Papo de gordinho – JPL Burgers e Wakko

Papo de gordinho – JPL Burgers e Wakko

Mais um Papo de Gordinho no ar! Agora no JPL Burgers com o amigo Wakko Puro Osso do Tattoodo Errado!

E no próximo sêmo noix!

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Mazé Mendes apresenta sua obra e realiza oficina para maiores de 60 anos no MON

Mazé Mendes apresenta sua obra e realiza oficina para maiores de 60 anos no MON No programa voltado para “maiores de idade”, a artista realiza, no dia 4 de outubro, visita guiada seguida de oficina Iniciado em 2014, o Arte Para Maiores promove encontros diversificado. O programa já recebeu duas premiações pelo Instituto Brasileiro de Museus: o prêmio Darcy Ribeiro e outro referente à Modernização de Museus. A iniciativa propõe a aproximação do público maior de 60 anos das artes visuais e plásticas. É válido lembrar que pessoas desta faixa etária também possuem isenção do valor de entrada.   Mazé Mendes – artista visual que assina a mostra “Recortes de Um Lugar”, na sala 7 do Museu Oscar Niemeyer – proporcionará, presencialmente, uma visita guiada seguida de oficina para o programa no próximo dia 4 de outubro.   Em Recortes de Um Lugar, Mazé inspirou-se em fotografias clicadas por ela mesma para desenvolver telas que representassem, de certo modo, a essência do urbano. São muros, grades, objetos, pequenas intervenções e até mesmo poesias inscritas na cidade, levando sempre em consideração a efemeridade de cada foto: a cidade está em constante mudança.   Para Mendes a arte, em sua diversidade, é importante para qualquer idade. De acordo com a artista, os maiores de 60 anos podem ter uma percepção mais madura, mais aguçada no que diz respeito à forma, ao som e até mesmo ao movimento.   Na visita, Mendes explica a exposição, propõe exercícios de observação relacionados às fotografias e fala sobre os trabalhos e técnicas à medida em que percorrem a sala. Já na oficina, Mazé Mendes ensinará aos alunos como funciona o recorte das cidades, abordando técnicas como pintura à guache, colagem e como misturar ambas.   A artista, graduada em Arte e pós-graduada em Arte-Educação pela Faculdade de Belas Artes do Paraná, participa ativamente de questões artísticas nacionais desde o final dos anos 70, tendo colaborado com centenas de exposições desde então. Instituições como o Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC), o Museu Municipal de Arte (Muma), o Museu da Universidade Federal do Paraná (MusA-UFPR), o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), dentre outros, contam com obras de Mazé Mendes.   Para participar das atividades do programa Arte Para Maiores, é necessária a inscrição por meio do formulário disponibilizado abaixo.   Serviço Arte Para Maiores, com Mazé Mendes 04/10 das 14h às 17h R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba – PR Inscrições pelo link Link da inscrição: https://forms.gle/sAAE7ai6ZL3E6FoT8 Museu Oscar Niemeyer   Foto: Wagner Roger

Pri Lacerda canta fins e recomeços no clipe “Não quero”

Depois de abraçar as próprias contradições e rir de si mesma no clipe “Capricorniana”, a cantora e compositora Pri Lacerda embarca em uma jornada mais intensa na inédita “Não quero”. O single, que também chega com um clipe, mostra uma faceta intimista, sensível e introspectiva da artista curitibana, agora lançando suas primeiras canções em português na sequência do EP de estreia.

Assista ao clipe “Não quero”: https://youtu.be/ddiKZKm7OfQ

Ouça “Não quero”: https://pomar.fanlink.to/naoquero 

A nova faixa surgiu de histórias compartilhadas sobre o amadurecimento após o fim de relacionamentos, de pessoas que, em momentos de crise ou términos, não conseguem mais reconhecer o parceiro (a). “Não quero sentir o gosto / olhar seu rosto / e depois sofrer / Não quero que mexa comigo / que fique a ferida / de um beijo antigo”, canta Pri.  A música convida o ouvinte a sair da zona de conforto, priorizando o amor próprio nas relações que não fazem mais sentido. O objetivo é convidar a uma reflexão sobre a importância de escolher a si mesmo quando se está diante de uma relação que machuca e causa sofrimento – ainda que no início seja difícil negar o próprio desejo e a atração pelo outro para romper o ciclo e conseguir seguir em frente.

“A música vem talvez causar um incômodo e, quem sabe, fazer o ouvinte refletir sobre a permanência ou não em qualquer relação que machuca ou sufoca de alguma forma. Talvez o mais importante seja pensar sobre o que é viver uma relação saudável e ter a coragem de sugerir mudanças ou até encerrar ciclos. Eu tenho a sorte de ter um parceiro que me apoia em todas as minhas mudanças, processos e novas escolhas. Eu acredito que o amor tem uma relação direta com a liberdade de deixar o outro ser e seguir o seu próprio caminho. É uma soma que não sufoca, é um amor que permite o outro viver, errar, sorrir”, resume a artista.

Pri Lacerda é conhecida como cantora, compositora e vocalista da banda de jazz e blues Snap Jazz. Ela embarcou no seu projeto solo com o primeiro EP, lançado em 2018 com cinco canções que faziam a ponte entre a nostalgia do soul e a música pop atual. Além de canções próprias, o trabalho contou com “Catch the Ash” e “River of Stars”, ambas do americano Jesse Harris (autor do sucesso “Don’t Know Why”, de Norah Jones). Este ano, Pri olha para o futuro em nova fase.

Atuando no cenário musical de Curitiba desde 2013, Priscilla soma a uma trajetória profissional como jurista, mestre em Direito Econômico e Social, professora universitária há mais de 10 anos e escritora, tendo publicado um livro de Direito sobre igualdade e, recentemente, participou da Bienal do Livro com o seu primeiro livro infantil “O Mundo Colorido da Girafa Zazá”. A música foi rapidamente de uma paixão dormente e hobby a alguns dos principais festivais e palcos da região, participando inclusive do Sofar Curitiba.

Este ano, Pri Lacerda está pronta para dar mais um passo em sua carreira musical, absorvendo o aprendizado de seu primeiro trabalho e as reflexões diante de acontecimentos que têm nos colocado em contato com questões íntimas e emocionais. Depois da bem-humorada “Capricorniana”, a artista mostra sua versatilidade com mais um single.

Assista a “Capricorniana”: https://youtu.be/ZXCozxDgnE4

Fazendo dessa nova fase uma entrega pessoal e criativa sem precedentes até aqui na carreira da artista, os novos singles de Pri Lacerda atestam seu crescimento lírico e musical, coroando o atual momento com uma nova canção inédita.

Ficha técnica

Voz/composição – Pri Lacerda

Produção/guitarra/baixo/teclas/

samples – Eduardo Rozeira

Mix e Master – Nico Braganholo

Preparadora vocal: Paola Pagnosi

Backing vocal: Paola Pagnosi

Gravado por Eduardo Rozeira e Alvaro Paz no Estúdio Gota e estúdio Nicos

Clipe:

Direção:  Izabella F. e Rosano Mauro Jr

Dir. Fotografia e Montagem: Rosano Mauro Jr

Ass. de fotografia: José Eduardo Pereira

Figurino: Daniela Carvalho

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