Sem máscara no Natal? Paraná pode flexibilizar uso com 80% dos adolescentes vacinados

Existe a possibilidade dos paranaenses comemorarem as festas de fim de anos sem máscara. O governador Ratinho Junior disse, neste sábado (6), que o Paraná pode flexibilizar o uso da máscara assim que o estado atingir 80% de vacinação dos adolescentes. A informação foi divulgada durante evento realizado em Londrina, no Norte do Estado.

Em entrevista coletiva, Ratinho disse que o avanço da vacinação permite o estado a considerar uma redução nas medidas restritivas.

“Nós estamos fazendo de forma muito cautelosa todas as decisões focadas na pandemia. A vacinação está ajudando muito, somos o primeiro estado que conseguiu dar as duas doses para a maioria da população. Agora estamos avançando nos adolescentes, tudo isso para diminuir número de mortes e infectados. Acredito que, se nós chegarmos em novembro 80% dos adolescentes vacinados, começando dezembro próximo dos 100%, podemos começar em um Natal sem máscara, mas isso de forma muito técnica e sem colocar em risco a população”, disse.

Segundo os dados do Vacinômetro estadual, o Paraná já aplicou 16.094.632 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.680.041 primeiras doses, 6.581.894 segundas doses e 324.596 doses únicas.

Entre os adolescentes, são 438.101 doses aplicadas.

Ponta Grossa

Na segunda-feira (1), a Prefeitura de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, liberou o uso de máscaras em ambientes abertos da cidade. Para a decisão, a administração municipal levou em conta a taxa de imunização contra o Sars Cov-2. Segundo a Prefeitura, 95,9% da população adulta recebeu ao menos uma dose e 60,3% já completou o esquema vacinal.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), porém, a normativa não é válida e a obrigatoriedade para uso do instrumento de proteção continua. Para a pasta, é necessário decreto estadual para a liberação.

Informações Banda B

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Estado quer implantar auxílio-alimentação de R$ 600 para polícias Civil, Militar, Científica e Penal

O Governo do Estado encaminhou nesta terça-feira (7) para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei que institui o pagamento de auxílio-alimentação para os servidores dos quadros da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica e Polícia Penal. O valor mensal da contribuição é de R$ 600, com impacto financeiro anual estimado em mais de R$ 150 milhões.

A proposta integra um grande pacote de valorização dos servidores públicos estaduais. Ele destacou que nos últimos dias o governo enviou ao Poder Legislativo mensagens que concedem aumento de 3% no vencimento de todo o funcionalismo; que estabelece o piso mínimo de R$ 5.545 para os professores da rede pública de ensino, equiparando os trabalhadores temporários, do Processo Seletivo Simplificado (PSS), ao do Quadro Próprio do Magistério (QPM); e que cria a gratificação mensal para diretores (entre R$ 108 a R$ 2.430) e auxiliares (de R$ 92 a R$ 2.070) das instituições de ensino da Rede de Educação Básica do Paraná.

Além disso, o governo antecipou o pagamento do 13º e dos salários de dezembro para antes da celebração do Natal, medida adotada a partir de 2019. “Com esse projeto pensado para as forças de segurança do Estado, de criar o auxílio-alimentação, completamos um ciclo importante de valorização dos servidores. Todo o funcionalismo foi contemplado de alguma maneira, melhorando as condições para quem exerce cargos tão importantes para o Paraná”, afirmou Ratinho Junior.

“Mesmo com as limitações financeiras do Estado neste momento de pandemia, é um gesto de reconhecimento pelo trabalho das nossas forças de segurança, essencial nesta queda brusca dos índices de criminalidade em todo o Paraná. É mais segurança para a população”, acrescentou.

De acordo com o projeto de lei, o benefício será concedido mesmo em caso de férias, licença para tratamento de saúde, por motivo de acidente em serviço ou doença profissional; participação em programa de treinamento regularmente instituído; serviços obrigatórios por lei e licenças legais. Ele deve impactar cerca de 24 mil servidores.

Para um soldado de 2ª classe da Polícia Militar, por exemplo, o benefício representa 30% do salário (atualmente em R$ 1.933,63). Na carreira da Polícia Científica, será quase 20% do que ganha um Auxiliar de Perícia Oficial (R$ 3.226,64).

A medida, contudo, não contempla aposentados, inativos e pensionistas; servidor civil e militar em disposição, cessão funcional, designados e mobilizados a outros entes federativos; que esteja cumprindo pena de suspensão; que estiver preso, qualquer que seja o motivo, pelo tempo que durar a prisão; que se encontre afastado do exercício da função em virtude de licença, decisão judicial ou administrativa, exceto quando expressamente autorizada a prestação de serviços administrativos internos; ao militar agregado para exercer função de natureza civil em qualquer órgão da administração direta ou indireta, federal, estadual ou municipal, ou por ter sido nomeado para qualquer cargo público; ao militar em situação de deserção e ao servidor civil em situação de abandono de cargo; e aos militares do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários.

“A atividade policial é extremamente desgastante e muitas vezes exercida longe da residência dos servidores e militares, de modo que se mostra imperiosa a concessão de uma vantagem pecuniária para que o agente público possa ter em seu lar condições adequadas para sua estabilidade física e mental”, destacou o Governo do Estado no texto que justifica o projeto.

Sete casos suspeitos da variante Ômicron são descartados no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informa que nesta segunda-feira (6) os sete casos suspeitos da variante Ômicron no Paraná, divulgados na última semana, foram descartados por não apresentarem a detecção do vírus Sars-Cov-2.

Os casos haviam sido isolados e foram acompanhados pela Vigilância Epidemiológica da Sesa e dos municípios de Curitiba e Foz do Iguaçu, após contato com um caso confirmado em São Paulo, no aeroporto de Guarulhos.

Considerando que não houve confirmação para a Covid-19, as amostras não foram encaminhadas para sequenciamento genômico na Fiocruz. Neste momento, não há mais suspeitas da circulação da variante no Paraná.

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