Primeira vereadora negra eleita em Curitiba, Carol Dartora (PT) quer lutar contra violência racial e baratear passagem de ônibus

A primeira mulher negra eleita vereadora na história de Curitiba, Carol Dartora, do PT, quer lutar para combater a violência contra jovens negros e também baratear o custo da passagem de ônibus em seu mandato na Câmara Municipal de Curitiba, que começa em 1º de janeiro de 2021.

“Eu vou tentar denunciar ao máximo o preço da passagem de ônibus e lutar para que a gente tenha a diminuição do preço. Isso está muito pesado para a classe trabalhadora, ainda mais nesse momento de pandemia, de desemprego na cidade. O combate à violência da juventude negra também é uma urgência. Jovens negros morrem todos os dias em Curitiba e isso tem que ser melhor debatido e conversado. A gente tem que criar política para combater isso”, reforçou.

Aos 37 anos, a professora do PSS na rede pública estadual garante que fará um mandato de “muita fiscalização e muita denúncia”.

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Covid-19: Anvisa autoriza testes para nova vacina da Johnson & Johnson

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a Jansen-Cilag, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson, a realizar testes clínicos no Brasil para o desenvolvimento de vacina contra a covid-19. O estudo global prevê a inclusão de até 60 mil voluntários, sendo 7 mil no Brasil, distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte.

Em nota divulgada hoje (18), a Anvisa informou que os dados que embasaram a autorização incluíram estudos não clínicos com a vacina e dados não clínicos e clínicos acumulados de outras vacinas que utilizam a mesma modelagem. Os estudos da Jansen-Cilag foram iniciados em julho nos EUA e na Bélgica. De acordo com a agência, o ensaio clínico será conduzido em etapas e cada etapa só será iniciada se os resultados que estiverem disponíveis no momento forem satisfatórios.

Este é o quarto estudo de vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa no Brasil. No dia 2 de junho, a agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, do Reino Unido; no dia 3 de julho, o da vacina desenvolvida pela Sinovac Biotech, da China, em parceria com o Instituto Butantan; e no dia 21 de julho, o das vacinas desenvolvidas pela BioNTech, da Alemanha, e Wyeth/Pfizer, dos Estados Unidos.

A potencial vacina da Jansen-Cilag, denominada Ad26.COV2.S, é composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do vírus Sars-CoV-2 (o novo coronavírus).

O ensaio clínico aprovado é um estudo de fase 3, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia e a segurança de Ad26.COV2.S na prevenção de covid-19 em adultos com 18 anos ou mais. Cada participante receberá uma dose única da vacina ou placebo. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a Jansen-Cilag, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson, a realizar testes clínicos no Brasil para o desenvolvimento de vacina contra a covid-19. O estudo global prevê a inclusão de até 60 mil voluntários, sendo 7 mil no Brasil, distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte.

Em nota divulgada hoje (18), a Anvisa informou que os dados que embasaram a autorização incluíram estudos não clínicos com a vacina e dados não clínicos e clínicos acumulados de outras vacinas que utilizam a mesma modelagem. Os estudos da Jansen-Cilag foram iniciados em julho nos EUA e na Bélgica. De acordo com a agência, o ensaio clínico será conduzido em etapas e cada etapa só será iniciada se os resultados que estiverem disponíveis no momento forem satisfatórios.

Este é o quarto estudo de vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa no Brasil. No dia 2 de junho, a agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, do Reino Unido; no dia 3 de julho, o da vacina desenvolvida pela Sinovac Biotech, da China, em parceria com o Instituto Butantan; e no dia 21 de julho, o das vacinas desenvolvidas pela BioNTech, da Alemanha, e Wyeth/Pfizer, dos Estados Unidos.

A potencial vacina da Jansen-Cilag, denominada Ad26.COV2.S, é composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do vírus Sars-CoV-2 (o novo coronavírus).

O ensaio clínico aprovado é um estudo de fase 3, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia e a segurança de Ad26.COV2.S na prevenção de covid-19 em adultos com 18 anos ou mais. Cada participante receberá uma dose única da vacina ou placebo. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

Coronavírus: Decreto determina bandeira amarela em Curitiba e libera bares, parques e feiras livres

Curitiba vai liberar as atividades que funcionavam com restrições de dias e horários, como shoppings, comércio de rua, galerias e supermercados. Portanto, esses locais poderão voltar a abrir aos fins de semana. As medidas menos rígidas começam a valer na terça (18), de acordo com a prefeitura.

O decreto assinado nesta segunda-feira (17) determina que a cidade adotará a bandeira amarela, que indica nível 1 na avaliação dos riscos do coronavírus. Com isso, os estabelecimentos podem funcionar desde que respeitem medidas de distanciamento e higiene.

“Não há nada de normal, ainda é necessário que a gente mantenha todas as medidas de precaução que a gente vem repetindo”, disse a secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak.