Os memes que são 100% curitibanos e talvez você não saiba

O MAIOR TRAPÉZIO DE CURITIBA

O lendário e saudoso Rodrigo Ferraz, conhecido como o “Maior Trapézio de Curitiba” e também “O cara que pega mais mulher em Curitiba”, marcou a geração de memes curitibanos circulando na internet.

Se não me engano, este foi o primeiro vídeo que ele subiu na época.

Até fez participação no Domingo Legal, no SBT.

A BÊBADA DE CURITIBA

Uma noite regada a muito álcool no John Bull não saiu como planejado. Aí começa a história de um dos melhores memes da internet brasileira: A bêbada de Curitiba.

TÔ CAGADO DE FOME

O menino José ganhou a internet brasileira depois de ir à uma feira de Curitiba com sua família e comprar bonecos do Dragon Ball. Sua sinceridade rendeu um bordão: “Tô cagado de fome!”.

Além do original, eu gosto muito desta versão REMIX

*ALERTA DE MÚSICA GRUDENTA

O SÓSIA DO VIN DIESEL

Depois de uma aparição no Pânico na TV, da Bandeirantes, o “Vin Diesel Curitibano” se tornou um dos memes mais usados atualmente na internet brasileira.

Eu o via sempre vendendo panos de prato perto da Arena da Baixada. Seu nome é Marcos Salvo e se tornou mais uma personalidade curitibana, se juntando a Oil Man e Plá.

Ah, ele se candidatou nas eleições de 2016 para o cargo de vereador. Obteve 1.109 votos e ficou em 147° lugar, não sendo eleito.

MC MAYARA

A musa do EletroFunk foi um fenômeno quando surgiu cantando funk e dançando no Jardim Botânico. Sua aparição rendeu muitos memes e até hoje ela é lembrada pela “Primeira Vez” que apareceu na internet brasileira.

Claro, sem contar o seu super clipe “Ai como eu tô bandida dois”:

Seu sucesso foi tão meteórico, que teve até aparição no programa Fantástico, da Rede Globo:

E uma gravação com a gente aqui do Busão Curitiba! 😉

TIRA CASACO, PÕE CASACO

Este meme que circulou muito pela internet (ainda circula) é uma criação minha. Siiiiiiiiiiiiiiiiiim, éééé verdade. Num dia como este que estou escrevendo esta postagem, resolvi fazer um meme depois de assistir o filme Karatê Kid. Postei em nossa página no Facebook e saí para comprar um cachorro quente ~história verídica~, quando voltei era uma explosão de pessoas compartilhando.

Passou um tempo e surgiram várias releituras em outras cidades também. 🙂

CORUJA DA DEPRESSÃO

Você lembra da “Coruja da Depressão”? Sim, esta coruja sarcástica que agitava o começo do crescimento do Facebook no Brasil era de um curitibano. Nesta época veio a Gina Indelicada, Chapolin Sincero e o Willy Wonka Irônico.

CONSELHOS DO HE-MAN

O conselhos do He-Man em seus desenhos marcaram várias gerações ao longo dos mais de 30 anos de história. O curitibano Andrei Bedene teve a ideia de utilizar esta linguagem do herói em memes e deu muito certo!

Recomendo que acompanhem ele também no canal no Youtube. 😉

 

É isso, gente! 😉 Com certeza há vários outros memes que surgiram aqui em Curitiba, mas isso vai ser assunto de outro post, né? Muito obrigado você que chegou até aqui.

Valeu, passageiros!

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Mesmo com perda de 100 milhões de passageiros, prefeitura garante que tarifa em Curitiba não sobe

Em 2020, o transporte coletivo de Curitiba perdeu quase 100 milhões passageiros em relação a 2019 por conta da pandemia de covid-19. A suspensão das aulas nas escolas, a necessidade de distanciamento social, a implantação do regime home office e de escalas em muitas empresas provocaram uma queda expressiva no movimento.

Ainda assim, nesse período de regime emergencial, a Prefeitura informou que decidiu suspender a negociação a respeito do reajuste da tarifa técnica do transporte coletivo – prevista todo ano para fim de fevereiro. Hoje a tarifa é de R$ 4,50 e de R$ 3,50 em algumas linhas, fora do horário de pico.

“Em função da pandemia, do momento difícil que as pessoas estão vivendo, o prefeito Rafael Greca decidiu que não haverá reajuste da tarifa”, afirma o presidente da Urbs.

Maia Neto diz que o município trabalha para promover a equalização do sistema e para isso vem discutindo tanto internamente com a secretaria de Finanças quanto com o Governo do Estado o subsídio ao transporte coletivo. “Temos uma tarifa social e que permite que a conexão com a Região Metropolitana de Curitiba. A integração metropolitana tem hoje um peso de 40% a 50% dos nossos custos”, diz

Ao todo, segundo a Urbs,  foram 107,4 milhões passageiros no transporte coletivo em 2020, 47% menos do que em 2019, com 203,9 milhões. O volume inclui passageiros pagantes e isentos, como idosos, pessoas com deficiência e estudantes.

O movimento diário de passageiros pagantes no transporte coletivo de Curitiba está, em média, 53% menor do que antes da pandemia. Na última semana, foram 350.038 passageiros nos dias úteis. Na primeira semana de março de 2020, a média era de 744.344 passageiros.

“Dez meses de pandemia tiveram um forte impacto no movimento do transporte coletivo. Essa queda chegou a ser de 80%, mas ainda estamos muito abaixo do período normal”, diz Ogeny Pedro Maia Neto, presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), que administra o sistema.

Além da redução da receita de passageiros, o sistema precisa operar com uma frota superior à demanda para obedecer os protocolos sanitários de enfrentamento da covid-19 e evitar aglomerações. A ocupação máxima prevista nos ônibus é de 70%. A frota está em 80% (mil ônibus) e 100% nas linhas de maior demanda, que atendem mais de 60% do movimento.

“O sistema perdeu passageiros, mas teve que manter uma frota elevada, para fazer frente aos desafios da pandemia”, explica Maia Neto.

Regime emergencial

Por conta desse cenário, a Prefeitura de Curitiba aprovou, no ano passado, com o apoio da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), o regime emergencial do transporte coletivo, que foi prorrogado até 30 junho de 2021, e que visa manter a operação e a sustentabilidade do sistema mesmo com queda expressiva no número de passageiros.

Trata-se de um mecanismo em que a Prefeitura reduz o repasse de recursos para as empresas e ao mesmo tempo assegura a manutenção de empregos de cobradores e motoristas. Com ele, os custos do sistema passaram de R$ 78 milhões para entre R$ 38 milhões e R$ 40 milhões por mês. Metade desse valor é bancado pela Prefeitura e a outra metade pela receita de passageiros.

Histórico

O projeto da lei municipal 15.627/2020, que implementou o custeio diferenciado às concessionárias do sistema, foi aprovado pela CMC em maio de 2020, e era retroativo a 16 de março do ano passado, data em que entrou em vigor o decreto de situação de emergência de Curitiba (421/2020).

Inicialmente previsto para vigorar por 90 dias, ele foi estendido até 31 de dezembro de 2020, e em dezembro último, renovado até 30 de junho.

O regime de emergência prevê exclusivamente o pagamento às empresas de custos variáveis e administrativos (como combustíveis e lubrificantes, conforme a quilometragem rodada), tributos (ISS, taxa de gerenciamento e outros) e com a folha de pagamento dos trabalhadores do sistema, incluídos plano de saúde, seguro de vida e cesta básica.

São suprimidas dessa conta a amortização e a rentabilidade das empresas.

“Mantendo-se a operação normal e reduzindo-se significativamente a quantidade de passageiros, como ocorreu, o sistema fatalmente atingiria uma situação de colapso e isso implicaria um pedido de reequilíbrio econômico-financeiro à Prefeitura em torno de R$ 40,9 milhões mensais, em média”, afirma o presidente da Urbs.

Se nada fosse feito, as empresas do transporte coletivo poderiam requerer a revisão da tarifa técnica, pois o contrato firmado em 2009 e que está em vigor dá essa oportunidade quando há flutuação de 5% na expectativa de passageiros – e durante a pandemia a circulação caiu praticamente pela metade.

“Essa revisão seria mais cara ao município do que a implantação do regime emergencial. “Sem contar que em uma disputa judicial poderíamos ter greves, paralisação do serviço, que já seria um incômodo para a população em tempos normais, que dirá durante uma pandemia”, completa Maia Neto.

Informações Banda B.

Curitiba registra 11 óbitos e 455 casos de covid-19

Curitiba registrou, nesta terça-feira (26/1), 455 novos casos de covid-19 e 11 óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus, conforme boletim da Secretaria Municipal da Saúde.

Sete desses óbitos ocorreram nas últimas 48 horas. As vítimas são cinco homens e seis mulheres, com idades entre 50 e 93 anos, e uma pessoa não tinha fator de risco para covid-19.

Até agora são 2.574 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 126.090 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 116.662 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

São 6.854 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus.

UTIs do SUS

Nesta terça-feira (26/1), a taxa de ocupação dos 371 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 está em 84%. No momento restam 60 leitos livres.

Números da covid-19 em 26 de janeiro

455 novos casos confirmados
11 novos óbitos (7 nas últimas 48h)

Números totais
Confirmados – 126.090
Casos Ativos –  6.854
Recuperados – 116.662
Óbitos – 2.574