Polícia Civil prende integrantes de associação criminosa que aplicava golpes do bilhete premiado

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu quatro integrantes de associação criminosa responsável por aplicar golpes do bilhete premiado nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As capturas aconteceram nesta quarta-feira (2), na capital paranaense, em Araucária e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), além do município de Passo Fundo, no estado do Rio Grande do Sul.

Os policiais também cumpriram seis mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos suspeitos. Foram apreendidos os bilhetes utilizados nos golpes, celulares e computadores.

Um outro indivíduo, que também está envolvido nos golpes, já foi identificado e até o momento não foi localizado.

CRIME

No momento da ação criminosa, um dos integrantes do grupo criminoso finge ser uma pessoa simples que ganhou um bilhete premiado da loteria e conversa com a vítima. Os demais autores ficam ao redor dando veracidade à estória.

Em seguida, o principal suspeito afirma querer dividir a recompensa com a vítima e pede um valor para dar continuidade. Assim que a vítima dá o dinheiro, os indivíduos desaparecem.

Na maioria dos casos, as vítimas eram procuradas em saídas de farmácias ou de instituições bancárias. O grupo criminoso buscava pessoas idosas para aplicar o golpe.

A PCPR já identificou ao menos seis vítimas do grupo.

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Polícia Civil prende suspeitos de golpes imobiliários que somam prejuízos de R$ 2,5 milhões

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu quatro integrantes de uma organização criminosa que aplicava golpes utilizando uma incorporadora de fachada, em Curitiba. A ação aconteceu na manhã desta segunda-feira (7). Um homem também foi autuado em flagrante por posse de arma de fogo.

Durante as investigações foram identificadas e ouvidas oito vítimas. O prejuízo verificado até o momento é de R$ 2,5 milhões. A PCPR estima que há, ao menos, 30 vítimas e que o prejuízo total causado pela organização criminosa passa de R$ 6 milhões. Algumas das vítimas já identificadas haviam contratado serviços com obras que deveriam ter sido entregues há um ano, pagando valores expressivos.  

Os suspeitos usavam uma empresa de fachada para venda de imóveis na planta, construções ou reformas de casas. A maioria dos empreendimentos nunca foi iniciada. Os que tiveram início não foram finalizados. Além de retirar o máximo de dinheiro das vítimas, o grupo criminoso não dava retorno nenhum sobre os empreendimentos.

Além dos mandados de prisão, os policiais civis também cumpriram quatro ordens de busca e apreensão. A operação ocorreu nos bairros Centro Cívico, Seminário e Uberaba, além do município de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. 

Nas buscas foram apreendidos documentos, computadores, celulares, dois veículos e uma arma de fogo. Os indivíduos devem responder pelos crimes de organização criminosa e estelionato.

Polícia Civil prende sete organizadores de festas clandestinas na RMC

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu sete organizadores de festas clandestinas em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Eles foram autuados em flagrante por associação criminosa e infração de medida sanitária preventiva. A ação contou com o apoio da Guarda Municipal.

No momento do flagrante, 64 pessoas se aglomeravam em uma festa, realizada em local fechado e com pouco espaço, na zona rural de São José dos Pinhais.

No local havia grande quantidade de bebidas alcoólicas. Também foram encontradas muitas porções de drogas que se espalhavam por quase todo o chão do salão.

As investigações da PCPR apontam que, ao menos, um dos organizadores presos seja o responsável pela realização de inúmeras festas clandestinas, desde o início da pandemia.

O grupo criminoso possuía, até mesmo, um vasto material de divulgação das festas realizadas.

A ação da PCPR foi conduzida em cumprimento ao decreto estadual número 940/2021, que estabelece medidas restritivas por conta da pandemia.