Os 50 maiores sintomas de Curitibanice

Um clássico aqui do Busão são os sintomas de Curitibanice.

 

1. Roubei honestamente a canequinha do Submarino no Bar do Alemão.

2. Ensinei o que é penal

3. Fiz esquenta no Bar do Torto

4. Quase fui atropelado por um Biarticulado

5. Tomei tubão

6. Peguei o Inter II no sentido errado

7. Joguei boliche no Shopping Curitiba

8. Fui ao Parque Tupã ou Morenos Park no Pinheirão

9. “Professor Galdino, Professor Galdino, 45021”

10. Coloquei a mão no chafariz do Shopping Estação

11. Dormi no terminal esperando o madrugueiro

12. Comi cachorro quente prensado com frango, catupiry, etc…

13. Bebi no Largo da Ordem

14. Fui à feirinha do Largo da Ordem
15. Não tenho sotaque

16. Tomei caldo de cana com limão

17. Tomei quentão com gemada na feira de inverno na Praça Osório

18. Conheci a Família Folha

19. Tomei gengibirra e comi cuque

20. Vou ao shopping quando está chovendo.

21. Fui ao James Bar

22. Passei o carnaval em Matinhos. E não contei pra ninguém

23. Já comi um pastel numa lanchonete de japonês

24. Vi o ônibus de turismo de 2 andares, mas nunca andei nele.

25. Dublei a mulherzinha do biarticulado

26. Ensinei alguém a falar LEITE QUENTE e não LEITI QUENTI

27. Ensinei alguém a comer pinhão

28. Reclamo de Curitiba, mas amo muito essa cidade.

29. Tirei uma foto no Jardim Botânico

30. Repeti BORBOLETA 13

31. Não aguento mais o Palácio Avenida

32. Almocei em Santa Felicidade no Dia das Mães

33. Não socializo no ônibus

34. Tenho parente “no norte”

35. Fiz churras no Parque Barigui

36. Finjo que estou dormindo no ônibus quando aparece um conhecido

37. Ainda não conheço a maioria dos pontos turísticos da cidade

38. Comi um X-Montanha

39. Parei na XV pra ver os palhaços

40. Fui à Boca Maldita para ouvir o que os velhinhos conversam

41. Fui à Festa da Uva

42. Entrei em uma loja qualquer só para me esquentar

43. Ensinei que piá e menino são a mesma coisa

44. Senti vergonha alheia do Oil Man

45. Falo do tempo para puxar assunto. “Tá frio hoje, né?!”

46. Já fiquei esmagado no biarticulado em pleno horário de pico

47. Li o Curitibinha

48. Entro no elevador e não dou bom dia para ninguém

49. Sentei no banco de trás do ônibus porque é mais quentinho

50. Defendo Curitiba mais do que a pátria

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MON promove programação especial na 15ª Primavera de Museus

Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao público uma programação especial neste mês. As ações fazem parte da 15ª Primavera dos Museus, evento coordenado anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e que acontecerá até o dia 26 de setembro. São 680 instituições inscritas e mais de 1.700 atividades em todo o Brasil.

Nesta quarta-feira (22), às 16 horas, ocorrerá a edição especial do programa MON ao Vivo: a oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”. Esta ação é gratuita e destinada a toda pessoa interessada, de 7 anos ou mais – crianças menores de 7 anos devem estar acompanhadas de um adulto.

A inspiração para a oficina é o tema proposto pela Primavera de Museus em 2021, “Museus: Perdas e Recomeços”, além das obras da série “Tente Ver o Oceano” (Maya Weishof), presentes no acervo do Museu. Para fazer a inscrição, é preciso acessareste link.

Depois de preencher o formulário, é só aguardar o recebimento do link de participação. Esta ação, realizada na plataforma Zoom, contará com intérprete de Libras. Para mais informações, é só entrar em contato pelo e-mail educativo@mon.org.br ou 3350-4448.

Já no dia 24 (sexta-feira), às 19 horas, o MON oferecerá o encontro virtual com Vanessa Lima – educadora, historiadora e coordenadora do Núcleo Educativo do Arquivo Histórico Municipal de São Paulo. É coautora do livro “Caminhando a Paulista: Pequeno Manual do(a) Historiador(a) da Cidade” e desenvolve projetos na área de mediação cultural em diferentes museus e instituições.

A videoconferência terá como tema “Sobre Patrimônios e Afetos: Os Museus e a Dimensão da(s) Memória(s)” e pretende traçar relações com territórios, artistas visuais, educadores e dinâmicas do patrimônio cultural que trabalham a partir de poéticas da memória e do esquecimento. Para participar, basta se inscrever em bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima.

Serviço

Programação especial – 15ª Primavera dos Museus
ACESSÍVEL EM LIBRAS

Oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”
Data: quarta-feira (22/9)
Horário: 16h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/MONaoVivoSetembro

Videoconferência com Vanessa Lima
Data: sexta-feira (24/9)
Horário: 19h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima

www.museuoscarniemeyer.org.br

Mães relatam tentativas de roubo de crianças em mercado no Sítio Cercado

Tentativas de roubo de crianças em um mercado do bairro Sítio Cercado, em Curitiba, estão assustando moradores da região. A reportagem da Banda B recebeu alguns relatos de mães, nesta segunda-feira (20), que passaram pela situação no mesmo estabelecimento.

Ariadne Henriques, mãe da Isabela, de apenas quatro anos, contou à Banda B que uma mulher teria tentado levar sua filha na saída do mercado, por volta das 20h30 da última sexta-feira (17).

“Eu estava com a Isabela no mercado, fiz as compras e quando a gente estava saindo uma moça veio encontrar a gente, na porta do mercado. Ela estendeu a mão para a minha filha e começou a chamar ela de Laura. Eu falei que não era Laura e até achei que ela estava confundindo com outra criança. Mas ela insistiu, disse que era a filha dela e que ia levar ela embora. Eu coloquei a Isabela para trás de mim e comecei a discutir”, afirmou Ariadne.

Com a discussão, algumas pessoas começaram a se aproximar e a mulher foi embora.

Outros relatos

Após narrar o episódio em um grupo no Facebook, Ariadne teria recebido o contato de várias outras mães que passaram pela mesma situação.

“Não é a primeira vez que isso acontece no mercado. Já tiveram várias outras situações de pessoas que entraram em contato comigo e me contaram. Essa mulher que nos abordou tinha idade entre 30 e 35 anos, bem arrumada, e chegou com tanta intimidade que quem viu achou que ela conhecia a gente. Não sei se haviam mais pessoas com ela, porque depois ela sumiu muito rápido”, relatou a mãe de Isabela.

Na publicação com o relato de Ariadne, outra mãe aparece dizendo que neste ano, no mesmo mercado, um rapaz e uma senhora teriam tentado roubar o filho dela, de cinco anos de idade, enquanto ela fazia compras na panificadora do estabelecimento.

Ariadne teria ido até uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência, no entanto, ninguém teria dado muita importância ao caso. O episódio não teria caracterizado crime, já que não houve o sequestro, segundo relatou a mãe sobre a resposta da polícia.

Informações Banda B