Variante ômicron frustrou planos da Prefeitura de Curitiba de liberar uso da máscara

A descoberta da variante ômicron da Covid-19, no último mês de novembro, frustrou os planos da Prefeitura de Curitiba de liberar o uso da máscara em ambientes externos. Em entrevista à Banda B, nesta quarta-feira (8), a secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak, afirmou que a expectativa era ter flexibilizado a utilização do equipamento de proteção agora em dezembro.

“A gente tinha uma pretensão, mas o vírus tem nos desafiado. A gente tinha uma pretensão, talvez se não tivesse a variante ômicron, de liberar o uso da máscara em ambientes externos agora em dezembro. Mas, com a chegada da ômicron, tudo ficou em stand-by. Até tem uma recomendação da Secretaria de Estado da Saúde da manutenção e a gente está alinhado da mesma forma”, disse Huçulak.

Nesta semana, Curitiba registrou menos de mil casos ativos de Covid-19, que correspondem ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus. A última vez que a cidade teve um índice menor que mil foi em junho do ano passado.

De acordo com os dados do Painel Covid-19, da Secretaria Municipal da Saúde, o número de casos ativos diminuiu 92% em um ano. Em 8 de dezembro de 2020, exatamente um ano atrás, a cidade possuía 14.112 casos ativos.

“A gente repercute isso como uma excelente notícia neste momento, porque se a gente voltar um ano atrás nessa data nós estávamos no olho do furacão, com mais de 14 mil casos ativos. Se a gente pegar 8 de dezembro de 2020, veremos um número absurdo, foi aquela onda do final do ano em dezembro que assustou todo mundo, foi um Natal triste para família e todos os profissionais de saúde. Então, a gente comemora esse dado de hoje, mas com a cautela de muita gente que não tomou a vacina”, avaliou a secretária.

Huçulak atribui a redução de casos ao índice de vacinação. Curitiba chegou nesta quarta-feira a 80,6% da população vacinada, ao menos, com uma dose. Em relação à população completamente imunizada (com duas doses ou dose única), a cobertura chega a 72,8%.

“Não basta eu estar imunizado, eu preciso que a pessoa que eu convivo também esteja. Quanto mais pessoas vacinadas, maior será a proteção da sociedade como um todo. Essa baixa de números de casos ativos, de positividade, de casos novos, de internação, é por causa da vacina. A gente tem um dado que 83% dos óbitos são em pessoas não imunizadas. Então, a vacina é proteção, é necessária. É importante que, se a pessoa não quer acreditar na vacina, a sociedade voltou ao normal, todo mundo voltou a conviver, só isso já é um argumento suficiente”, reforçou.

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Oficina sobre prevenção de acidentes e primeiros socorros mobiliza 2 mil pessoas em Curitiba

Oficina sobre Prevenção de Acidentes e Primeiros Socorros, na Primeira Igreja Batista, no Batel. Curitiba, 02/02/2023. Foto: Luiz Costa/SME

Mais de 2 mil pessoas, entre diretores de escolas, pedagogos, representantes de Centros de Educação Infantil (CEIs) contratados e funcionários terceirizados da limpeza da Educação participaram nesta quinta-feira (2/2) da Oficina sobre Prevenção de Acidentes e Primeiros Socorros, na Primeira Igreja Batista, no Batel.

A formação é ministrada por meio de parceria entre as Secretarias Municipais de Defesa Social e Trânsito e Educação, com o objetivo de capacitar as equipes das unidades educacionais a prestarem atendimento emergencial.

“São ações que podem salvas vidas, todos devem se sentir partícipes desta grande iniciativa”, disse a secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila.

O chefe de Operações da Defesa Civil de Curitiba, Rodrigo Alípio, destacou a importância de servidores e terceirizados saberem tomar as medidas necessárias em casos de emergência. “Pequenas atitudes podem salvar vidas”, frisou Alípio.

A diretora do Departamento de Logística, Maria Cristina Brandalize, esclareceu que a oficina desta quinta-feira integra as ações do Conhecer Para Prevenir (CPP), programa desenvolvido em parceria entre Educação e Defesa Social.

Criado em 2005, o CPP orienta e prepara a comunidade escolar para enfrentar situações de risco e emergências, como incêndios, ataques de abelhas ou animais, vazamentos de gás.

As atividades envolvem capacitação de professores, funcionários e estudantes da rede municipal nas áreas de prevenção, combate a incêndios e primeiros socorros.

Todas as escolas da rede são atendidas e neste ano as unidades contratadas também participam. “A Defesa Civil nos traz os protocolos de atendimento que farão toda a diferença numa situação de emergência, como um bebê que se engasga”, disse Brandalize.

Autoridades presentes

Também estiveram presentes o vereador Leônidas Dias; os superintendentes Andressa Pereira (Gestão Educacional) e Oséias Santos de Oliveira (Executivo); a diretora do Departamento de Educação Infantil, Kelen Patrícia Collarino; o representante da Igreja Batista, Amauri Antônio da Silva; representantes da Defesa Civil de Curitiba; e chefes de departamentos da Secretaria da Educação.

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

Opção vegana faz sucesso em sorveteria curitibana

As sobremesas costumam ter atenção especial de pessoas com restrições alimentares. Diferentes de pratos salgados, nos quais é mais fácil perceber que levam carne ou algum tipo de alimento de origem animal, os doces precisam de mais informações para garantir que são veganos. Uma pedida para pessoas veganas que não leva leite ou qualquer outro insumo de origem animal é a linha da SOFT Ice Cream.

A rede apresenta sorvetes artesanais, com dedicação a cada etapa da produção de suas sobremesas. E as opções veganas da marca também estão entre as mais pedidas, até por quem não tem restrição quanto ao que consome. Mantendo muito sabor, os sorvetes veganos são feitos com as frutas, água e açúcar, não levando nenhum tipo de ingrediente de origem animal, nem conservante, emulsificante, corante ou aromatizante. O de frutas vermelhas é feito com morango, framboesa, amora e mirtilo, enquanto o de frutas amarelas leva manga e maracujá.

São três lojas SOFT em Curitiba, e casa uma tem sua opção. As unidades Batel e Palladium servem frutas vermelhas, enquanto a do MON tem frutas amarelas.

A SOFT conta com três lojas em Curitiba: Shopping Palladium (Av. Presidente Kennedy, 4121 – Piso L1 – Portão), Batel (Al. Dr. Carlos de Carvalho, 665) e Museu Oscar Niemeyer – MON (R. Manoel Eufrásio, 1550 – Centro Cívico). Mais informações no perfil oficial da rede no Instagram (@soft.icecream.co).

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