Quais são os signos mais intuitivos do zodíaco

Quem acompanha o horóscopo sabe que os signos podem ter características diferentes entre si, sendo alguns mais extrovertidos, afetuosos e expansivos do que os outros. A intuição, por exemplo, faz parte da rotina de muitos elementos do zodíaco, mas nem todos se sentem igualmente conectados a ela. 

Essa característica intuitiva está fortemente relacionada ao elemento Água. Segundo a astróloga Cláudia Lisboa, essa energia fala de emoção, sensibilidade, fantasia e intuição, representada pelo signo de Escorpião, Câncer e Peixes. 

Pessoas que têm uma dessas forças no signo solar ou em grande quantidade no mapa costumam ser mais intuitivas e sensíveis. Fazendo um mapa astral grátis Cláudia Lisboa, é possível descobrir a presença e a influência desses signos na sua vida.

Análises completas ajudam a entender como estava o céu no momento do nascimento de um indivíduo e como essa configuração de elementos astrológicos pode agir em diferentes setores da vida.  

O que é intuição?

Segundo a definição básica, intuição é o ato de perceber, discernir e pressentir as coisas, sendo na maioria das vezes, independente de raciocínio ou de análise. Para muitas pessoas, essa sensação acontece com um pensamento repentino, um sonho, uma sensação diferente ou até mesmo um frio na barriga. 

Já na literatura psicológica, a intuição é compreendida como a forma natural de como os indivíduos compreendem o mundo a sua volta, sendo um processo que se relaciona com o consciente e o inconsciente. Comparada ao pensamento racional, a intuição não necessita de muito esforço, pois acontece naturalmente. 

Para a astrologia, a intuição possui os mesmos significados, sendo uma característica capaz de guiar os indivíduos a escolhas melhores para a sua jornada. 

Elemento Água: intuição e sensibilidade 

Os signos considerados mais intuitivos do zodíaco constituem o elemento água e são Câncer, Escorpião e Peixes. Segundo Cláudia Lisboa, pessoas ligadas a essas energias são semelhantes à própria água, pois conseguem se infiltrar em qualquer local, reagindo a qualquer situação. 

“Se você colocar a água numa tigela e mexer a tigela, ela vai se mexer de qualquer maneira. Onde você toca ela reage. A água tem a ver com a emoção, com a sensibilidade, com a intuição e com sentimentos. Então, a pessoa que é do elemento água é do temperamento emocional, são pessoas muito sensíveis, meio Bob Esponja, pois absorvem tudo que está a sua volta”, explica. 

Por terem energias muito sensíveis, cancerianos, escorpianos e piscianos conseguem perceber detalhes e pressentir as coisas de forma consciente ou inconsciente.

A astrologia trabalha com a ideia de que todos têm os 12 signos do zodíaco e, por isso, recebem também influências dos signos de Água em seus mapas. Dependendo das áreas e dos aspectos astrológicos existentes, onde esses signos estão, as pessoas estão mais sujeitas às emoções e à intuição.

Signo de Câncer 

Câncer é o primeiro signo de água, regido pela Lua, um astro ligado às emoções. Conforme a astróloga explica em seu blog, esse signo tem forte relação com os laços afetivos e familiares, sendo conhecido como uma força da intimidade e do acolhimento. 

Esses indivíduos têm um olhar instintivo instantâneo e, na maioria das vezes, conseguem sentir quando tentam enganá-los. Por esse motivo, os cancerianos costumam se sair bem nos negócios e no amor, pois sua sensibilidade os ajudam a sair de emboscadas. 

O signo de câncer é representado por um caranguejo, um animal que possui uma carapaça dura, mas frágil por dentro. Segundo Cláudia, a mesma característica pode ser compreendida aos cancerianos, pois apesar de serem sensíveis, não abrem seu coração ou demonstram os sentimentos para qualquer um. 

Signo de Escorpião 

Regidos por Plutão, os escorpianos são misteriosos e profundos. Os indivíduos do signo de Escorpião tendem a ser mais reservados e costumam guardar bem seus segredos, por esse motivo são considerados os seres mais misteriosos do zodíaco. 

Segundo a astróloga, apesar de quietos, esses indivíduos possuem o poder de ler as entrelinhas graças a grande sensibilidade e força intuitiva. Assim como os cancerianos, eles costumam identificar bem quando estão sendo passados para trás. 

Cláudia Lisboa explica ainda que os escorpianos possuem o poder de renascer diante de qualquer situação. Ela os denomina como uma espécie de fênix que renasce das cinzas. Tudo isso, devido a sua força intuitiva, sensível e profunda. 

Signo de Peixes 

Quem acompanha astrologia provavelmente sabe que a sensibilidade é a marca registrada dos nativos de Peixes. Ele é o último signo do zodíaco, regido por Netuno, e, de acordo com a astróloga, traz um pouco dos 12 signos em si, sendo um representante da dualidade. 

Ainda segundo Cláudia Lisboa, eles são indivíduos intuitivos, sonhadores e idealistas. Por esse motivo, atuam como uma esponja, que absorve a energia dos ambientes e das pessoas com muita facilidade. Observar os detalhes e ver o que está nas entrelinhas são uns dos passatempos favoritos dos piscianos. 

A astróloga explica que os nativos em Peixes têm a mente fértil e conseguem chegar a regiões que intrigam a racionalidade humana, tudo utilizando o poder da intuição. Para quem não acredita em seres intuitivos, os piscianos são vistos como pessoas que possuem uma sorte fora do normal.

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Ícones da arquitetura curitibana ganham homenagem do Santander

A avenida Água Verde, em Curitiba, é o cenário para uma homenagem do Santander Brasil a ícones da arquitetura curitibana. O Jardim Botânico, a Ópera de Arame, a Torre Panorâmica e a bailarina, que figura em uma das bases do Museu Oscar Niemayer, fazem parte de um grande painel instalado na fachada da agência Select, na capital paranaense. A ilustração, feita pelo arquiteto paulista Sérgio Terahata, valoriza o patrimônio arquitetônico e o talento dos paranaenses em transformar edificações em elementos de grande valor cultural que reforçam a identidade local para além das fronteiras do Estado.

As obras escolhidas para serem retratadas no painel pertencem à história contemporânea, período em que a arquitetura, o urbanismo e as ações de mobilidade urbana transformaram o cenário da cidade, promovendo qualidade de vida e projetando a capital para cenários internacionais. Todas as edificações foram construídas sob o olhar do arquiteto Jaime Lerner durante sua vida pública nas gestões municipal e estadual.

“Trazer em nossa fachada ícones da arquitetura curitibana é uma forma de homenagear a cidade e de demonstrar nossa identificação com a cultura local. O segmento Select é voltado ao atendimento personalizado de clientes pessoas físicas, atividade que exige proximidade para oferecer serviços e produtos que atendem ao estilo de vida de cada pessoa. Traduzir e nos antecipar às necessidades dos curitibanos é nosso foco aqui”, conta Marilize Ferrazza, diretora da Rede Paraná do Santander Brasil.

A agência Select no Água Verde oferece assessoria financeira aos clientes de alta renda, na consolidação e proteção de seus bens. Além de todos os produtos tradicionais do Banco, também disponibiliza serviços exclusivos como o de câmbio e uma equipe – com sete gerentes e um especialista – focada em investimentos. Ou seja, os profissionais fazem recomendações e estudos de acordo com o perfil de investimento e momento de vida do cliente. Os correntistas dessa unidade também contam com serviços internacionais que proporcionam mais tranquilidade e segurança nas viagens ao exterior, além da diversificação dos investimentos por meio de fundos offshore, que investem seus recursos fora do Brasil, sendo o Santander o único banco internacional do país.

10 prédios que fazem parte da história de Curitiba

Cada construção em Curitiba conta um pouco da sua história. O arquiteto Guilherme Macedo, autor do livro “Prédios de Curitiba”, destacou 10 prédios que representam a cultura histórica da capital. Confira!

1 – Paço da Liberdade (construído entre 1914 e 1916)

Poucas pessoas sabem, mas no Paço já funcionou a Prefeitura Municipal de Curitiba. O prédio conta com simbolismos arquitetônicos, como os dois Hércules que sustentam a fachada principal, um de aparência jovem representando o poder executivo e um mais velho, na figura do legislativo, encimados por uma figura feminina, que representa “Curitiba”, a cidade personificada.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

Com quatro pavimentos, a construção foi pioneira na implantação do primeiro elevador da capital. Por esses motivos, o Paço da Liberdade é considerado um patrimônio cultural nacional.

2 – Palácio Avenida (construído entre 1927 e 1929)

Foi no Palácio Avenida que nasceu o Cine Avenida, que juntamente com o Cinema da Glória e o Cine Palácio marcaram a cena cultural da região e transformaram a pequena Avenida Luiz Xavier na Cinelândia curitibana.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

O Palácio Avenida é nacionalmente conhecido pelos seus espetáculos natalinos, que apresentam um coral de crianças em suas janelas e que ocorrem anualmente desde a reinauguração.

3 – Moreira Garcez (construído entre 1927 e 1959)

O Moreira Garcez já foi considerado o terceiro maior arranha-céu do Brasil. Sua construção apresenta ainda a inserção de elementos paranistas, como pinhões geometrizados presentes ao longo da fachada e em detalhes internos nas esquadrias do átrio.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

4 – Brasilino Moura (construído em 1944)

A implantação desse prédio foi um dos pivôs do enfraquecimento do Plano Agache, que previa o desenvolvimento urbanístico da cidade. O destaque do prédio está na estética da fachada, um conjunto de esquadrias de ferro levemente inclinadas, emolduradas por ressaltos volumétricos azulados, as quais transmitem a sensação de estarem prestes a cair, motivo pelo qual recebeu o apelido peculiar de “balança, mas não cai”.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

5 – Marumby (construído entre 1946 e 1948)

Foi o primeiro arranha-céu de Curitiba com uso exclusivamente residencial, curiosamente a construção recebeu o mesmo nome de um conjunto de montanhas conhecido no Paraná, e foi por muito tempo considerado ponto culminante do Estado do Paraná. É tido como o primeiro edifício condomínio da cidade.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

6 – Anita (construído em 1950)

Apesar do porte baixo, o prédio é praticamente dono da esquina na trifurcação das ruas Cândido Lopes, Carlos de Carvalho e Ermelino de Leão. Porém, ao longo do tempo, acabou cercado por vizinhos gigantes, como os edifícios Tijucas e Souza Naves, além do Hotel Tibagi. Sua estética costuma ser alvo de fotos que ganham as redes sociais.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

7 – Eduardo VII (construído entre 1950 e 1954)

Sem dúvidas esse é um dos edifícios mais marcantes de Curitiba. Seja pela sua imponência ou até mesmo a semelhança com o Flatiron Building (um dos primeiros arranha-céus construídos em Nova Iorque, Estados Unidos).

8 – Tijucas 1958 (construído em 1973)

Considerado um dos prédios mais visitados do Centro, pode-se dizer que o Tijucas possui uma cidade própria, um conjunto misto com alas residenciais e comerciais, afamado por uma galeria onde percorrem cerca de dez mil pessoas diariamente.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

9 – Araucária (construído em 1969)

O prédio se destaca muito pelas notáveis esquadrias pré-fabricadas vibrantes e ritmadas que compõem uma fachada única.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

10 – Governador (construído em 1967)

Quando construído seu formato circular era algo incomum e criava dúvidas do tipo: como mobiliar um quarto redondo? O volume cilíndrico passa a sensação de se soltar do bloco térreo, sua fachada é marcada por faixas verticais que enquadram as esquadrias.

Foto: Washington Cesar Takeuchi

*Fonte Estúdio C via Curta Curitiba