Suor excessivo? Saiba como resolver o problema!

O verão chegou e com ele a preocupação: o suor excessivo. Seja por situações de estresse, reações exageradas ao calor ou qualquer outro motivo, há momentos em que a função básica do corpo está desregulada e pode causar não só um desconforto como inúmeros constrangimentos. Situações sociais como o trabalho, por exemplo, que possam exigir uma etiqueta de vestuário, podem ser prejudicadas por um problema simples, de fácil solução. É isso que conta a biomética Eliane Pescador, que em sua clínica, a Ane Bello, realiza tratamentos diversos incluindo contra hiperidrose, nome que se dá à transpiração aumentada.

“A hiperidrose afeta não só a parte física da pessoa, que se sente mal, desconfortável, mas também a autoconfiança quando deixa de visitar os lugares que gostaria, vestir as roupas que gosta ou mesmo praticar certas atividades”, afirma Eliane. A própria intimidade pode ser prejudicada quando a pessoa se retrai por medo da rejeição do companheiro ou companheira. Mas isso pode ser resolvido com aplicações da toxina botulínica, o popular botox.

Esta alternativa é uma praticidade não só no momento da realização do procedimento, mas também uma solução discreta, como comenta: “Muitas pessoas chegam a usar absorventes, algodão e outros materiais abaixo das axilas, ou mesmo carregar mudas de roupa extra e perfumes fortes. O tratamento acaba com este sofrimento, ele ajuda a combater a longo prazo a transpiração, pois na maioria dos casos o suor volta com menos recorrência”, explica Eliane.

Segundo a profissional, o procedimento é feito com injeções indolores na região afetada, e de forma não invasiva, com poucas sessões é possível manter um controle sobre o suor. A partir da avaliação feita na clínica, a biomédica pode entender o caso e recomendar o melhor caminho para uma vida mais saudável, plena e ativa, sem medo de viver boas experiências!

Serviço: Ane Bello Estética – Harmonização facial & corporal Dra. Eliane Pescador Biomédica CRBM 4050

(41) 99949-0735

@anebellocwb

Rua Emiliano Perneta, 860, sala 405 – Centro, Curitiba-PR

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Testes moleculares aliam precisão e agilidade para detectar novas cepas da Covid-19

Com a chegada do outono e do inverno no hemisfério norte, as autoridades europeias preveem uma temporada de alta transmissão da Covid-19 e do Influenza, o vírus causador da gripe. Com uma maior circulação de doenças respiratórias e a ausência de barreiras sanitárias, especialistas temem que a onda que se inicia no outono europeu chegue ao Brasil em janeiro, gerando um novo aumento nos casos e nas mortes por Covid-19. 

No último mês, o Brasil registrou 41.146 novos casos de Covid-19, totalizando 36.552.432 casos desde o início da pandemia, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). Ainda segundo o órgão, 694.985 óbitos foram provocados por problemas relacionados ao coronavírus. Com a circulação das novas subvariantes BQ.1 e BQ 1.1, derivações recentes da variante Ômicron, há ainda mais necessidade de retomar cuidados e restrições como completar o esquema vacinal e tomar as doses de reforço recomendadas (terceira e quarta doses), evitar aglomerações, usar máscaras em lugares fechados ou com contato prolongado com outras pessoas, lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou higienizá-las com álcool em gel.

Ficar atento aos sintomas também é importante para evitar a transmissão. Os mais comuns são: febre ou calafrios, tosse, dificuldade para respirar, fadiga, dor no corpo, dor de cabeça, perda de olfato e de paladar e diarreia. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a BQ.1 foi identificada em 60 países, incluindo o Brasil, e pode se tornar prevalente. Há casos confirmados em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Distrito Federal, no Alagoas, no Espírito Santo, na Amazônia e no Ceará.

Embora não haja evidências de que a BQ.1 possa causar sintomas mais graves, sua resistência e transmissibilidade são maiores, comparadas às outras variantes. A BQ.1 também possui mutações genéticas na proteína Spike, localizada na superfície do Sars-CoV-2, permitindo que o vírus se ligue à célula e a infecte. Isso dificulta o reconhecimento e o combate do vírus pelo sistema imunológico, aumentando também o risco de reinfecção. Identificar a variante da doença propicia um cuidado direcionado para o paciente, interrompe a cadeia de transmissão e evita os altos custos hospitalares e tratamentos incorretos decorrentes do diagnóstico tardio.

Testes oferecem suporte à conduta médica

Nesse cenário, exames que utilizam biologia molecular são fundamentais, pois detectam os patógenos causadores da doença com precisão e agilidade, auxiliando profissionais de saúde a tomarem as melhores decisões em benefício dos pacientes. A Mobius Life Science possui mais de 25 anos de experiência em medicina diagnóstica e oferece exames moleculares que aliam alta sensibilidade, rapidez e praticidade para detectar o coronavírus e suas variantes. 

“Alinhada às necessidades do mercado, a Mobius conta com soluções moleculares para diversas especialidades médicas. Soluções que permitem aos laboratórios a realização de exames de forma rápida, contribuindo para que os pacientes sejam corretamente tratados. Com a eliminação de tratamentos empíricos, devido a diagnósticos que demoram, os pacientes restabelecem sua saúde de forma mais rápida, ganhando em tempo e qualidade de vida, bem como há também uma importante diminuição de custos para todo o sistema, público, privado e ao próprio paciente”, explica Juliano Bison, coordenador comercial da Mobius.

O Kit XGEN Master Covid-19 oferece detecção dos genes ORF1ab e N para SARS-CoV-2. O diagnóstico é realizado em poucas horas e todos os reagentes para a detecção são fornecidos em um único kit.

Os vírus da Influenza A e B também são causas significativas de morbimortalidade em todo o mundo. Idosos e indivíduos comprometidos apresentam risco especial de desenvolver doenças graves e complicações, como pneumonia. Já os casos mais graves do vírus SARS-CoV-2 podem causar pneumonia, insuficiência renal e morte. O diagnóstico pode ser problemático, pois uma ampla variedade de patógenos pode causar infecções respiratórias agudas que se apresentam com síndromes clínicas semelhantes. Os ensaios de PCR em tempo real demonstraram ser uma ferramenta de diagnóstico sensível e específica para a detecção dos vírus Influenza A, Influenza B e SARS COV 2.

O Kit XGEN Multi Covid-19 Flu A/Flu B contém todos os reagentes necessários para identificar os vírus da Influenza A e B e a Covid-19. É um kit compacto e em formato liofilizado, que facilita a logística de transporte e armazenagem em temperatura ambiente(2°C a 40°C), levando a uma menor manipulação  diminuindo as chances de erro e contaminação.

Por sua vez, os vírus sinciciais respiratórios humanos (HRSV)  são os principais agentes de uma infecção aguda nas vias respiratórias. Eles são um contribuinte comum de infecções respiratórias que causam bronquite, pneumonia e infecções pulmonares obstrutivas crônicas em pessoas de todas as idades. Um aliado no diagnóstico é o Kit XGEN Multi Covid-19 Flu/HRSV, capaz de detectar o vírus sincicial respiratório humano, Covid-19 e o vírus da Influenza A e B.

“Dado a quantidade de patógenos que causam infecções respiratórias com os mesmos sinais clínicos ou coinfecções, somados à urgência do diagnóstico, é necessário lançar mão a exames Multiplex. Com isso, o médico poderá tomar condutas mais personalizadas aos pacientes, de acordo com o risco de cada infecção”, explica Juliano.

Identificação correta de patógenos respiratórios evita complicações graves

A maior parte das infecções respiratórias é causada por vírus, mas elas também podem ser decorrentes de bactérias. As doenças causadas pelos patógenos respiratórios podem provocar diferentes sintomas. A identificação do agente responsável permite o melhor manejo terapêutico do paciente. O  Kit XGEN Multi PR21 detecta, em uma única amostra, os 21 patógenos mais frequentes em infecções respiratórias como o Coronavírus Humano, Influenza A, Influenza B, Adenovírus Humano, Vírus Sincicial Respiratório A e Vírus Sincicial Respiratório B. Além disso, o Kit oferece laudos completos com a análise realizada no próprio equipamento.

Outro agravante em relação às infecções respiratórias é que elas podem ser simples, com sintomas semelhantes aos da gripe, ou causar complicações graves que provocam até a morte. A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é uma complicação viral que frequentemente causa hospitalização e pode levar a óbito. A SRAG pode ser causada pelos Coronavírus, Vírus Influenza, Vírus Sincicial Respiratório (RSV), Parainfluenza, Adenovírus, entre outros.

Os principais vírus que causaram hospitalização e óbitos por SRAG nos últimos anos foram o SARS-CoV-2 em adultos, Influenza H1N1 e RSV em crianças. O RSV é responsável por 70% das bronquiolites e até 40% das pneumonias. Os Adenovírus e Rinovírus estão relacionados à exacerbação da asma, bronquite e pneumonia. Além disso, infecções bacterianas importantes como a pneumonia podem ser confundidas com a COVID-19 por apresentarem sintomas semelhantes.

Pensando nisso, a Mobius desenvolveu o Kit XGEN Multi PR24 Flow Chip, que possui a capacidade de detectar 24 patógenos que podem causar infecções respiratórias em uma única amostra e fornece um laudos completos com análise feita pelo equipamento.O diagnóstico molecular preciso orienta as medidas para prevenção da transmissão patogênica, direciona o tratamento e previne o desenvolvimento de resistência antimicrobiana. O tratamento correto também diminui as reações adversas provocadas por medicações inadequadas e os custos hospitalares.

Sobre a Mobius Life

A Mobius Life Science faz parte de um grupo sólido de empresas com mais de 25 anos de atuação e grande expertise no mercado. Desenvolve e comercializa produtos destinados ao segmento de medicina diagnóstica, fornecendo kits para extração de ácidos nucleicos, sorologia e também para diagnóstico molecular in vitro de doenças infecciosas, oncologia e genética. Mais informações, acesse www.mobiuslife.com.br.

Câncer de pele: exame de ultrassom é alternativa para diagnóstico precoce da doença

O verão é uma das estações do ano mais aguardada por muitos brasileiros. Com ele vem praia, piscina, atividades ao ar livre e claro muito sol. Mas é justamente neste cenário que grande parte da população deixa os cuidados de lado e se expõe aos riscos do câncer de pele.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que 700 mil novos casos por ano devem ser registrados entre 2023 e 2025. Hoje, o tumor de pele representa 30% dos casos de câncer diagnosticados no país.

Claro que a maneira mais eficaz de evitar o câncer de pele é redobrar os cuidados. Atenção aos horários de exposição ao sol, protetor solar, bonés, chapéus e roupa com proteção UV são aliados importantes e fundamentais quando o assunto é prevenção.

Por outro lado, ficar atento às alterações na pele, como o surgimento de novas manchas ou mudanças nas já existentes, além das consultas periódicas com o dermatologista, contribuem para um diagnóstico precoce da doença.

O ultrassom de pele pode ser um aliado no diagnóstico precoce?

O exame mais comum para se obter o diagnóstico do câncer de pele é por meio da biópsia. Mas o ultrassom é um importante aliado que complementa o exame clínico e também muito solicitado pelos médicos para investigar tumores, lesões, traumas, ferimentos e edemas com maior detalhamento.

Isso porque a alta resolução do ultrassom permite que o médico analise as lesões a partir do estudo detalhado das camadas da pele, observando o tamanho, profundidade e vascularização. Além disso, o exame não é invasivo, sua realização é rápida e prática, sem a necessidade de preparação e sem restrições.

Por ser um exame tão difundido a precisão do diagnóstico feito com auxílio da ultrassonografia ganha ainda mais importância, pois é fundamental para um tratamento ágil e bem sucedido, de milhares de pacientes.

Tecnologia de ponta com DNA brasileiro

Hoje, aparelhos de ultrassom com alta tecnologia são produzidos pela Imex Medical Group, uma empresa brasileira que está presente em unidades de saúde, clínicas e hospitais públicos e privados, garantindo que seus clientes ofereçam à população um exame ágil e preciso.

Seu portfólio na linha de ultrassonografia atende a todas as necessidades do mercado, com destaque para a linha premium, que possui dois modelos, XCUBE 70 e 90. Estes aparelhos fornecem imagens de alta resolução, mais claras e detalhadas, o que permite ao profissional de saúde melhor percepção e facilidade de diagnóstico. Outro avanço é o aumento da velocidade na transmissão e processamento de dados em até 14 vezes em comparação com os produtos existentes que unidos a transdutores de alta frequência (até 25 MHz) prometem auxiliar neste diagnóstico.

A Imex investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento, para entregar ao mercado nacional aparelhos com a melhor tecnologia mundial.

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