Projeto Cidadania Trans oferece capacitação profissional gratuita

O evento acontece de 11 a 15 de julho, das 13h às 18h30, no Nex Coworking, para atender pessoas que tenham interesse em entrar no mercado de trabalho e que empreendem ou desejam empreender. A programação conta com oficinas de aceleração em marketing, empreendedorismo, confecção de currículos, entre outras atividades.

Os participantes terão ajuda de custo de R$ 50 por dia + alimentação durante todo o evento. A iniciativa é do Grupo Dignidade, O Boticário e Nex Coworking e visa conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e igualitária, independente do gênero sexual.

“Percebemos a dificuldade que pessoas trans encontram ao se deparar com o mercado de trabalho, por isso oferecer capacitação profissional gratuita se faz tão necessário”, explica o Community Manager do Nex Coworking, Hélder Gonçalves.

Projeto Cidadania Trans

Data: de 11 a 15 de julho de 2022

Horário: das 13h às 18h30

Local: Nex Coworking – Rua Francisco Rocha, 198, Batel, Curitiba (PR)

Para participar, basta clicar no link e preencher o formulário de inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf2-sLHpwKLWO68JN2cm_UlMvOCJD46r9S0Q2QiCe0ly_c_pQ/viewform 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Carreira: arquitetura é profissão em alta e promete salários elevados

O mercado de trabalho para arquitetos vem retomando o crescimento desde o final de 2020, segundo o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR). O setor havia sido abalado pelas incertezas e restrições ao comércio impostas pela pandemia, que reduziram a demanda por obras e projetos de maneira significativa.

Ainda conforme o CAU, no último trimestre de 2020 o número de atividades registradas pelos arquitetos e urbanistas aumentou 12% em relação ao mesmo período em 2019.

Considerando-se 2020 ao todo, porém, houve uma queda de 6,3% quando comparado ao ano anterior.

Considerando o abalo drástico sofrido nos primeiros meses de 2020, o mercado de Arquitetura e Urbanismo mostrou um poder de reação importante para a retomada das atividades do setor.

Aumento da demanda do setor

De acordo com uma pesquisa feita pela Archademy, startup brasileira que oferece soluções para arquitetos, 80% dos profissionais de arquitetura tiveram alta na demanda de trabalho em 2021. O levantamento revelou que os clientes estão valorizando mais seus espaços e buscando adequá-los ao home office.

De todos os escritórios que participaram do estudo, 95,5% dos profissionais receberam demanda para reforma de ambientes domiciliares. Entre eles, 67,4% receberam pedidos de adequação do layout geral da casa, 65,8% para adaptabilidade do espaço ao trabalho remoto e 58,4% para modificar os ambientes de convivência.

Em entrevista à imprensa, o CEO da Archademy Raphael Tristão alertou que a necessidade de adequações diferentes no domicílio — que agora também é local de trabalho para parte das pessoas — teve contribuição no aquecimento do mercado de arquitetura mesmo num momento de retenção de gastos. A adaptabilidade ao home office foi adicionada às necessidades básicas dos projetos.

2º Censo dos Arquitetos e Urbanistas do Brasil

Realizado pelo CAU e com resultados tabulados pelo Instituto DataFolha, o 2º Censo das Arquitetas e Arquitetos e Urbanistas do Brasil revelou que a maioria dos profissionais do país é composta por jovens adultos, com idade média de 35 anos e interessados por atividades de atualização e formação profissional.

O grupo de participantes gosta da profissão escolhida e crê que o mercado pode crescer nos próximos anos. Cerca de 79%, no entanto, acreditam que um dos obstáculos para o seu exercício é a baixa valorização da profissão.

Quando comparado aos dados do 1º Censo (2012), praticamente dobrou a quantidade de arquitetos insatisfeitos com sua remuneração. A pesquisa mostra ainda que 35% não têm acesso ao mercado de trabalho.

Vale ressaltar que o levantamento foi feito no primeiro semestre de 2020, quando existiam cerca de 180 mil arquitetos e urbanistas ativos no país. Até dezembro de 2021, o CAU reunia aproximadamente 212 mil profissionais desse setor.

O que faz o profissional arquiteto

Com formação superior em Arquitetura ou Arquitetura e Urbanismo, o arquiteto é responsável por desenvolver projetos para casas e edifícios, gerenciar reformas, planejar e acompanhar obras de edificação — que podem ser de moradia, lazer ou qualquer outra categoria de espaço de convivência humana. Deve também estar sempre atento e pesquisar a resistência dos materiais com os quais pretende trabalhar.

Além disso, o profissional pode atuar em áreas como paisagismo, design de interiores, decoração e desenho de móveis sob medida.

O curso de Arquitetura e Urbanismo é um bacharelado com duração de cinco anos. Oferecida pelas principais instituições públicas e privadas do Brasil, a graduação está disponível somente no formato presencial. Mais de 400 instituições oferecem o curso em todo o território nacional.

É importante observar, porém, se a faculdade escolhida é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) para que o diploma tenha validade no mercado.

Quem deseja exercer a profissão de arquiteto deve obrigatoriamente ter o diploma e o registro junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).

Quanto recebe esse profissional

No Brasil, o CAU aponta que os valores salariais de um arquiteto são regulamentados pela Lei 4.950-A/66, que determina que o piso salarial desse profissional deve ser baseado no salário mínimo vigente e na jornada de trabalho. Sendo assim, uma jornada diária de seis horas renderia seis salários mínimos; sete horas, 7,25 salários mínimos; e oito horas, 8,5 salários mínimos.

De acordo com o 2º Censo do CAU , 35% dos arquitetos e urbanistas têm renda individual que varia entre um e três salários mínimos (R$ 998 a R$ 2.994). Outros 28% afirmam ganhar entre três e seis salários (R$ 2.994 a R$ 5.988) e 11% informaram que contam com recebimentos entre seis e nove salários (R$ 5.988 a R$ 8.982). Já 10% dos participantes disseram que recebem menos do que um salário mínimo, e outros 6%, por sua vez, não têm nenhuma renda.

IBEF-PR reúne executivos de finanças de grandes empresas no interior do estado

Com o intuito traçar estratégias para o setor de finanças no interior do Paraná, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-PR) reuniu 25 profissionais de grandes empresas para discutir as novas competências da liderança C-level e as dificuldades na contratação de cargos chave dentro das organizações.

Durante o encontro, o vice-presidente do IBEF-PR para o interior do estado, Jeferson Vinhas, relembrou o objetivo e benefícios em fazer parte do instituto e apresentou a agenda com as datas dos próximos eventos que serão realizados ainda neste ano na região. “Neste encontro, o professor Guaracy Silva foi convidado para falar sobre as novas competências da liderança C-level, como são chamadas as posições de lideranças executivas nas empresas. O professor trouxe importantes conceitos dos principais autores atuais que caracterizam as competências de um C-level”, destaca Vinhas.

A reflexão foi mediada pela vice-presidente de Projetos Estratégicos do IBEF-PR, Ruth Bandeira, que pode apontar sua vivência prática na contratação para posições chaves e as dificuldades encontradas nesse processo.

O encontro faz parte da estratégia de expansão do IBEF-PR para o interior do estado. Esta foi a segunda reunião do grupo neste ano, que aconteceu na noite de 21 de junho e contou com executivos de Maringá e cidades próximas, como Campo Mourão, Umuarama e Londrina. Segundo o VP do interior, Jeferson Vinhas, um dos objetivos do IBEF-PR é proporcionar eventos para que CFOs das empresas possam debater e se capacitar às novidades do mercado. Isso de maneira indireta traz desenvolvimento. “A iniciativa do IBEF vem para fomentar os executivos financeiros do interior do estado com vistas ao desenvolvimento regional das empresas”, ressalta.

Case Coamo

Outro ponto importante do evento foi a apresentação do case Coamo, a empresa com maior faturamento do Paraná e maior cooperativa da América-Latina, feita por Joel Makohin, gerente financeiro da Coamo. Makohin explicou os desafios que a empresa enfrentou para conseguir alcançar o status atual e como funciona a relação do cooperativismo com o executivo financeiro. “Aproveitamos as reuniões para apresentar cases de sucesso da área financeira de empresas da nossa região. É uma ótima forma de inspirar outros executivos e transmitir conhecimento para que as ações também sejam realizadas em mais empresa”, finaliza Vinhas.