Por que em Curitiba não tem Starbucks?

A famosa rede de cafeterias Starbucks, criada em 1971 em Seattle (Estados Unidos), está em constante expansão mundial. Dados mostram que até 2007, a marca chegou a abrir 7 lojas por dia no mundo inteiro. Em 2017, uma matéria na Gazeta do Povo mostrou o interesse da empresa em vir para Curitiba, mas como sabemos nenhuma loja foi aberta.

Muito se fala sobre este negócio: “não há ninguém para pagar o alto custo da franquia”; “o público de Curitiba não é compatível”. Sinceramente? Acho tudo isso uma balela. Por isso resolvi perguntar na página oficial do Starbucks Brasil.

Eu: Podem me tirar uma dúvida? Por que Curitiba ainda não tem Starbucks?

Starbucks Brasil: Cassio, nós ainda não temos previsão para a abertura de um Starbucks na sua cidade. Mas seguimos comprometidos com o crescimento da nossa rede pelo Brasil e avaliamos constantemente as oportunidades de abertura de novas lojas. Esperamos chegar na sua cidade em breve!

É. Isso mesmo. Uma resposta neutra. Resolvi pesquisar um pouco mais sobre o assunto e segundo o site Falccon, o Starbucks não opera no sistema de franquias, ou seja, as pessoas precisam abrir uma empresa e adquirir os direitos para utilizar a marca. O que pode ser uma barreira para investidores, pois neste sistema eles terão que fazer tudo por conta própria.

Quanto ao investimento, o site Novo Negócio diz que estima-se que para montar um estabelecimento é necessário contar com um capital mínimo de 500 mil reais, além, é claro, do capital de giro para os primeiros meses.

Quem se interessar mais sobre este assunto, recomendo que entre em contato pelo SITE deles e pergunte sobre o modelo de negócio.

Aos amantes de Starbucks não temos notícias muito boas, mas os boatos todos os anos se renovam. Vamos esperar. Enquanto isso, curitibanos irão para São Paulo tirar fotos de seus copos.

 

 

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Curitiba está entre as quatro capitais mais competitivas do País

Curitiba ficou em quarto lugar entre as capitais mais competitivas do País, segundo a edição 2021 do Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado nesta segunda-feira (22/11). Fazem parte do top 4 Florianópolis, São Paulo e Vitória. O ranking, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a plataforma Gove e o Sebrae, avaliou 411 municípios com população acima de 80 mil habitantes.

O levantamento, que está na sua segunda edição, é composto de 65 indicadores, organizado em 13 pilares temáticos e 3 dimensões: instituições, sociedade e economia.  Os pilares são: Sustentabilidade Fiscal, Funcionamento da Máquina Pública, Meio Ambiente, Acesso à Saúde, Qualidade da Saúde, Acesso à Educação, Qualidade da Educação, Segurança, Saneamento e Meio Ambiente, Inserção Econômica, Inovação e Dinamismo Econômico, Capital Humano e Telecomunicações.

Quanto melhor desempenho, mais perto de 100. Nessa edição a nota mais alta entre todos os municípios obtida foi de Barueri (SP), com 68,26.

Curitiba obteve pontuação 63,74 com destaque para o resultado em temas como funcionamento da máquina pública, saneamento, capital humano, inovação, dinamismo econômico e inserção econômica. O levantamento completo pode ser conferido aqui no site

Macacos-aranha voltam para ilha do Passeio Público

Tico, Fernão, Toniquinha, Boquinha e Esperança começaram a semana matando as saudades da ilha do Passeio Público de Curitiba. Os macacos-aranha-da-cara-preta, que vivem lá desde a década de 1990, foram temporariamente remanejados para o Zoo, no Alto Boqueirão, durante as obras de revitalização do mais antigo parque da cidade, que começaram em 2017 e foram concluídas em 2019.

“Depois das obras, tivemos a pandemia, que adiou um pouco o retorno deles, mas a adaptação no Zoo foi muito boa, eles até se reproduziram”, explica a chefe de Fauna do Zoológico de Curitiba, Nancy Banevicius. Os filhotes que nasceram nesse período, Violeta, Margarida e Denis, também foram para a ilha. 

O retorno, explica a bióloga, tem a ver com o bem-estar dos animais. “Eles estão habituados a viver na ilha e a gente caprichou no enriquecimento ambiental: além de as árvores terem crescido mais, instalamos uma série de mangueiras de incêndio doadas, para que eles possam brincar e se movimentar”, conta.

O enriquecimento ambiental é uma atividade para tirar o animal da rotina e estimular comportamentos naturais da espécie. Nancy lembra que eles são bastante brincalhões, então, vai ser fácil vê-los aproveitando o espaço.

Quem quiser conferir os macacos e a sua casa reformada, pode encontrá-los na ilha que fica mais próxima à Rua Presidente Carlos Cavalcanti.  

Foto: Lucilia Guimarães/SMCS

Educação ambiental 

Muito além de curiosidade para as crianças, os macacos-aranha-da-cara-preta ajudam a ensinar os curitibinhas que forem ao Passeio Público sobre a importância da preservação da espécie. “É uma espécie em extinção, que está em perigo, em função do desmatamento e do tráfico, principalmente”, reforça.

O próprio Tico, o mais velho do grupo que voltou ao Passeio Público, foi abandonado quando filhote ainda em 1994, retirado na natureza indevidamente.