Restaurantes estrelados de Curitiba vão sortear R$10 mil em consumação em prol de mulheres em situação de violência

“Estamos muito felizes em poder contar com esses parceiros para fortalecer nossa luta pelas mulheres em situação de violência. É de extrema importância recebermos o apoio de empresários com tanta credibilidade no mercado gastronômico curitibano”, destaca Felipe Rigoni, fundador da plataforma.

Para participar basta que o interessado acesse o link <https://www.maria.family/fazerobemfazbem> , e compre os tickets disponíveis. São três opções de pacotes: o primeiro no valor de R$35, que corresponde a 1 ticket do sorteio e possibilita que uma mulher receba uma sessão de acolhimento psicológico, um curso livre e um curso de empoderamento feminino. O segundo pacote custa R$105, corresponde a 5 tickets e, com ele, o participante garante para uma mulher três sessões de acolhimento psicológico, três cursos livres e um curso de empoderamento feminino. Já a terceira opção de pacote pode ser adquirida pelo valor de R$350, neste caso, três mulheres serão beneficiadas, cada uma delas com três sessões de acolhimento psicológico, três cursos livres e um curso de empoderamento feminino.

“A violência doméstica está presente na vida de mais de 70% dos brasileiros e não podemos achar normal. Não são apenas as mulheres que sofrem com ela, milhares de crianças são expostas e acabam expressando sua raiva de diversas formas negativas durante toda sua vida, prejudicando imensamente toda a sociedade. Na minha opinião, essa ‘luta’ contra a violência não deve ser apenas das mulheres, mas de todos nós. É muito difícil transformar essa dor em algo positivo. Há dois anos, enquanto buscava respostas pelo que meu pai fez e soluções para o futuro da minha mãe, percebi que o único caminho era parar de me questionar sobre o passado e transformar essa raiva em energia para melhorar o futuro”, reforça Felipe Rigoni.

A plataforma oferece conteúdos educativos gratuitos sobre diversos temas para todas as mulheres, com relevância sobre o tema “violência contra a mulher” e seus desdobramentos; atendimento psicológico online gratuito, realizado pelas “Mariólogas”, um time de cerca de 100 psicólogas cadastradas; cursos de empoderamento feminino com mulheres e influenciadoras que inspiram; e treinamentos através de diversos cursos online, em parceria com a GoCademy /G4 Educação.

“Criamos o app Maria Family, uma tecnologia rápida, intuitiva e de fácil acesso, para ser uma ferramenta voltada para a geração de conteúdo, apoio por meio de uma rede segura e sigilosa e, em especial, para o acolhimento psicológico online, no qual as mulheres de todo o país poderão encontrar ajuda especializada”, explica a Founder  e CHRO Sonia Ana Leszczynski, Mestre e PhD pela University of Iowa, nos EUA, e membro da UNESCO / UNEVOC, centro internacional para Educação e Formação para o Ensino técnico e profissional, que faz parte do mandato das Nações Unidas para promover a paz, a justiça, a equidade, a redução da pobreza e uma maior coesão social.

No site da Maria.Family <https://www.maria.family/>  , é possível encontrar informações detalhadas e de apoio para disseminar conhecimento e viabilizar o empoderamento feminino. Como o bem-estar mental é muito importante, também existe um espaço para profissionais que queiram apresentar sua expertise e propiciar a oportunidade de um atendimento qualificado fazendo um bem ao próximo. As mulheres em situação de violência que buscam ajuda podem se cadastram para receber um acolhimento através do link: maria.family/precisodeajuda <https://www.maria.family/precisodeajuda> .

Tecnologia blockchain tokenizando o impacto social

Buscando a maior transparência nas doações e um maior engajamento entre doadores e beneficiadas a Maria.Family <https://www.maria.family/>    – em parceria com a empresa Tokefy – vai registrar e acompanhar o andamento dos acolhimentos doados através da plataforma de NFTs de impacto social impactBlock.io. Os Tokens Não Fungíveis (NFTs) são ativos digitais únicos, que usam a tecnologia blockchain para o registro de transação e propriedade de forma confiável e imutável, além de outras utilidades.

Maria Family

A plataforma Maria Family foi fundada em 2020 por Felipe Rigoni, CEO da Venture Builder ESG RRiA, publicitário pós-graduado em empreendedorismo social e negócios de impacto. A iniciativa foi uma homenagem a duas outras mães que a vida lhe deu, além da sua, Cláudia Mara: Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, daí o nome, Maria; e sua principal colaboradora, a psicóloga Sonia Ana Leszczynski, formada na UTP e com Masters e PhD pela University of Iowa, e membro da UNESCO / UNEVOC. O projeto nasceu inicialmente no Instagram, de onde vem ajudando milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade. Agora, através do app Maria Family, o objetivo é conseguir atender a um total de 500 mil mulheres ainda em 2022.

A proposta principal é ter uma comunidade voltada para atender mulheres que estão ou estiveram em situação de vulnerabilidade, reunindo informações legais e de apoio para disseminar conhecimento e viabilizar o empoderamento.  Além disso, o objetivo é oferecer um espaço para profissionais que queiram atender essa população levando sua expertise e um atendimento qualificado, para que seja possível, desenvolver um repertório compartilhado, em que a população envolvida tenha a mesma compreensão do que está em pauta, em prol da transformação da sociedade na criação de um conceito de cidadania em que os direitos humanos são iguais. Porque aqui “toda Maria vai com as outras.”

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Depois de dois anos afastados, voluntários voltam a levar sons e cores para hospitais

“Contar histórias que possam ajudar outras pessoas a superarem desafios e ressignificarem a vida”. Isso é o que move o trabalho voluntário de Juçara Vistuba, de 69 anos. A voz que tanto ensina e toca corações em hospitais de Curitiba (PR) é a mesma de quem viveu momentos muito difíceis. Há 11 anos, a vida dela mudou bruscamente após um assalto que comprometeu a sua visão. Desde então, Juçara aprendeu a contar histórias de uma forma livre, sem depender do texto no papel. “Sempre tive admiração pelos ‘anjos’ de jaleco branco que cuidam e curam pacientes. E a vida me mostrou que posso ajudar nessa missão com a minha experiência”, revela.

Mãos acolhedoras, olhares atentos, ouvidos em prontidão e a esperança como argumento. O trabalho de Juçara e de outros 350 voluntários dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat pode parecer corriqueiro, mas a simplicidade dessas ações tem alcançado grandes mudanças. “Esse cuidado é importante não apenas para os pacientes, mas também para quem os acompanha de perto e fica com o coração na mão diante da situação. Todos precisam desse carinho”, conta Vera Lucia Moraes, que tem um familiar internado no Hospital Universitário Cajuru, com atendimento 100% via Sistema Único de Saúde (SUS). 

Fazer o bem, faz bem

“O voluntário é um agente transformador que atua com  solidariedade e cuidado”. A frase de Nilza Brenny traduz bem o objetivo de pessoas que decidem se dedicar a melhorar a vida dos outros. Elas acreditam na solidariedade e reservam para o próximo um dos bens mais preciosos dos nossos dias: o tempo. “O que pudermos fazer para que a assistência seja cada vez mais acolhedora e humanizada, nós vamos fazer”, declara a coordenadora da pastoral e do voluntariado dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat.

São inúmeros os projetos que adentram os corredores e quartos para dar mais cor e vida ao ambiente hospitalar. Entre eles está o TIAtro, que, num instante, consegue transformar o leito de hospital em um palco para risadas e diversão. “As atividades lúdicas mudam a realidade e fazem com que o paciente se identifique com o jeito desajeitado de ser do personagem principal: o palhaço”, explica a idealizadora do projeto que faz parte da Associação Terapia Intensiva de Amor (TIA), Caroline Alcova. “Esperamos realmente tocar os corações e plantar uma semente de esperança com cada peça apresentada”, complementa. 

Motivação que também acompanha Eidilamar Machado, mestre em reiki. Ela atende de forma voluntária colaboradores, médicos e pacientes para promover mais qualidade de vida, com equilíbrio do corpo e da alma. O projeto, que busca principalmente cuidar de quem cuida, iniciou em 2018 e, agora, retorna no pós-pandemia. Reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o reiki é oferecido pelo SUS como uma Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. “Sinto-me realizada por saber que posso ajudar o paciente a ficar melhor, mais feliz”, afirma.

A solidariedade e a chance de aprender com a história do outro têm feito parte da vida de quem se dispõe a fazer trabalhos voluntários. “E não importa se o paciente está internado por meio do SUS ou do convênio. Independentemente do hospital, há a certeza de que ele precisa de carinho e atenção”, esclarece Nilza Brenny. Por isso, o espírito solidário segue falando mais alto e empurrando os voluntários para diferentes direções, mesmo quando encararam a pandemia de covid-19. “Eles aprenderam a se reinventar e se adaptar às visitas limitadas para que, mesmo distantes, continuassem o mais próximo possível de quem precisava”, lembra.

Agora, grupos de voluntários já integram a rotina hospitalar de forma presencial. Eles multiplicam sorrisos e doam seu tempo pelo próximo. Mas, por trás de cada agente transformador, está alguém com muitas histórias e vivências. “A presença dos voluntários mostra aos pacientes que eles não estão sozinhos. Pelo contrário, têm ali várias pessoas preocupadas com o seu bem-estar. E quando conseguimos amenizar ou tirar o sofrimento de um paciente, sentimos um êxtase de felicidade que faz tudo valer a pena”, diz Nilza, emocionada.

Precisamos de anjos

Juçara, Caroline e Eidilamar são algumas das muitas voluntárias que escolheram fazer o bem sem olhar a quem. A chance de aprender com a história do outro e poder ensinar em troca são as principais motivações. “As atividades voluntárias fazem com que me sinta mais humana, oferecendo amor incondicional e fazendo a diferença no meio em que vivo”, conta a reikiana. Já Caroline, que está sempre com um pontinho vermelho no nariz, revela: “Após cada ação voluntária, nos sentimos com a sensação de dever cumprido, porque transformar uma vida é transformar o mundo.”

São muitas opções para quem quer ajudar a melhorar a vida de alguém. Contar histórias, praticar reiki, fazer visitas com cães terapeutas, acompanhar pacientes, provocar risadas e costurar mimos estão entre as ações realizadas. “Voluntariar não é um trabalho, é muito mais do que isso, é uma missão de vida. É um bem que fazemos e, em contrapartida, vemos nossa vida transformada também”, assegura a coordenadora do voluntariado. “Dedique uma parte do dia para essa atividade, que é o melhor remédio para muitos males. Esquecemos dos nossos problemas quando estamos fazendo o bem”, aconselha Juçara, que conta histórias há 13 anos para pacientes internados.

Para quem tem interesse em participar, basta agendar uma entrevista por meio do telefone (41) 3271-2990 para que a equipe possa avaliar o candidato e definir qual atividade se encaixa mais com o perfil dele, além de ver a disponibilidade de horários. Já quem não consegue fazer parte dos projetos e mesmo assim quer contribuir, existem diversas formas de colaborar com o hospital: boleto bancário, depósito em conta corrente ou por meio da conta de energia elétrica (Copel). Empresas também podem fazer suas doações e deduzi-las até o limite de 2% do seu Lucro Operacional Bruto.  Mais informações estão disponíveis no site http://www.hospitalcajuru.org.br/doacao/ ou pelo telefone (41) 4042-8374.

Água Solidária busca parceiros em prol do bem comum

Gerar impacto social através do hábito de beber água. Este é o objetivo do projeto Água Solidária, que destina recursos da venda de água mineral à Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Idealizado pelo psicoterapeuta Wagner Schlichting, o projeto é o primeiro totalmente privado e precisa do engajamento da sociedade para se manter vivo.

Atualmente, a Água Solidária é comercializada através de vendedores na rua e em três pontos pontos solidários, mas o objetivo é buscar mais parceiros de pontos solidários para criar uma força de solidariedade. Cada fardo tem 12 unidades de garrafas de água mineral sem gás de 500ml e qualquer pessoa, empresa privada, pequena indústria, comércio ou loja pode comprar para consumo próprio ou revender sem ônus. Também é possível comprar nos pontos de venda pelo valor comercial geladinha.

“Queremos colaborar com instituições e pessoas em vulnerabilidade por meio da venda de um produto que tem valor agregado acessível para qualquer pessoa. A compra de água faz parte da rotina das pessoas e das empresas, mas é possível fazer muito mais com esse hábito corriqueiro: ajudar quem está na Santa Casa”, afirma o idealizador do projeto. O simples fato de beber água pode virar uma ação diária de impacto social”, completa Wagner.

Além de fonte da vida, a água faz parte de todo ecossistema do planeta. A fonte produtora da Água Solidária está localizada no Aquífero Karst, na Região Metropolitana de Curitiba, onde não é extraída, mas jorra de forma natural. A água mineral apresenta baixo teor de sódio, além de ser rica em minerais importantes para a saúde como cálcio, potássio, magnésio e zinco. A indústria tem certificação ISO 9001:2015, o que garante um rigoroso controle em todo o processo produtivo, desde a captação ao envase.

Santa Casa
A Santa Casa de Misericórdia é uma instituição filantrópica que há 140 anos dedica-se à assistência, ao ensino e à pesquisa, de forma inovadora e mobilizando a sociedade para cuidar da vida de seus pacientes com excelência técnico-científica e atendimento humanizado.

“Por tudo isso é a primeira entidade que apoiamos por meio do projeto Água Solidária pela seriedade e importância que tem para toda a população”, explica Wagner.

COMO AJUDAR
Entre em contato para comprar ou revender
ÁGUA SOLIDÁRIA
www.aguasolidaria.com.br
Instagram @aguasolidaria
Facebook @aguasolidaria
WhatsApp (41) 9 9156-9990

PONTOS SOLIDÁRIOS DE VENDA
Matriz Água Solidária
Rua Nunes Machado, nº 1535, Rebouças, Curitiba

Restaurante Pulperiando “Caminho do Vinho”R. Júlio César Setenareski, 1510, São José dos Pinhais

Estacionamento Confiança parkingAv. Winston Churchill 2370, anexo ao Edifício Torre Sul, Pinheirinho, Curitiba