Veja aqui se você poderá receber uma bolsa do Fies

Com um dia de atraso, o resultado da pré-seleção para bolsas oferecidas pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) 2021 foi publicado na manhã desta quarta-feira (3). Acesse a página do Fies e saiba se você poderá ser contemplado com uma das 93 mil bolsas disponíveis. As informações são do Alerta Paraná

O Ministério da Educação está disponibilizando R$ 500 milhões para as bolsas e os candidatos pré-selecionados deverão complementar sua inscrição entre s 3 e 5 de fevereiro. Já os candidatos não selecionados integrarão uma lista de espera, podendo ser convocados a qualquer momento, até o dia 18 de março.

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UEM e UEL estão entre as universidades que mais produzem pesquisa no mundo

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) estão classificadas entre as instituições de ensino superior que mais produzem pesquisa no mundo, segundo o ranking elaborado pelo Centro de Estudos em Ciência e Tecnologia (CWTS, na sigla em inglês), da Universidade de Leiden, na Holanda. Os estudos do CWTS Leiden Ranking 2021 avaliaram a produção científica no período de 2016 a 2019.

O Leiden Ranking analisa a pesquisa acadêmica produzida pelas universidades, a partir da produção científica publicada na base de dados multidisciplinar Web of Science, editada pela empresa Clarivate Analytics. Nesta edição, foram ranqueadas 1.225 universidades de 69 países em diferentes continentes. O Brasil classificou 31 instituições entre as mais bem avaliadas.

Para o superintendente estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, esse ranking representa uma perspectiva multidimensional do desempenho universitário paranaense. “Os resultados refletem as políticas governamentais voltadas ao fomento e fortalecimento da pesquisa aplicada, com foco no desenvolvimento tecnológico, econômico e social”, afirma Bona. Ele destaca que o Paraná é um dos estados que, proporcionalmente, mais investem em educação superior no Brasil.

O superintendente reforça a articulação de novos arranjos institucionais para possibilitar a aproximação das universidades estaduais com a sociedade, a fim de torná-las o braço de atuação do Governo para o desenvolvimento regional equilibrado. “O intuito é fazer com que esse ativo e inteligência, constituído pelas instituições de ensino superior, esteja à disposição da população e dos setores produtivos, resultando em um Estado inovador”, salienta.

Aldo Bona enfatiza que o governador Carlos Massa Ratinho Junior apoia iniciativas que fortalecem a autonomia universitária com responsabilidade e transparência. A ideia é que as universidades estaduais do Paraná se consolidem como instituições de fomento ao desenvolvimento regional.

Ao longo dos últimos anos, foram lançados vários programas de apoio à pesquisa, à inovação e à extensão, voltados ao desenvolvimento econômico e social e à melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Estado.

ÁREAS 

O CWTS Leiden Ranking 2021 contempla quatro indicadores: impacto científico, colaboração, que considera parcerias interinstitucionais, internacionais e com a indústria; artigos publicados na modalidade de acesso aberto, e diversidade de gênero, que corresponde à proporção de autorias masculinas e femininas.

Esses aspectos foram analisados em cinco áreas do conhecimento: Ciências Biomédicas e da Saúde; Ciências da Terra e da Vida; Matemática e Ciências da Computação; Ciências Físicas e Engenharia; e Ciências Sociais e Humanidades.

Os dirigentes da UEM e da UEL ressaltam a importância da pesquisa científica na formação técnica e profissional, para além das aulas convencionais.

“A pesquisa científica é fundamental para encontrar respostas e soluções em um mundo baseado, cada vez mais, em incertezas, assegurando um planeta mais sustentável, mais justo e mais próspero”, afirma o reitor da UEM, professor Júlio César Damasceno.

“Todo conhecimento gerado nos projetos de pesquisas é agregado aos cursos de graduação, contribuindo para a melhoria do ensino superior”, afirma o vice-reitor da UEL, professor Décio Sabbatini Barbosa.

RANKING 

No tópico impacto científico, a UEM e a UEL ocupam as posições 795 e 958 do ranking, respectivamente. Considerando somente as instituições brasileiras, as duas estaduais paranaenses estão classificadas em 18º e 23º lugares. No caso da UEM, são 1.560 artigos publicados no período, 41,8% (653) estão entre os melhores do mundo (top 50%), conforme as áreas do conhecimento. Já na UEL, dos 1.121 artigos publicados, 43,3% (524) estão entre os melhores do mundo.

Em relação ao item colaboração, que analisa as parcerias interinstitucionais, internacionais e com a indústria para a produção de artigos, a UEM e a UEL aparecem nas colocações 911 e 1.018. Ainda nesse quesito, entre as demais universidades brasileiras mais bem avaliadas, dentre as 31 instituições classificadas, as estaduais do Paraná aparecem em 24º e 30º lugar.

Tais resultados são os mesmos da análise de artigos publicados na modalidade de acesso aberto, que compreende a disponibilidade e gratuidade de acesso por qualquer pessoa aos resultados de pesquisas científicas, sendo alternativa ao modelo tradicional de publicação, que restringe o acesso ao conteúdo, por meio do pagamento de assinaturas.

O último ponto avaliado considera a quantidade de artigos publicados por gênero, critério que posiciona UEM e UEL nas colocações 588 e 706 da classificação geral. No Brasil, elas estão ranqueadas em 17º e 23º lugares. Esse indicador contempla o número de mulheres autoras de artigos, assim como a proporção relativa ao total de autores vinculados a cada uma das universidades.

Deputados aprovam projeto que pode reduzir em até 20% o preço do gás de cozinha no Paraná

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou na sessão plenária desta segunda-feira (7) a proposta que pode reduzir o preço do gás de cozinha em até 20%. O projeto de lei 188/2021, assinado pelos deputados Ademar Traiano (PSDB), Delegado Francischini (PSL) e Hussein Bakri (PSD), que permite ao consumidor efetuar a compra do gás de cozinha de qualquer marca, independente daquela estampada no botijão, passou em primeiro turno de votação.

O texto estabelece que, em todo o estado do Paraná, o titular da marca inscrita em vasilhame ou embalagem reutilizável, não poderá impedir a livre circulação do produto ou reutilização do recipiente, ainda que por empresa concorrente, ou criar, por meio de marca, vínculo artificial com o consumidor de maneira a impedir a plena liberdade de adquirir produto de sua escolha.

Os autores destacam na justificativa da proposta que hoje, no país, existem aproximadamente 150 milhões de botijões de posse das revendedoras ou dos consumidores, e que mesmo que cidadão possua o botijão, este não pode enchê-lo, por exemplo, na empresa que tenha o menor preço, pois as maiores distribuidoras se protegem através da marca estampada no botijão, dificultando a entrada de novas empresas distribuidoras no mercado e consequentemente, diminuindo a livre concorrência, a qual poderia promover a redução do preço do botijão e do GLP para a população.

O objetivo do projeto, segundo os autores é permitir a opção de escolha do consumidor pela marca mais barata e não obrigar a adquirir o produto da marca estampada do botijão, que poderá ser mais caro. Ainda segundo a matéria, a medida poderá promover uma redução entre 15 e 20% no preço final ao consumidor.

“Com esse projeto estamos democratizando o atendimento daqueles que precisam de um bujão de gás, que hoje está concentrado na mão de poucas empresas credenciadas. Queremos oportunizar a possibilidade de que outras pequenas empresas possam fazer essa distribuição e atender aos consumidores”, afirmou Traiano. “É uma proteção ao consumidor. Vai ter uma repercussão enorme no preço na ponta a partir do momento que vamos estimular a concorrência e o proprietário do botijão puder escolher onde trocar”, reforçou Francischini. “A medida também é importante para conter o aumento descontrolado dos preços de produtos essenciais aos paranaenses em meio à pandemia”, concluiu Bakri.

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