Meg Emmerich venceu por ippon (golpe que finaliza a luta) o combate pelo bronze contra Altantsetset Nyamaa, da Mongólia, na categoria +70kg, classe da B3 – para deficientes visuais.

Os atletas do Paraná bateram o recorde de medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Foram cinco conquistas até agora, uma de prata e quatro de bronze, suplantando o resultado da Rio 2016. Todos são bolsistas do programa Geração Olímpica, do Governo do Estado, cujo patrocínio é da Copel. Foto:Ale Cabral/CPB

COMPLETANDO O RECORDE – As duas primeiras medalhas, que completam as cinco conquistadas até aqui, foram a prata de Jovane Guissone na esgrima em cadeira de rodas (disputa da espada, classe B) e de Eric Tobera, da natação, que participou da classificatória do revezamento 4x50m livre misto – 20 pontos (número que representa a somatória das classes integrantes na prova).

TREINADORES  As gêmeas de Maringá são treinadas por André Yamasaki, que também é bolsista do Geração Olímpica. O programa é o único do País que oferta bolsas a treinadores. Além dele, Fernando Barbosa, técnico da equipe de atletismo do Brasil, também é bolsista do programa. Dois de seus atletas (ambos do Rio de Janeiro) também conquistaram medalha: Wallace Antonio foi ouro no arremesso de peso (classe F55, para cadeirantes com comprometimento total de pernas) com direito a recorde mundial (12,63 metros) e Julyana da Silva bronze no lançamento de disco (classe F57, para cadeirantes com maior mobilidade), ela alcançou 30,49 metros.

EXPECTATIVA  Mais medalhas podem vir até domingo, melhorando ainda mais o resultado dos atletas do Paraná. A seleção brasileira de futebol de 5 (para cegos), já classificada para as semi-finais da competição, conta com três representantes do Geração Olímpica na equipe: Jefinho, Gledson e Cássio (capitão do time).

Outra boa chance de medalhas será no badminton, com Vítor Tavares (classe SH6, para atletas com acondroplasia, popularmente conhecida como nanismo). Ele é um dos cinco melhores do ranking mundial.

Na bocha adaptada, os irmãos Eliseu e Marcelo Santos competem tanto nas provas individuais quanto nas duplas (classe BC4, para atletas com quadro de origem não cerebral, como distrofia muscular progressiva, esclerose múltipla ou lesão medular com tetraplegia).

Eliseu já contabiliza cinco medalhas em Paralimpíadas: dois ouros (nas duplas em Pequim 2008 e Londres 2012), uma prata (duplas na Rio 2016, junto com Marcelo) e dois bronzes individuais (Pequim 2008 e Londres 2012).

Para finalizar, é bom ficar de olho na seleção brasileira de vôlei sentado, equipe tetracampeã parapan-americana e quarta colocada na Rio 2016. Três bolsistas do Geração estão no time: Daniel Jorge, Anderson Santos e Alex Witkovski
Confira a programação dos atletas do Paraná na Paralimpíada.

29.08.21 – Atleta MEG RODRIGUES VITORINO EMMERICH do Judô categoria acima de 70 kg nos Jogos Paralímpicos de Tóquio no NIPPON BUDOKAN . Foto: Matsui Mikihito/CPB.

GERAÇÃO OLÍMPICA  Programa do Governo do Estado, realizado pela Superintendência do Esporte, o Geração Olímpica completa 10 anos em 2021. Neste período apoiou mais de 10 mil atletas e técnicos. É a maior iniciativa em nível estadual de incentivo ao esporte na modalidade bolsa-atleta do País.

Foi criado com o objetivo de fortalecer os esportes com presença nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, mantendo os talentos esportivos no Paraná e fomentando a formação de novos atletas, além de ser o único a contemplar técnicos. Até agora, tinha como melhor resultado em jogos Olímpicos e Paralímpicos as duas medalhas de prata conquistas na Rio 2016 pelos bolsistas Ágatha Bednarczuk (vôlei de praia) e Marcelo Santos (bocha adaptada).