Os signos curitibanos

Confira os signos curitibanos e suas características:

SIGNO DE ÁRIES CURITIBANO

Quem é de Áries Curitibano não pensa duas vezes em sair tomar uma béra no Shopping Hauer, não tem medo de andar sozinho(a) às 2 horas da manhã por Colombo e tem uma energia de correr 10 vezes em volta do Parque Barigui.

SIGNO DE TOURO CURITIBANO

Quem é de Touro Curitibano pensa muito em comprar aquele apê TOP no Ecoville e deixar de andar de Inter 2 o mais rápido possível. Curte ir no MON para ver exposições e não curte ir em rolê por obrigação.

SIGNO DE GÊMEOS CURITIBANO

Gêmeos Curitibano possui um sotaque curitibano altamente carregado, daquele tipo de pessoa que fala “LEITE QUENTE”. Normalmente é a pessoa que mais marca rolê com a galera. Na vida profissional é do estilo “Nerd do Cefet”, com seu conhecimento infinito.

SIGNO DE CÂNCER CURITIBANO

Quem é de Câncer Curitibano normalmente tem aquele sentimento de “Boqueirão é meu país” ou “Sítio Loko”, que defendo o bairro acima de tudo. É a pessoa mais divertida do rolê e mais amorosa, contrariando a nossa fama de “fechados”.

SIGNO DE LEÃO CURITIBANO

Os Leoninos Curitibanos são o tipo de pessoa que compra bala do pessoal no sinaleiro. Têm uma auto estima maior que a insistência dos vendedores de Alfajor do Calçadão da XV de Novembro e ostentam demais na balada.

SIGNO DE VIRGEM CURITIBANO

O Virgem Curitibano é simples, passageiro de Inter 2 em horário de pico e muito trabalhador. Os virginianos curitibanos têm mania de limpeza, então já sabe, chove pra caramba aqui em Curitiba, odeiam o clima da cidade porque as roupas não secam.

SIGNO DE LIBRA CURITIBANO

Libriano Curitibano nasceu para vender, pode vender tudo, inclusive guarda-chuva nas iminências de toró, brisadeiro na Trajano Reis e exame de visão no Centro. São as pessoas mais susses e curtem rolê de calçada, tipo Shopping Hauer, Vicente e Itupava.

SIGNO DE ESCORPIÃO CURITIBANO

O Escorpiano Curitibano é o tipo de pessoa que curte ir pra Vicente Machado e tomar uma béra sozinho. Defendem Curitiba com unhas e dentes, aquele típico curitibano bairrista.

SIGNO DE SAGITÁRIO CURITIBANO

Quem é de Sagitário Curitibano incentiva demais os amigos, principalmente quando estão mal e precisam afogar as mágoas com um submarino no Bar do Alemão ou, em épocas de crise, uma tradicional Fontana no Largo da Ordem. O sagitariano curitibano pode fazer rolê no Batel ou na Trajano Reis, que sempre se relacionará bem com todos.

SIGNO DE CAPRICÓRNIO CURITIBANO

Os Capricornianos Curitibano são os que levam a fama de “curitibano antissocial”, pois não costumam ser muito expressivos, não falam muito. Gostam muito de desafios, tipo de andar sozinhos meia-noite em uma rua de Colombo.

SIGNO DE AQUÁRIO CURITIBANO

Quem é de Aquário Curitibano tem tendência de ser blogueirinha de eventos de Curitiba, sempre inventando moda e contrariando a todos falando que é “salsicha” ao invés de “vina”.

SIGNO DE PEIXES CURITIBANO

Quem é de Peixes Curitibano costuma quebrar galho para a galera, geralmente é a pessoa que tem carro e dá carona para os amigos no rolê. Contrariando tudo que é dito sobre os curitibanos, porque dá “Bom dia” para as pessoas no elevador.

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Musicoterapia avança para garantir tratamento em todo o País

A musicoterapeuta Gizely Delmonico Amin destacou nesta quinta-feira, 15, que a lei que institui o programa e Incentivo à utilização da musicoterapia como tratamento terapêutico no Paraná é um avanço para que a medida seja adotada em todo o País. A proposta, de autoria do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), foi aprovada pela Assembleia Legislativa e seguiu para sanção do governador Ratinho Junior (PSD).

Ex-presidente da AMT (associação de musicoterapia) do Paraná, Gizely Amin disse que os profissionais do setor lutaram para incluir o tratamento como essencial para que seja assegurado o atendimento universal no Brasil. “Travamos uma luta juntos e o deputado Romanelli criou uma lei no Paraná para incluir a musicoterapia nos tratamentos complementares. A partir daí, esperamos que os planos de saúde comecem a cobrir esse tipo de tratamento em todo o Brasil”, explica.

Gizely é musicoterapeuta especialista em análise do comportamento aplicada com enfoque em autismo e em TEA. Ela presidiu a AMT até 2020, quando encampou a luta pela criação da lei, proposta por Romanelli. Ela explica ainda que algumas especialidades têm cobertura dos planos de saúde, que garantem atendimento ilimitado de sessões com psicólogos, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos, o que se soma à cobertura ilimitada já assegurada para as sessões com fisioterapeutas.

“Vários estados brasileiros já adotaram a mesma medida aprovada no Paraná, o que fortalece nosso trabalho de incentivar a Agência Nacional de Saúde a garantir os mesmos direitos aos autistas, de receber tratamento com musicoterapia”, acrescenta.

Fundada em 1971, a Associação de Musicoterapia do Paraná promove o uso e desenvolvimento da musicoterapia no tratamento, educação, treinamento, reabilitação e demais objetivos terapêuticos e sociais de todos aqueles que necessitem desta modalidade, como é o caso dos autistas. A entidade reúne profissionais musicoterapeutas e instituições oficiais e particulares que estimulam a investigação e pesquisa em musicoterapia.

Em Brasília, Ratinho Junior defende modelo de pedágio baseado na menor tarifa

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior defendeu nesta semana, em reuniões com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a necessidade da implementação de um modelo de pedágio que respeite o anseio da sociedade paranaense pela menor tarifa, sem outorga. 

O Ministério de Infraestrutura estudará as mudanças sugeridas pelo Paraná e apresentará um novo modelo. A ideia é que o novo projeto seja justo com o desejo dos paranaenses.

A intenção, ressaltou o governador, é nortear a concessão dos 3.327 quilômetros de rodovias que cortam o Paraná em torno de duas diretrizes: maior número de obras e menor valor de tarifa cobrada do usuário. Os atuais contratos de pedágio terminam em novembro deste ano.

“O governo federal deve fazer mudanças e apresentar uma nova proposta ao Paraná. Reforçamos o desejo de todos os paranaenses por uma tarifa mais baixa, com a execução de obras e que o leilão ocorra na Bola de Valores de São Paulo, com a maior transparência possível. Esse é o nosso compromisso com a infraestrutura do Paraná”, destacou Ratinho Junior.

As propostas apresentadas pelo governador estão alinhadas ao modelo proposto pelo G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense, que entregou ao Ministério da Infraestrutura documento solicitando alterações no modelo de pedágio proposto para o Paraná.

Os empresários pedem que a licitação da concessão seja pela menor tarifa, sem limite de desconto; garantia de execução das obras por meio de depósito caução; adequação no degrau tarifário das pistas duplicadas; a desoneração do PIS/Cofins que incide sobre as tarifas de pedágio; e a transparência total no processo.

“Junto com o setor produtivo e lideranças locais, o Governo do Paraná defende um modelo que contemple o que a população nos exige: o menor valor na tarifa de pedágio”, afirmou o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Os novos traçados, segundo demanda do Governo do Estado, estão divididos em seis lotes, mas com desenhos diferentes do atual, já que incluem rodovias que não estavam contempladas até então, como a PR-323, no Noroeste, a PR-280, no Sudoeste, e a PR-092, no Norte Pioneiro. O conjunto de rodovias em projeto é formado por estaduais (35%) e federais (65%).

Sandro Alex reforçou o pedido para que as obras sejam executadas em sua grande maioria nos primeiros anos do contrato. O pacote atual, lembrou ele, prevê a duplicação de 1.783 quilômetros (90% até o sétimo ano do acordo), a construção de 10 contornos urbanos, 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas e de 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito.

A proposta contempla ainda sinal de wi-fi em todos os trechos de estradas, câmeras de monitoramento e iluminação em LED.