Paranaense TEXX apresenta linha completa de roupas para alta cilindrada

Referência na produção de vestuário e acessórios para motociclistas, a paranaense TEXX, marca da Laquila, empresa líder do mercado de motopeças na América Latina, acaba de apresentar sua linha completa voltada para alta cilindrada, a TEXX Pista. Desenvolvida para oferecer design anatômico e muita eficiência em proteção, a linha conta com macacões de uma e duas peças, botas e luvas, todos testados durante o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, o SuberBike, principal categoria de motociclismo do país.

“Fizemos diversos testes de usabilidade com pilotos durante corridas em Interlagos para garantir o melhor produto final ao consumidor”, conta a gerente de desenvolvimento de produtos da TEXX, Érica Trosman. Diretamente das pistas e adaptado para as ruas, as peças trazem versatilidade no uso. “O macacão duas peças permite o uso com outros modelos compatíveis, além de fornecer segurança ao possuir protetores internos siliconados e com certificação CE”, explica. “Tudo isso dentro de um design especial que traz os gráficos de mapas topográficos dos principais autódromos do mundo”, conta.

Para garantir performance, a bota TEXX Pista conta com um sistema de fechamento em zíper, velcro e presilha, além de possuir slider raspador de alumínio removível na parte frontal e protetores na parte traseira e calcanhar, oferecendo conforto, segurança e um ótimo desempenho durante a pilotagem.

Já a luva, também testada nas pistas e nas ruas, dispõe de protetores em PU, superiores às luvas comuns, e protetores nos dedos em Kevlar. Produzida com dupla camada e em couro bovino premium legítimo, que tem entre suas propriedades alto índice de resistência a abrasão e grande flexibilidade para movimentação, sua modelagem é anatômica e conta com finger union, para melhor pilotagem e segurança.

A linha TEXX Pista está disponível em centenas de lojas multimarcas espalhadas pelo Brasil. No site da Laquila é possível acessar todos os detalhes de diferenciais tecnológicos e as especificações técnicas dos itens: www.laquila.com.br.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Rede de minimercados autônomos desponta no mercado de franquias

Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor teve um faturamento de R$ 188,6 bilhões ao longo dos últimos 12 meses, encerrados em março, o que representa um crescimento de 13,9% em relação ao período anterior. Ao todo, foram abertas 2.771 operações de franquias no Brasil durante os três primeiros meses do ano, alcançando um total de 173.770 unidades em todo o território nacional. Atenta às movimentações de mercado, a startup de Varejo, Minha Quitandinha, que atuava no sistema de licenciamento, acaba de se tornar franquia.

A partir da transição do modelo de negócio, a rede de minimercados autônomos já passa a contar com 100 franqueados e 115 lojas em aberto em todas as regiões do país. A pretensão é alcançar até dezembro um faturamento de R$ 10,5 milhões e 150 lojas em funcionamento. “O que nos incentivou a ir em busca dessa mudança foi o posicionamento que buscamos para a empresa, visto que o franchising é chancelado por uma grande entidade, como a ABF, o que reforça a autoridade da marca. Além disso, por conta dessa estrutura, o modelo de franquia está assegurado por leis específicas, que não existem no licenciamento. Dessa maneira, tanto nós quanto os empreendedores temos maior garantia de segurança nas operações”, diz Douglas Pena, CRO da Minha Quitandinha.

O executivo também explica que, em termos legais, a marca ainda é reconhecida como startup e que os franqueados só serão impactados positivamente com essa mudança. “Mesmo no modelo de licenciamento, nós já tínhamos o hábito de prestar apoio aos empreendedores por meio de treinamentos, capacitações e estudos de mercado. Essa relação se manterá igual. No entanto, as regulamentações do franchising precisam ser alinhadas entre as partes”, pontua o CRO.

Outra novidade é a reformulação da identidade visual, que terá o intuito de impulsionar o recente posicionamento da Minha Quitandinha no mercado. “Estamos modernizando a marca, deixando mais alinhada com o que nossos clientes buscam. Temos uma obsessão em fornecer o que tem de melhor em experiência de compra, e o novo posicionamento compõe parte deste momento, estamos ansiosos em mostrar todas as novidades para o mercado”.

Idealizada em Balneário Camboriú (SC) pelos sócios Guilherme Mauri, Marcelo Villares e Douglas Pena, a rede está disponível 24 horas por dia nos sete dias da semana para complexos residenciais ou comerciais, com funcionamento à base do conceito de honest market. Ou seja, os consumidores realizam as compras sem a intermediação de vendedores. Para adquirir um item, basta escanear o código de barra do produto e o pagamento será debitado de forma automática no aplicativo da marca via cartão de crédito ou débito. No portfólio, a marca apresenta uma média de 700 itens que vão desde congelados a produtos de limpeza e higiene pessoal.

Minha Quitandinha A Minha Quitandinha é uma startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo. Idealizada por três empreendedores: Guilherme Mauri de Oliveira, Marcelo Villares e Douglas Pena, foi fundada no ano de 2020, no município de Balneário Camboriú (SC), em meio a pandemia do coronavírus. A ideia é levar praticidade, conveniência, qualidade e segurança, baseada no conceito de honest market, instalada dentro de condomínios residenciais verticais e horizontais, empresas, hotéis, clubes, marinas e academias, que opere durante 24 horas por dia, sete dias por semana. O minimercado inteligente é indicado para condomínios a partir de 150 apartamentos/casas e demais locais, com fluxo médio diário de 500 pessoas.

Otimismo dos empresários paranaenses cai em relação ao segundo semestre

Caiu o otimismo do setor terciário para este segundo semestre de 2022. Segundo a Pesquisa de Opinião do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) e pelo Sebrae Paraná, 49,7% dos dirigentes de empresas estão confiantes em relação aos próximos meses. No primeiro semestre, o grau de otimismo estava em 65,9% e no segundo semestre de 2021 era de 60,1%. 

Entretanto, cresceu o percentual de empresários que acredita na estabilidade: 38,7% acham que o faturamento de sua empresa permanecerá no mesmo patamar. Apenas 8,7% consideram que este semestre será pior e 2,9% não sabem ou não emitiram opinião. 

De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Ari Faria Bittencourt, os fatores macroeconômicos afetam as projeções do empresariado, sobretudo a taxa de inflação, que no acumulado de janeiro a maio ficou em 4,78% e está acima da meta anual de 3,5%, além das contínuas elevações das taxas de juros, com a Selic em escalada a cada mês e o Risco País atingindo 302 pontos em junho.

O dirigente, entretanto, é otimista em relação ao cenário paranaense. “É verdade que precisamos conviver com o avanço da inflação e do preço dos combustíveis, porém, a força do comércio irá transpor esses obstáculos, como temos superado tantas outras dificuldades ao longo dos anos. Mas a retomada já está aí, trazendo boas novidades, porque os indicativos apontam para o crescimento econômico do país neste ano, com previsões estimando em até 2% o acréscimo do Produto Interno Bruto. A taxa de desemprego também vem caindo, o que também é um sinal de tempos mais favoráveis”, reitera Bittencourt. 

Setores
Entre os três setores avaliados, o turismo é o mais confiante, com 54,5% de expectativas positivas. Entretanto, houve uma redução considerável do otimismo do trade turístico na comparação com o primeiro semestre, quando 62,5% possuíam boas expectativas para o ano que se iniciava. Entre os prestadores de serviços, a confiança é de 52,7%, ante 66,7% no primeiro semestre. Já entre os comerciantes, o nível de otimismo é de 46,3%, contra 66,7% no começo de 2022, uma das maiores reduções. 

Porte da empresa
Na segmentação por porte, verifica-se que as microempresas são as mais otimistas, com 55,1% de respostas positivas. Além disso, 36,2% dos microempresários acreditam que o faturamento se manterá estável nos próximos meses e apenas 6,5% têm opinião desfavorável, o menor percentual entre os portes das empresas analisadas. 
Entre os estabelecimentos de médio e grande porte a confiança é de 53,6%; entre as empresas de pequeno porte, 45,7%, e entre os microempreendedores individuais, de 42,2%. 

Dificuldades
As principais dificuldades apontadas pelos empresários para este semestre são o alto custo das mercadorias (34,2%), seguido pela instabilidade econômica (34%), clientes descapitalizados (29,1%) e a carga tributária (23,5%). 

Investimentos
O nível de investimentos deve ser um pouco menor neste semestre: 43,5% dos empresários ouvidos pela Fecomércio PR e pelo Sebrae Paraná afirmam que vão investir em seus negócios. No primeiro semestre, essa parcela era de 44,4%. 

“Mesmo com o aumento de custos na operação e produção neste ano, a previsão de investimentos tem, praticamente, uma estabilidade. Isso é importante, pois investir em gestão, capacitações de equipes, estrutura e inovação fortalecem as empresas para chegarem mais competitivas no segundo semestre, que promete um avanço na gradual retomada econômica”, aponta o diretor-superintendente do Sebrae Paraná, Vitor Roberto Tioqueta. 

As áreas beneficiadas pelos investimentos serão propaganda e marketing (34,7%), novas lojas e pontos de venda (21,3%), reforma e modernização das instalações (20,5%), máquinas e equipamentos (18,7%), além de capacitação da equipe, estoques e nova linha de produtos e/ou serviços, todos com 15,7%. 

Quadro funcional
Assim como os investimentos serão um pouco menores, o volume de contratações também deve ter redução na comparação com o primeiro semestre, passando de 37,8% para 34,2%. Outros 47,6% dos empresários planejam manter o quadro funcional e apenas 6,1% intencionam reduzir o número de colaboradores. Curitiba e Região Metropolitana
Os empresários londrinenses são os mais otimistas, com 53,7%. Na sequência, estão os empreendedores da região Oeste (52,3%), Curitiba e Região Metropolitana (49,5%), Ponta Grossa (47,3%), Maringá (46,5%) e Sudoeste (44,4%), que apesar de ser a região menos otimista, é a única que teve crescimento na posição favorável comparada com o semestre passado

Impactos da covid-19
A pandemia tem afetado o funcionamento das empresas paranaenses de forma mais branda atualmente, sobretudo nos setores do varejo e serviços. Enquanto no primeiro semestre 70% dos estabelecimentos eram impactados pela covid-19 com a queda no faturamento, neste semestre o percentual reduziu para 48,8%. Mesmo em menor proporção, a crise sanitária ainda traz prejuízos ao faturamento da atividade terciária, especialmente no turismo. Segundo a pesquisa, 34,7% das empresas do setor turístico vivenciam redução do faturamento entre 26% e 50%. 

Metodologia
Participaram da pesquisa 620 empresas, instaladas e atuantes no Paraná, cujos representantes foram ouvidos no período compreendido entre 3 a 24 de junho de 2022. A margem de erro é de 4%, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada nos polos de comércio do Paraná em que a Fecomércio PR e o Sebrae Paraná realizam a Pesquisa Conjuntural do Comércio, de periodicidade mensal – Curitiba e Região Metropolitana, Londrina, Maringá, Oeste, Ponta Grossa e Sudoeste.