Vestibular 2018: seis assuntos que podem ser tema de redação

O segundo semestre do ano marca a reta final para os alunos que estão se preparando para o vestibular. Entre os principais fatores de classificação nas provas – e o que mais assombra os vestibulandos – está a redação. Dependendo da universidade e do curso escolhido, a nota alcançada no texto é fator determinante para a aprovação, ou não, do estudante. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece nos dias 4 e 11 de novembro, a nota da redação pode significar a desqualificação do candidato. No ano passado, por exemplo, houve recorde de notas zero na redação.

“Estar atento ao que tem acontecido no Brasil e no mundo é fundamental para a preparação para a redação. Os melhores argumentos, muitas vezes, são os próprios conhecimentos adquiridos no Ensino Médio”, aconselha o professor de redação do Curso Positivo, Gabriel Félix. Além disso, o professor também salienta que temas de esfera muito distante da realidade brasileira não têm grandes chances de serem abordados. “Acontecimentos específicos de outro continente, como o acordo de paz entre as Coréias, não é algo que o estudante possa opinar para solucionar, logo, não deve ser o foco das provas”, diz. Abaixo, o professor lista seis sugestões de temas que ele acredita serem pertinentes nos vestibulares deste ano:

1 – Sociedade de consumo e natureza
Com as recentes ações de conscientização do consumo de canudos plásticos, a consequência do consumo e dos resíduos sólidos urbanos pode ser um tema ambiental para as redações deste ano.

2 – 50 anos do maio de 68
Movimento de protesto estudantil iniciado na França pedindo reformas no setor educacional comemorou seu cinquentenário em 2018.

3 – Fake News 
Tendo em vista as eleições presidenciais e a facilitação que a tecnologia proporcionou para a propagação de informações, as notícias falsas podem ser motivação de debate a respeito da força da mídia e vantagens e desvantagens da  democratização da informação.

4 – Violência
Dentro do parâmetro social, a mortalidade juvenil e os altos índices de violência urbana podem ser abordados para discutir a segurança pública e a desigualdade social no Brasil.

5 – Mobilidade urbana e moradia
Alta quantidade de veículos, grandes congestionamentos, falta de moradia adequada e pessoas em situação de rua podem ser pontos explorados pela prova, com gancho da queda do prédio ocupado irregularmente em São Paulo.

6 – Esporte
A Copa do Mundo na Rússia pode ser motivação para argumentação sobre a influência do esporte na formação social e na cidadania.

 

Sobre o Curso Positivo

Fundado em 1972, o Curso Positivo nasceu de um sonho de um grupo de jovens professores, apaixonados pela profissão, que se uniram por um ideal: criar um curso pré-vestibular diferente, que acompanhasse os estudantes até os dias que antecediam o vestibular – algo pioneiro no Brasil, no início da década de 70. Desde então, o Curso Positivo se estabeleceu como uma instituição de destaque, registrando, historicamente, o maior índice de aprovação nos vestibulares mais concorridos das mais importantes faculdades e universidades do Paraná, bem como excelentes resultados nos exames das principais instituições de Ensino Superior do Brasil. O Curso Positivo conta com quatro sedes em Curitiba (PR) e uma em Joinville (SC) e dispõe de uma equipe de professores com grande experiência, material didático de alta qualidade para a melhor preparação e um inovador sistema de aulas dinâmicas totalmente focado na aprovação dos vestibulandos. O Curso Positivo utiliza o Sistema Positivo de Ensino, da Editora Positivo, que fornece sistemas de ensino de vanguarda para escolas públicas e particulares, atingindo atualmente cerca de 1 milhão de alunos no Brasil e no Japão.

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UEM transfere provas do Vestibular 2020 de Curitiba para Ponta Grossa

A Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) informou nesta quarta-feira (19), mediante o Edital 17/2021, que excepcionalmente para o Vestibular 2020 (ingresso em graduações presenciais no ano letivo de 2021), as provas de 23 e 24 de maio de 2021 na cidade de Curitiba serão transferidas para o município de Ponta Grossa, a cerca de 100 quilômetros da Capital, devendo os 1.921 candidatos inscritos para Curitiba atentarem-se.

A mudança é necessária para cumprimento do Decreto Municipal 890/21 da Prefeitura de Curitiba. Haverá apoio logístico e infraestrutura da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). De acordo com o edital da CVU, o ensalamento e o endereço do novo local de aplicação de provas, para vestibulandos previamente inscritos para Curitiba, poderá ser consultado no Menu do Candidato a partir das 17h de sexta-feira (21).

Divulgação

Anteriormente, a universidade possuía autorização da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná para realização do processo seletivo em Curitiba. No entanto, com a publicação do Decreto Municipal 890/21, a realidade mudou.

A CVU da UEM reitera que as aplicações do Vestibular 2020 prosseguem – agora, além de Ponta Grossa – normalmente em outras dez cidades paranaenses, nos dias 23 e 24 de maio de 2021: Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

A universidade também reforça que em todos os locais de prova haverá um rigoroso protocolo de biossegurança para que sejam minimizados os riscos de contaminação tanto de candidatos quanto de fiscais e membros da organização do processo seletivo.

Todos os candidatos do Vestibular 2020 necessitam se programar com bastante atenção em relação a hospedagem, transporte e alimentação, já que o Poder Executivo de cada cidade tem autonomia para aplicar regras específicas quanto ao combate da pandemia.

Em Brasília, Ratinho Junior defende modelo de pedágio baseado na menor tarifa

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior defendeu nesta semana, em reuniões com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a necessidade da implementação de um modelo de pedágio que respeite o anseio da sociedade paranaense pela menor tarifa, sem outorga. 

O Ministério de Infraestrutura estudará as mudanças sugeridas pelo Paraná e apresentará um novo modelo. A ideia é que o novo projeto seja justo com o desejo dos paranaenses.

A intenção, ressaltou o governador, é nortear a concessão dos 3.327 quilômetros de rodovias que cortam o Paraná em torno de duas diretrizes: maior número de obras e menor valor de tarifa cobrada do usuário. Os atuais contratos de pedágio terminam em novembro deste ano.

“O governo federal deve fazer mudanças e apresentar uma nova proposta ao Paraná. Reforçamos o desejo de todos os paranaenses por uma tarifa mais baixa, com a execução de obras e que o leilão ocorra na Bola de Valores de São Paulo, com a maior transparência possível. Esse é o nosso compromisso com a infraestrutura do Paraná”, destacou Ratinho Junior.

As propostas apresentadas pelo governador estão alinhadas ao modelo proposto pelo G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense, que entregou ao Ministério da Infraestrutura documento solicitando alterações no modelo de pedágio proposto para o Paraná.

Os empresários pedem que a licitação da concessão seja pela menor tarifa, sem limite de desconto; garantia de execução das obras por meio de depósito caução; adequação no degrau tarifário das pistas duplicadas; a desoneração do PIS/Cofins que incide sobre as tarifas de pedágio; e a transparência total no processo.

“Junto com o setor produtivo e lideranças locais, o Governo do Paraná defende um modelo que contemple o que a população nos exige: o menor valor na tarifa de pedágio”, afirmou o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Os novos traçados, segundo demanda do Governo do Estado, estão divididos em seis lotes, mas com desenhos diferentes do atual, já que incluem rodovias que não estavam contempladas até então, como a PR-323, no Noroeste, a PR-280, no Sudoeste, e a PR-092, no Norte Pioneiro. O conjunto de rodovias em projeto é formado por estaduais (35%) e federais (65%).

Sandro Alex reforçou o pedido para que as obras sejam executadas em sua grande maioria nos primeiros anos do contrato. O pacote atual, lembrou ele, prevê a duplicação de 1.783 quilômetros (90% até o sétimo ano do acordo), a construção de 10 contornos urbanos, 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas e de 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito.

A proposta contempla ainda sinal de wi-fi em todos os trechos de estradas, câmeras de monitoramento e iluminação em LED.