[VIDEO] Passeio de Trem Curitiba Morretes – Melhores Momentos

[VIDEO] Passeio de Trem Curitiba Morretes - Melhores Momentos

Confira o vídeo do passeio de trem sobre a ferrovia construída em 1885 que liga Paranaguá a Curitiba, 130 anos de história e lindas paisagens:

Conhecendo um pouco da história da Ferrovia que liga Curitiba a Paranaguá que teve inicio da construção em 1880 e concluída em 1885. Construção essa que teve bastante dificuldades devido ao seu trajetos sinuoso e com muitos túneis para ser abertos. Sua extensão até Paranaguá é de 110 quilômetros passado pela sua maioria na Mata Atlântica. Sua composição é de 13 túneis ativos e 1 desativado, 30 pontes e alguns viadutos. Com mais de 130 anos de história, sua descida é de mais de 900 metros de altitude. Sua construção era considerada pela maioria dos engenheiros europeus, uma obra realmente difícil e impossível de ser realizada.

Seu principal objetivo era ligar as cidades do litoral paranaense com a capital Curitiba, ligando também o Porto de Paranaguá com as cidades do Sul do Brasil, para a distribuição de grãos do estado, possibilitado assim um crescimento econômico e seu desenvolvimento.

Tamanho esforço empenhado por mais de 9000 homens em cinco anos, resultou em uma das mais fantásticas obras da engenharia mundial do século XIX.

Sua inauguração se deu em 2 de fevereiro de 1885 e os primeiros viajantes foram engenheiros, autoridades federais e locais, jornalistas e outros convidados. A viagem entre Paranaguá e Curitiba durou nove horas: ao chegar à Capital, mais de 5.000 pessoas aguardavam o trem.

[VIDEO] Passeio de Trem Curitiba Morretes - Melhores Momentos

Via Curitiba Antiga.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Curitiba ilumina pontos turísticos de laranja pela prevenção ao câncer de pele

Nesta terça-feira (7/12), a Praça do Japão e a Torre de Cronometragem do Parque Náutico estarão iluminados de laranja, em alusão à adesão de Curitiba ao Dezembro Laranja, a campanha nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

A iluminação nesses locais foi feita para essa segunda-feira (6/12) e hoje ainda pode ser contemplada pela população. O objetivo é chamar a atenção dos curitibanos sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoce, além de orientar sobre os cuidados que devem ser incorporados à rotina diária.

O câncer de pele é o tipo de neoplasia mais incidente no Brasil, com cerca de 180 mil novos casos ao ano. Em Curitiba, dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam a projeção de 1.820 novos casos por ano. A boa notícia é que a maior parte, 95%, é do tipo não melanoma, menos agressivo. Além disso, quando descoberto no início, tem mais de 90% de chances de cura.

“Por isso é importante que a população fique atenta aos sinais e sintomas, e procure logo um serviço de saúde”, afirma a dermatologista do Centro de Especialidades de Santa Felicidade da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, Simone Viola Ampuero Gehlen.

Prevenção

De acordo com a médica, a orientação é para que as pessoas fiquem atentas a lesões na pele que não cicatrizam, principalmente nas áreas que comumente ficam expostas ao sol. Sangramentos e pruridos neste tipo de lesões também são sinais de alerta. Segundo Simone, é importante observar pintas com mudança na cor e bordas irregulares.

Em qualquer um desses casos, a orientação é procurar o mais breve possível, um serviço de saúde, para uma avaliação. No SUS Curitibano, a porta de entrada é a unidade de saúde. Caso seja necessário, a unidade faz o encaminhamento do paciente para um especialista.

Além de observar os sinais de alerta, é importante também se prevenir. Medidas básicas do dia a dia que podem ajudar são o uso de filtro solar nas áreas que ficam expostas (com mínimo de fator de proteção solar de 30); evitar o sol entre as 10h e 16h; além de usar chapéu e roupas que protejam a pele o máximo possível da exposição direta ao sol.  

Câmara de Curitiba aprova suspensão de reajuste e limita correção do IPTU em 2022

O projeto da Prefeitura que adia a revisão da Planta Genérica de Valores e garante que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) não sofra reajuste em 2022 foi aprovado, por unanimidade, nesta segunda-feira (06/12) em primeiro turno na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). A proposta, que recebeu 38 votos favoráveis, será votada em segundo e último turno nesta terça-feira (07/12).

Confirmada a aprovação, a atualização da Planta Genérica de Imóveis fica adiada para outubro de 2022, sendo que o reajuste que será aplicado valerá para 2023.

Dessa forma, os reajustes que estavam em vigor nos últimos anos, de 4% para imóveis residenciais, e de 7% para terrenos (mais a inflação), não serão praticados no IPTU 2022, que terá apenas a correção pela inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

A revisão da Planta Genérica de Valores atualizaria o valor venal dos imóveis da cidade, de acordo com o mercado. Com isso a cobrança do IPTU poderia variar acima da inflação para aqueles imóveis com valor venal defasado.

“A atual pandemia de Covid-19 teve repercussão no campo econômico, diminuindo a renda de muitas famílias e a receita de muitas empresas, que foram obrigadas a paralisar suas atividades. Fazer essa correção, neste momento, traria inúmeros prejuízos para população”, diz a mensagem da Prefeitura no projeto.

A revisão da Planta Genérica é prevista pela legislação. A Lei Complementar nº 40, de 18 de dezembro de 2001 determina, no § 2º do art. 36, que o Poder Executivo deve encaminhar ao Poder Legislativo, até o dia 15 de outubro do primeiro ano do mandato, projeto de lei com proposta de atualização dos valores unitários de metro quadrado de construção e de terrenos, constantes na Planta Genérica de Valores Imobiliários

No entanto, a valorização imobiliária observada nos últimos quatro anos e a entrada em vigor da nova Lei de Zoneamento, em agosto de 2020, provocaram consideráveis alterações na ocupação urbana, com reflexos diretos no valor venal dos imóveis na capital.