Teatro Guaíra faz apresentações de dança em pontos turísticos de Curitiba

O Teatro Guaíra inicia nesta sexta-feira (22), ao meio-dia, o projeto “Parques e Praças”, com apresentações de dança semanais em pontos turísticos de Curitiba. O primeiro espetáculo será a obra “Valsa de Apartamento”, do Balé, dançada na Praça Rui Barbosa.

Há ainda obras da Escola de Dança Teatro Guaíra e G2 Cia. de Dança. As atrações são gratuitas e acontecem semanalmente até o dia 4 de dezembro em diversos espaços públicos da cidade (veja mais detalhes abaixo).

O projeto tem o objetivo de levar espetáculos culturais a um público amplo de forma segura, considerando o cenário de controle da pandemia e ampla vacinação. Com as atividades virtuais desenvolvidas no primeiro semestre de 2021, o Teatro Guaíra chegou a mais de 600 mil paranaenses. O “Parques e Praças” é uma forma de agradecer a esses espectadores online e retomar a presença física do público com segurança.

Para a diretora do Teatro Guaíra, Monica Rischbieter, esse é um momento especial de reencontro com o público presencial depois de meses de atividades virtuais. “Depois de meses de distanciamento social, estamos perto fisicamente do público de novo. O artista precisa desse contato, só assim a arte cumpre sua função. Para nós é uma alegria poder levar a dança do Teatro Guaíra para o público nas ruas da cidade”, disse.

A ação é uma parceria da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Centro Cultural Teatro Guaíra, PalcoParaná e Prefeitura de Curitiba. 

ESPETÁCULOS – O Balé Teatro Guaíra leva ao público a primeira apresentação presencial de “Valsa de Apartamento”, coreografia virtual do início de 2021 que foi destaque nacional. Na Praça Rui Barbosa, a valsa de Shostakovich vai embalar o público com movimentos suaves dos bailarinos.

O BTG apresenta ainda outros dois espetáculos. No dia 6 de novembro, o público assiste à “Carmen”, uma das tragédias mais conhecidas da história da arte. Dia 12 de novembro é a vez de “Caixa de Cores”, uma coreografia contemporânea que trata da influência das cores em nossa vida e o que elas representam para cada indivíduo.

A Escola de Dança Teatro Guaíra reúne 50 alunos para participar de 3 apresentações, incluindo uma coreografia criada especialmente para o projeto, “Pas de Six”. O público poderá conferir espetáculos clássicos, como trechos de “O Quebra Nozes”, “Giselle” e o famoso “pas de trois” de “O Lago dos Cisnes”, além de repertório contemporâneo.

A primeira apresentação da EDTG acontece dia 29 de outubro, na Praça Tiradentes, às 15h. Por fim, o G2 Cia. de Dança encerra a programação em 4 de dezembro com uma coreografia contemporânea de repertório.

Confira a programação:

Dia 22 de outubro (sexta-feira), Praça Rui Barbosa, ao meio-dia: Balé Teatro Guaíra apresenta “Valsa de Apartamento”;

Dia 29 de outubro (sexta-feira), Praça Tiradentes, às 15h: Escola de Dança Teatro Guaíra apresenta trechos de “O Quebra-Nozes”, “La Fille mal gardée”, “Esmeralda” e repertório contemporâneo;

Dia 6 de novembro (sábado), Parque Tanguá, às 15h: Balé Teatro Guaíra apresenta “Carmen”;

Dia 12 de novembro (sexta-feira), Praça Generoso Marques, às 15h: Balé Teatro Guaíra apresenta “Caixa de Cores”;

Dia 20 de novembro (sábado), Parque São Lourenço, às 15h: Escola de Dança Teatro Guaíra apresenta trechos de “O Lago dos Cisnes”, “Princesa Florine” e repertório contemporâneo;

Dia 26 de novembro (sexta-feira), Praça Santos Andrade, às 15h: Escola de Dança Teatro Guaíra apresenta trechos de “O Quebra-Nozes”, “Giselle” e repertório contemporâneo;

Dia 4 de dezembro (sábado), Museu Oscar Niemeyer, às 15h: G2 Cia. de Dança apresenta repertório contemporâneo.

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Dia dos Namorados antecipado no Bar Quermesse terá menu especial com preço popular

Com um ambiente descontraído e aconchegante, que aposta em um clima bem especial que remete às festas de interior, O Bar Quermesse conquistou o público curitibano com um cardápio que valoriza o melhor da gastronomia regional brasileira. Referência em culinária caseira, o bar será o destino ideal para os casais, que amam as tradicionais comidinhas de boteco, celebrem o Dia dos Namorados.

Antecipado para o domingo, dia 11 de junho, o Dia dos Namorados do Bar Quermesse vai oferecer um menu de jantar especial para os casais curitibanos, que poderão saborear um preparo bem especial por um preço acessível. Com uma proposta romântica e focada em uma tradicional iguaria para esquentar o frio que costuma fazer na data, o empreendimento vai oferecer o saboroso Mignon Chic, um fondue com iscas de mignon puxadas na manteiga servidas com pão italiano especial recheado de creme de queijo e especiarias. Tudo isso acompanhando por uma garrafa de vinho. A opção completa custará apenas R$ 100 por casal.

“Pensamos em uma opção de jantar especial e descontraída que vai reunir o romantismo do Dia dos Namorados com o ambiente convidativo e acolhedor do Quermesse”, comenta José Araujo Neto, sócio proprietário do Quermesse. “Não podíamos deixar de preparar algo diferenciado e oferecer aos casais curitibanos uma noite especial na data mais romântica do ano”, complementa.

O Bar Quermesse fica na Rua Carlos Pioli (nº 513), no bairro Bom Retiro, e funciona de terça a sexta, das 18h às 01h, e aos sábados e domingos, das 11h30 às 01h. Mais informações pelo telefone (41) 3026-6676.

Conheça os segredos do chef inquieto que não para de empreender na gastronomia

Herdeiro da família que conduz um dos maiores restaurante da América Latina, o Madalosso, no tradicional bairro de Santa Felicidade, em Curitiba (PR), o empresário Beto Madalosso, de 44 anos, construiu a sua carreira em empreendimentos de gastronomia na capital paranaense. Formado em Administração e pós-graduado em Economia, Madalosso também é chef de cozinha. Foi na junção entre a cozinha e a gestão que ele se encontrou.

Com quinze anos de experiência na área, Madalosso está envolvido atualmente na criação de dois novos empreendimentos na cidade: um estabelecimento que foge da influência italiana, o Sambiquira, e em outro sem salão, no formato de entrega, o Trolha. Ambos são reflexos de sua experiência de vida e formações, seguindo um caminho natural pelo ato de empreender.

“Eu fui forjado um empreendedor. Se formos pensar, uma pessoa que é filho de músicos e cresce em um ambiente musical, tem uma tendência elevada de seguir a mesma carreira. Trabalhar em restaurante não demanda uma especialidade inicial, como seria com um filho de médicos. Quando menos se vê, você está trabalhando no empreendimento, servindo mesas, atendendo a porta”, conta Madalosso a respeito de sua experiência no restaurante da família.

No entanto, chegou o momento em que sentia o desejo de que o seu restaurante tivesse a sua “pequena história de vida, refletisse minha idade e meu jeito de ser”. “Tocar o negócio da família é uma experiência prazerosa, mas chega um momento no qual se quer trabalhar do seu jeito”, conta.

Negócios traduzem um momento de vida

Sua primeira empreitada solo foi com a Forneria Copacabana, que se transformou em Carlo, restaurante voltado à cozinha afetiva de origem italiana. Atualmente, ele também administra duas unidades do Madá Pizza & Vinho, que vende mais de 3 mil pizzas ao mês. Agora, o empreendedor envereda pela gastronomia brasileira com as comidas de boteco do Sambiquira e se envolve nos detalhes finais do Trolha, previsto para inaugurar até o fim de março.

Madalosso compara a criação de um restaurante a um processo artístico. “Empreender é uma materialização de nós mesmos e da nossa identidade momentânea. É a tradução de um sentimento, um sonho que é dividido com as pessoas”, diz. “Cada negócio traduz um momento de vida, um comportamento, um cenário econômico e político, uma inspiração que surgiu em uma viagem”, ressalta.

É comum que se queira compartilhar este sonho com mais pessoas e de outras localidades. “O Madá é muito elogiado por turistas e pessoas de fora, incluindo de São Paulo. Já estudamos bastante para levar o negócio para fora de Curitiba. Sabemos que temos uma oportunidade muito interessante, pois o produto se destaca”, afirma.

Novas ideias saindo do papel

Este processo de criação mescla o instinto das experiências prévias e os conhecimentos adquiridos ao longo da vida. “É um processo muito intuitivo. Claro que, por trás disso, existe muita pesquisa e muitas informações colhidas ao longo do tempo”, opina. No caso do Sambiquira, a ideia de um espaço voltado à comida de boteco acompanha um maior interesse pela cultura brasileira, algo que cresceu muito nos últimos anos de sua vida.

Inicialmente, a ideia seria fazer algo limitado a cortes de frango, mas o conceito mudou. “Pensamos em algo que sirva bolinho de carne, cachaça e toque música brasileira. O foco está em construir uma experiência completa, pensando em cada detalhe, o que vai muito além de só o cardápio e a localização. Nós avaliamos até mesmo o tamanho da mesa e dos copos dentro do contexto de um boteco e que um restaurante não permitiria”, explica.

O Trolha, inaugurado recentemente, no dia 17 de abril, oferece uma experiência completamente digital, seguindo a conjuntura de entrega e delivery. As trolhas são um salgado feito com massa de fermentação natural enrolada, semelhante a um rocambole. “A ideia da trolha é ser um alimento bomba, capaz de matar a ressaca do dia anterior. Até as bebidas de acompanhamento serão muito calóricas para acompanhar este conceito”, diz.

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