Paraná vai receber mais 191.470 vacinas contra a Covid-19 nesta sexta

Mais 191.470 doses de vacinas contra a Covid-19 devem chegar ao Paraná nesta semana. O envio dos imunizantes foi confirmado nesta quinta-feira (12) pelo Ministério da Saúde já para esta sexta-feira (13). São 117.760 doses da Coronavac (Sinovac/Butantan) – 960 delas doadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) – e 73.710 do imunizante Comirnaty (Pfizer/Biontech).

A previsão é que o voo G3-1126, que traz as doses de Coronavac, pouse às 10h20 ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais. As vacinas da Pfizer desembarcam pouco depois, às 13h20, chegando no voo LA-4791.

Com as novas doses, o Estado dará continuidade à vacinação do público geral, acelerando o cumprimento do calendário de vacinação no Paraná. As vacinas Coronavac são para a primeira e segunda aplicação (D1 e D2) e todas as vacinas Comirnaty são para a primeira dose. O Paraná já tinha recebido dois lotes com 323.230 vacinas nesta semana, sendo que parte já foram distribuídas às 22 Regionais de Saúde do Paraná em dois dias (terça e quinta).

Até o momento, 10,9 milhões de doses foram confirmadas para o Estado, sendo que 10 milhões já foram entregues pelo Ministério da Saúde, de acordo com o vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta distribuiu, até o momento, 193,5 milhões de doses entre os 26 estados e o Distrito Federal, com 150,6 milhões vacinas já aplicadas nos brasileiros. Este novo lote soma 4.077.408 de doses.

Desde o início da campanha de imunização, 6.655.689 paranaenses já tomaram ao menos uma dose do imunizante, 76,3% da população adulta do Estado. A cobertura vacinal, que leva em conta a aplicação das duas doses ou do imunizante de dose única, atinge quase 30% desse público – um total de 2.589.393 pessoas.

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“Calorão” faz Paraná ultrapassar 40° C; cidades registram recordes históricos

O mapa do Paraná registrou temperaturas acima dos 40° C durante este fim de semana. No sábado e no domingo, houve registro de temperaturas máximas que não apareciam há meses no Estado e também recordes históricos. O calor se mantém e segue até quinta-feira (27), quando a atuação de uma frente fria é esperada no Estado. Os dados são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

Curitiba bateu o recorde do ano neste domingo (23): 33,1° C foi a temperatura mais alta registrada na cidade desde setembro de 2020. Ainda no domingo, no Oeste do Estado, São Miguel do Iguaçu igualou o patamar mais quente de sua história: 40,6 °C, registrado em setembro de 2020. Em Loanda, no Noroeste, fez 41° C no sábado (22), o maior valor registrado na rede de estações meteorológicas.

Em Altônia (Norte), Palotina (Oeste) e Capanema (Sudoeste) o calorão se aproximou do recorde histórico. Na primeira houve registro de 40,1 °C, contra 41,3 °C de máxima. Na segunda, a diferença foi de apenas 1,2° C (de 40,8° C no domingo para 42° C de máxima histórica). Na terceira, houve registro de 40,2° C, contra 42° C de recorde.

Fonte: Simepar

E a semana segue quente no Paraná. A segunda-feira (24) amanheceu com tempo mais seco e estável. “As temperaturas seguem elevadas, com valores que já ultrapassam os 24°C sobre a Capital. No Oeste/Noroeste, temperaturas acima dos 30°C também já são registradas”, disse a meteorologista Lidia Mota, do Simepar.

As regiões Oeste, Noroeste e Sudoeste vão se aproximar dos 40° C na tarde desta segunda-feira e chuvas bem típicas de verão – rápidas e pontuais – podem ocorrer no Centro-Sul, Sudoeste, Oeste e Noroeste, inclusive com possibilidade de ventos mais fortes.

Na Capital e no Litoral, a máxima deve chegar a 32° C. O pico será de 31° C nos Campos Gerais; 34 °C no Sudoeste; 36° C no Oeste; e no Norte e Noroeste segue acima dos 36° C em Maringá e 35° C em Londrina, segundo os meteorologistas do Simepar.

Na quarta-feira (26), o tempo segue mais abafado favorecendo a ocorrência de pancadas de chuvas. Entre quinta e sexta (27 e 28), a previsão do Simepar é de que a aproximação de uma frente fria reforce a condição de tempo instável, com possibilidade de desenvolvimento de alguns temporais.

Reforço de marca diferente é mais eficaz para vacinados com CoronaVac

A pesquisa analisou dados de 1.240 voluntários em São Paulo e Salvador que receberam doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em um intervalo de seis meses antes do início do estudo. Os voluntários receberam doses de reforço da Janssen, Pfizer-BioNTech e AstraZeneca e da própria CoronaVac.

Os índices de aumento da concentração de anticorpos, 28 dias após a dose de reforço, ficaram em 152% para a vacina da Pfizer-BioNTech; 90% para a da AstraZeneca; 77% para a da Janssen, e 12% para a CoronaVac.

“Em adultos idosos, a diferença dos títulos de anticorpos neutralizadores foi entre 8 e 22 vezes maior em esquemas heterólogos de reforço do que no reforço homólogo com a CoronaVac”, relataram os autores do estudo.

Conforme os autores, o uso das doses de reforço mostrou eficácia contra variantes como a Delta e a Ômicron. O estudo também apontou a necessidade da dose de reforço para quem completou o ciclo com a CoronaVac.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Lancet.