Paraná supera 400 mil casos confirmados de Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (28) 2.825 novos casos confirmados e 50 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 401.631 casos confirmados e 7.671 mortos em decorrência da doença.
Os casos divulgados nesta segund-feira são: maio (1), junho (1), julho (1), agosto (3), setembro (1), outubro (3), novembro (102) e dezembro (2.713).

INTERNADOS – 1.534 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.188 pacientes em leitos SUS (610 em UTI e 578 em leitos clínicos/enfermaria) e 346 em leitos da rede particular (137 em UTI e 209 em leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 1.150 pacientes internados, 456 em leitos UTI e 694 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informou a morte de mais 50 pacientes. São 20 mulheres e 30 homens, com idades que variam de 41 a 102 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de novembro a 28 de dezembro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Colombo (5), Maringá (4), Cascavel (3), Lapa (3), São José dos Pinhais (3), Toledo (3), Arapongas (2), Cambé (2), Foz do Iguaçu (2), Guarapuava (2), Sabáudia (2), Santo Antônio da Platina (2).
A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Borrazópolis, Curitiba, Enéas Marques, Flor da Serra do Sul, Formosa do Oeste, Guaratuba, Itaipulândia, Jandaia do Sul, Marechal Cândido Rondon, Paiçandu, Palotina, Piraquara, Pontal do Paraná, Quedas do Iguaçu, Rolândia, Santa Izabel do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 3.064 casos de residentes de fora, 62 pessoas foram a óbito.

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Chuvas e menor consumo dão alívio a reservatórios da região Sul

As chuvas registradas nos últimos dias, combinadas com as medidas de redução de demanda, deram um alívio aos reservatórios do Sul e Sudeste/Centro-Oeste e diminuíram o risco de um novo racionamento nos moldes do de 2001. O cenário, no entanto, ainda é preocupante, uma vez que o período úmido só está no início e ainda não se sabe ao certo qual a intensidade da hidrologia nos próximos meses, dizem especialistas.

De 1.º de outubro até agora, os reservatórios do Sul – que representam 7% do armazenamento do País – tiveram ganho de 5,78 pontos porcentuais no volume de água, de 28,35% para 34,13%. No Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% da capacidade, a recuperação foi menor, mas pelo menos parou de cair. Em 6 de outubro, as usinas da região registraram o menor patamar de água em seus lagos, de 16,49%. No dia 12, estava em 16,82%.

“A situação de suprimento ainda é desconfortável, mas melhorou na margem, ou seja, não é hora de comemorar o fim da crise hídrica. O cenário só despiorou”, diz o presidente da consultoria PSR, Luiz Augusto Barroso. Segundo ele, a adesão das empresas em relação ao plano de redução voluntária também ajudou bastante na melhora do cenário.

Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que o programa de redução voluntária de energia elétrica somou 442 megawatts (MW), em setembro, e 600 MW neste mês. Junta-se a isso a antecipação do funcionamento de usinas térmicas e eólicas autorizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A combinação de todos esses fatores ajudou a diminuir o nível de tensão sobre o sistema momentaneamente. “Hoje, o cenário é outro O risco diminuiu sensivelmente. Agora, temos de ver se essa trajetória de chuvas vai continuar nas próximas semanas”, diz o professor da UFRJ Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel).

Em evento ontem, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) descartou o risco de racionamento neste ano, mas destacou que a situação ainda é crítica e que as medidas emergenciais precisam ser mantidas em 2022. Ou seja, as térmicas devem continuar em operação por mais tempo, o que pressiona o preço da energia para o consumidor. “Esse é o ponto crítico que vai perdurar nos próximos meses. A bandeira tarifária não está conseguindo cobrir o preço das térmicas. Algumas chegam a R$ 1,6 mil o MWh”, diz Castro.

Renovável

Ao mesmo tempo, há previsão para entrada em operação de uma série de novas – e mais baratas – usinas no mercado, como as solares e as eólicas. Segundo o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos, a eólica foi a grande protagonista durante essa crise elétrica. Em alguns momentos, os parques espalhados pelo País, sobretudo no Nordeste, conseguiram gerar até 21% de toda energia consumida no Brasil inteiro.

A solar chegou a quase 2% do total produzido, mas a tendência é que ela siga a trajetória da eólica. “No futuro, prevemos que ela vai ocupar um espaço ainda maior que a eólica no País. O benefício é que há potencial também no Sudeste”, diz Vlavianos.

Renováveis vão reforçar sistema

Além do volume de chuvas, o abastecimento do ano que vem vai depender da manutenção das térmicas emergenciais em operação atualmente e da entrada de nova capacidade, afirma o presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso. Segundo ele, há um série de usinas renováveis entrando em operação em 2022, tanto de geração centralizada (parques maiores) quanto distribuída (placas residenciais). “Além de reforçar a oferta, isso diversifica a matriz e reduz a nossa dependência à hidrologia.” Além disso, completa o executivo, o governo vai realizar neste mês um leilão para compra de nova oferta de energia para 2022, adicional ao que já está previsto, o que reforça o suprimento do ano.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Motoristas encerram greve no transporte coletivo de São José dos Pinhais

Motoristas de ônibus encerraram a greve do transporte coletivo de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Com isso, o serviço voltou a funcionar normalmente nesta sexta-feira (15).

A retomada aconteceu depois da categoria aceitar uma proposta da Auto Viação Sanjotur em uma assembleia realizada na quinta (14).

Os funcionários não receberam parte do salário que deveria ter caído na conta na última sexta-feira (8).

A empresa fez proposta aos trabalhadores de na segunda-feira (18) pagar 50% e dia 25 de outubro o restante.

A Sanjotur opera mais de dez linhas de ônibus urbanas e rurais.

Informações Banda B