Wilson brilha, mas Coritiba perde para o Corinthians e segue na lanterna

O Coritiba viajou até São Paulo para enfrentar o Corinthians, na Arena. A equipe de Eduardo Barroca lutou, mas saiu derrotada mais uma vez.

A partida válida pela 4º rodada do Brasileirão começou com boas chances para os dois, exigindo dos goleiros. Porém, as coisas começaram a complicar para o Coxa quando Yan Sasse foi expulso aos 15′ da primeira etapa por agressão.

Para piorar, minutos depois o árbitro marcou pênalti para o timão – muito contestados pelos jogadores do Coritiba.

Jô bateu e Wilson defendeu – após sinalização do VAR, árbitro mandou repetir a cobrança pois o arqueiro alviverde teria se adiantado. O atacante corinthiano foi para a bola e Wilson brilhou novamente!

A partir daí, o jogo foi ataque contra defesa e em chute de longe Léo Natel abriu o placar.

O Coritiba conseguiu o empate 5 minutos depois com Sassá em cruzamento da esquerda.

No segundo tempo, os donos da casa começaram com tudo e logo aos 3′ minutos, Jô se redimiu dos pênaltis perdidos e colocou o Corinthians de novo a frente.

Já no final do jogo, Mosquito recebeu passe e selou a vitória dos corinthianos.

Com a derrota, a equipe do Coritiba segue na lanterna da competição sem nenhum ponto conquistado. O próximo compromisso da equipe é contra o Bragantigo-SP fora de casa.

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CBF defende protocolos adotados e decide pela permanência do futebol no Brasil

 O futebol nacional não vai parar. Ao menos é o que defende a CBF, que divulgou nesta quarta-feira um relatório defendendo o seu protocolo de segurança para a continuidade dos campeonatos no País, mesmo no auge da pandemia no Brasil.

De acordo com a entidade, o futebol nacional está “seguro, controlado e responsável, com todas as condições de continuar”. A CBF usou renomados infectologistas para confirmar a segurança de seus métodos de prevenção à saúde de todos os envolvidos nas partidas

“Mesmo com cenário intenso (de covid-19 no País), não há a transmissão do vírus em campo. A contaminação não ocorre em campo, só por comportamento social incorreto ou quebra de protocolos”, garantiu Bráulio Couto, professor da Uni BH, com mais de 30 anos de experiência em serviços de epidemiologia hospital.

“Todos os jogadores são avaliados antes dos jogos e lembrados que ao apresentarem qualquer problema respiratório devem avisar os clubes e ficarem em isolamento”, seguiu. “Com esses dois pilares, o teste nasal e o PCR em assintomáticos, conseguimos compartilhar um resultado de grande sucesso, garantindo que não houve contaminação dentro de campo, nenhuma dentro das quatro linhas.”

A CBF vai levar os resultados positivos de seu controle rigoroso da covid-19 para um congresso de futebol da Fifa, em junho, marcado para Viena, mas que deve se tornar virtual.

Para Clóvis Arns da Cunha, presidente da Sociedade de Infectologia, a CBF contribuiu cientificamente de forma inédita. Para ele, uma “contribuição social”, pois está obrigando o atleta assintomático a ficar isolado. “Evita-se que passe a doença a seus familiares e a pessoas do convívio social fora do campo.”

Para o grupo de especialistas reunidos pelo neurocirurgião Jorge Pagura, coordenador médico da CBF, a temporada 2020 do futebol brasileiro foi muito segura. “Os exames provaram que é seguro o futebol desde que o protocolo seja seguido à risca. É afastar da atividade quando tem sintoma e fazer exame sempre”, afirmou Clóvis Arns. “90% dos casos diagnosticados em jogadores foram sem sintomas. Ao afastá-lo, evitamos a transmissão.

Entre agosto e o fim da temporada no último domingo, com a final da Copa do Brasil, a CBF realizou testes em jogadores envolvidos em 2.423 partidas, em todos os Estados do País. Foram feitos 89 052 testes PCR em pessoas envolvidas nas partidas, 13.237 em atletas. Nenhum jogador entrou em campo sem ser testado.

“Mesmo com algumas equipes passando por surtos por causa de motivos diferentes, não vamos citar nomes ou equipes aqui, nosso inquérito epidemiológico provou não haver contaminação no campo”, afirmou Pagura.

“Repito, não há evidência de contaminação entre jogadores numa partida. Mas vamos usar o caso do Valdivia (do Avaí), pois esse foi amplamente noticiado e podemos citar o nome. Ele jogou o primeiro tempo (diante do CSA) e saiu no intervalo. Foram feitos 19 testes no CSA e ninguém testou positivo. Seis dias depois, repetimos mais 18 testes e nenhum positivo. Mais alguns dias e outros 19 testes realizados e novamente nada de positivo. A análise das interações entre clubes mostra total segurança nos jogos e temos provas que não houve transmissão.”

Informações Estadão Conteúdo

Prefeitura de Curitiba proíbe jogos de Athletico, Coritiba e Paraná na cidade

Trio de Ferro terá que jogar o Campeonato Paranaense fora da capital

A secretária de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, informou que nenhum esporte coletivo será liberado no novo decreto para o combate ao Covid-19. A decisão impede a realização de jogos de Athletico, Coritiba e Paraná na cidade.

“Não vamos liberar nenhum Campeonato Paranaense nem atividade coletiva. Estão todas vetadas”, declarou Huçulak, em entrevista coletiva.

Com a proibição dos jogos, Athletico, Coritiba e Paraná terão que mandar suas partidas longe de Curitiba. Algumas opções são a Estradinha, em Paranaguá, e o estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa. O Pinhão, em São José dos Pinhais, está sem o laudo de vistoria de engenharia.

Além dos jogos de futebol, a decisão também afeta a realização da partida do Curitiba Vôlei pelas quartas de final da Superliga Feminina. O jogo está marcado inicialmente para a próxima terça-feira (16), às 19h, no Colégio do Positivo Júnior.

Apenas três jogos do Campeonato Paranaense foram remarcados

O Campeonato Paranaense retorna na quinta-feira (11) com três partidas: Toledo x Rio Branco, às 17h15, e Londrina x Maringá, às 16h, pela primeira rodada, e Azuriz x FC Cascavel, pela segunda rodada, às 16h.

Informações Banda B.