QUIZ: Qual bairro de Curitiba combina mais com você?

QUIZ: Qual bairro de Curitiba combina mais com você?

O que você prefere?

1. Nutella
2. Io-iô Cream

O que você prefere?

1. Rollmops
2. Sushi

O que você prefere?

1. Hipermercado
2. Mercearia

O que você prefere?

1. Casa Grande
2. Apartamento

O que você prefere?

1. Passear no Shopping
2. Fazer um Churras no Parque

O que você prefere?

1. Méqui / Burger King / Subway / KFC
2. Cachorro-Quente de Barraquinha

O que você prefere?

1. Coca-Cola
2. Cini

O que você prefere?

1. Pub
2. Boteco Raiz

O que você prefere?

1. Jogar Tênis
2. Soltar Raia

O que você prefere?

1. Bet's na Rua
2. Jogar no Computador

Todas as 10 perguntas concluídas!


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QUIZ: Qual bairro de Curitiba combina mais com você?

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Agradecimento ao Jean Ramon pela ajuda neste quiz

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Soul music toma conta do Boudet nesta sexta com show de Wes Ventura Trio

Groove e soul animam a sexta-feira (19/08) do Boudet Art & Wine. A casa recebe show de Wes Ventura Trio, que dedica seu repertório a interpretar sucessos desses estilos em uma pegada dançante. A casa, que mistura boa música, enocultura e arte, abre às 18h.

Comandando o Trio, Wes Ventura vem conquistando espaço de destaque na música curitibana. Nascido em Barretos (SP), mas morando na capital paranaense há mais de sete anos, já se apresentou nos mais diversos espaços da cidade, das ruas ao palco do Festival de Curitiba. O repertório inclui músicas autorais e destaques de soul e groove, bem ao estilo dos anos 1970. Nomes como Nile Rodgers, Amy Winehouse e Luedji Luna são homenageados.

Recém-inaugurado, o Boudet Art & Wine combina conceitos de boa música, artes plásticas e vinhos. Shows e discotecagens de jazz, soul e hip hop fazem a trilha sonora de um bar dedicado a celebrados vinhos e drinks em um ambiente que conta com obras de arte e decoração especial.

O Boudet Art & Wine recebe o Wes Ventura Trio nesta sexta-feira (19/08). A casa abre às 18h, tem entrada gratuita e fica na R. Bispo Dom José, 2249. Mais informações no perfil oficial do empreendimento no Instagram (@boudetartwine).  

Museu do Holocausto de Curitiba lança material sobre circo e resistência ao nazismo

Quem nunca ouviu a famosa expressão “respeitável público”? “Desrespeitável público: o circo como possibilidade de resistência durante o Holocausto” é um material educativo transdisciplinar desenvolvido pelo Museu do Holocausto de Curitiba com apoio do Circonteúdo, o portal da diversidade circense. Concretizado após três longos anos de pesquisa interna, buscou, em diversas fontes, atingir respostas satisfatórias e criar possíveis conexões entre o circo e a resistência ao nazismo.

Neste projeto, estão reunidas histórias extraordinárias, algumas de emaranhados familiares como os Lorch, os Strassburger e os Blumenfeld. Destacam-se trajetórias de artistas, trupes mambembes e donos de circo que lidaram com os altos escalões nazistas e que inclusive salvaram a vida de judeus – estes receberam, posteriormente, o título de “Justos entre as Nações”. Além de imenso material iconográfico, a iniciativa aborda o contexto do circo na Alemanha do entreguerras, as relações com o nazismo e aspectos da reconstrução e da resiliência. Há ainda sugestões de filmes e atividades pedagógicas para estudantes de diferentes idades.

 
O material é gratuito e está disponível para download no link: https://bit.ly/3c1ANUR


Circo e Holocausto

 
Durante séculos, os circos europeus foram dirigidos por grupos minoritários, com artistas de todo o mundo e de inúmeras origens: ciganos de vários grupos, judeus, yeniches e pessoas com deficiências, por exemplo. Como tal, a essência transnacional dos circos funcionava como uma porta estreita para a aceitação da alteridade, ou seja, perceber o outro como uma pessoa singular e subjetiva. Por outro lado, o nazismo via a redenção da Alemanha por meio da regeneração completa e purificação racial do que chamavam de “raça ariana”, cuja missão seria comandar a futura marcha da humanidade. Por isso, seria preciso estar livre da influência do que chamavam de “raças inferiores” e de grupos considerados inimigos ou degenerados.


A premissa desse material pedagógico é que haveria, em tese, um profundo choque de valores entre o circo tradicional e o regime nazista. Desde o início da pesquisa, fugindo de uma noção simplista de que a relação entre circo e resistência seja óbvia, destacamos a palavra possibilidade. A ideia central era mostrar como o circo e seu modo de vida (e não somente pessoas que por acaso fossem artistas circenses) abriram um potencial (que se concretizou em alguns casos) para promover uma contestação e resistência ao regime nazista.


Hipóteses a serem confirmadas sugeriam uma resposta à uniformidade étnica e cultural a partir do cosmopolitismo do circo, o papel social marginalizado dos artistas e o caráter itinerante como forma de estabelecer contatos. Tudo isso com o objetivo de expor não apenas a relação dúbia do nazismo com o circo, mas de compreender possíveis atos de resistência e estratégias de segurança conectados aos princípios e virtudes universais que a atividade circense carrega há gerações.