O que o branding pode fazer pelas microempresas

O branding para micro e pequenas empresas tem conquistado espaço no universo do marketing. Esse conceito integra um conjunto de estratégias que ajuda o negócio a construir e estabelecer sua marca. Pode ser entendido, portanto, como gestão de marca, com ações que permitem que o consumidor identifique a empresa e consiga distingui-la da concorrência. 

Recorrer a uma agência de branding, por exemplo, é uma maneira de conseguir orientação profissional, para o alcance dos objetivos específicos de cada microempresa.

De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), de dezembro de 2021, o número de pessoas beneficiadas pelos pequenos negócios no Brasil supera a população de países como Argentina, França, Reino Unido e África do Sul. As estimativas mostram que 86,5 milhões de indivíduos são impactados direta ou indiretamente por pequenas empresas, o equivalente a 40,4% da população.

Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de cada dez empregos formais gerados no Brasil nos últimos 12 meses, seis são criados por microempresas. Entre julho de 2021 e junho de 2022, foram mais de 2,6 milhões de vagas formais, sendo 64,8% em organizações com até quatro funcionários.

Como destacado pelo Sebrae, para além de uma tendência, o branding é um conceito-chave do marketing. Quando aplicado corretamente, ele promove reconhecimento da marca no mercado e melhora o relacionamento com o consumidor.

O portal Sebrae Alagoas indica quatro estratégias de branding para pequenas e microempresas. As ações funcionam como métodos para se destacar e atrair a atenção dos clientes, sem a necessidade de gastar muito.

1.  Defina a identidade da marca

A marca deve resumir o que o empreendedor é enquanto empresa, com missão e visão do negócio bem definidos. A identidade de uma marca também deve considerar aspectos visuais, verbais, as experiências proporcionadas em todos os contatos do consumidor com o produto ou serviço, os valores com que a marca se relaciona, entre outros fatores.

Nesse sentido, é importante reservar um período para descobrir a identidade da organização nas etapas táticas da estratégia da empresa. 

Perguntas sobre como o empreendedor espera que seu negócio seja reconhecido pelo mercado e qual diferencial ele traz para o setor em que atua são fundamentais para obter mais clareza no direcionamento e na inserção da identidade da marca. 

Conhecer profundamente o público-alvo é fundamental para o trabalho de branding. Para isso, uma das ferramentas disponíveis é determinar cada persona do negócio, ou seja, definir detalhadamente os consumidores. 

A dica é responder a perguntas como: Quem é o cliente ideal? Qual é a idade dele? Que tipo de renda e educação ele tem? O que importa para essa pessoa? Quando ele usaria seu produto e serviço? Por que ele precisaria da sua empresa? 

2.         Criatividade para a comunicação visual

Após desenvolver a marca de um negócio, é a hora de projetá-la. Para dar início à comunicação visual, é preciso levar em conta aspectos como guia de estilo, logotipo, cartão de visitas e sites ou páginas nas mídias sociais. 

O guia de estilo funciona como uma espécie de roteiro para que o material de divulgação apresente a mesma identidade visual. Esse manual deve conter informações como as fontes do texto, a paleta de cores da marca e o tipo de design das embalagens, por exemplo. 

Já o logotipo é a primeira imagem que os consumidores olham quando encontram a marca. Esse é o recurso visual mais estreitamente associado ao negócio. Dessa maneira, o logotipo pode operar como inspiração para os demais recursos visuais.

3.         Aposte em marketing de conteúdo

Tornar-se um especialista em seu próprio campo de atuação é uma maneira de conquistar a confiança do público-alvo e, quando chegar o momento de procurar uma empresa para fazer negócios, ser lembrado. Isso é possível, por exemplo, por meio do marketing de conteúdo.

O sucesso dessa produção é fazer o conteúdo certo para atingir o público esperado. Pesquisar quais perguntas os clientes fazem e elaborar um material que responda a essas questões são dicas.

4.         Aprimore os canais de relacionamento

Segundo o Sebrae, tão importante quanto a reputação que um negócio constrói a partir do branding é aquilo que os consumidores dizem sobre a marca. Pensando nisso, a recomendação é oferecer uma experiência positiva toda vez que o público interagir com a empresa. 

Manter ativos canais de relacionamento com o cliente, avaliar o seu funcionamento e descobrir como implementar uma gestão de inovação são alguns exemplos de ações. 

É preciso, ainda, rever questões práticas como a facilidade (ou não) para fechar um pedido no site, o tempo que a marca leva para responder às mensagens e a atualização das mídias sociais. Deve-se, portanto, verificar o feedback dos consumidores e descobrir o que precisa ser melhorado. 

Não é somente a imagem da organização que está em jogo com essa estratégia, mas também o modo como o negócio deseja ser percebido.

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Parque Aurora é nova aposta do ramo imobiliário de Londrina (PR)

Entender o comportamento do consumidor é um dos principais desafios das construtoras e incorporadoras que buscam constantemente oferecer soluções de moradias. Para auxiliar nos passos dos futuros lançamentos de empreendimentos, as empresas se baseiam em pesquisas e estudos como o “Comportamento do consumidor de imóveis em 2040” – Onde e como habitaremos?”, realizado em 2019 pela Deloitte, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

O resultado indicou inúmeras mudanças no perfil da sociedade e dentre os itens mais requisitados entre os clientes em potencial estão que: os imóveis deverão oferecer soluções adaptáveis para uma sociedade mais plural e dinâmica; oferecer espaços compartilhados; reunir espaços modulares e adaptáveis; apresentar sustentabilidade e eficiência energética; estar ancorado na Construção 4.0 e, ainda, ser uma  residência/condomínio eco friendly.

Referência no segmento de imóveis econômicos e compactos e de olho nessas tendências e necessidades, a Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, acaba de lançar sua trigésima sétima obra, sendo trinta apenas em Londrina. O residencial Malibu será um empreendimento com duas torres de 14 andares e 8 apartamentos por andar, que vão de 51 a 64 metros quadrados privativos, contemplando sacada com churrasqueira. Há, também, opções de plantas com garden, uma tendência no mercado imobiliário vertical.

Economia compartilhada e localização privilegiada

Baseada no conceito de “economia compartilhada”, o edifício terá coworking (espaço de trabalho), play studio, espaço para mini mercado e lavanderia, além de itens de uso coletivo, como bicicletas, ferramentas, material esportivo, tudo incorporado ao condomínio e planejamento urbanístico da área. Na área de lazer, os moradores poderão desfrutar de piscina com prainha, brinquedoteca, espaço gourmet, churrasqueiras, espaço fitness, quadra esportiva, entre outros.

O residencial estará localizado bem próximo à região da Gleba Palhano, no bairro Parque Aurora (sul de Londrina), uma área promissora de vertiginoso crescimento e desenvolvimento, que já apresenta grandes mudanças resultantes do avanço do mercado imobiliário. Com muita natureza ao redor, o residencial estará bem perto do Shopping Catuaí, instituições de ensino, acesso rápido à rodovia PR – 445 (com ligação direta à Universidade Estadual de Londrina – UEL) e uma rede de serviços bem completa, como supermercados e farmácias. 

Segundo Bruno Catarino, gerente da unidade da Yticon em Londrina, empreendimentos desse perfil fortalecem e valorizam ainda mais a região, sobretudo pela quantidade de itens no projeto, que facilitam a vida do morador. “Importante ressaltar que, além da construção do empreendimento, damos todo o suporte para a realização de infraestrutura e benfeitorias públicas, o que traz ainda mais segurança ao cliente de que está fazendo um bom investimento”, diz.

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Presidente Prudente e Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br

Hackaton incentiva estudantes a pensar em inovação e empreendedorismo

Inovação e empreendedorismo também se aprendem em sala de aula. Para incentivar os jovens a desenvolver soluções para diferentes setores da sociedade, o SEB se uniu ao Sebrae/PR na realização do Hackathon SEB, que chegou à sua terceira edição no final de agosto. A maratona, que contou com a parceria da Companhia Paranaense de Energia (Copel), estimulou alunos dos ensinos fundamental e médio da escola a apresentar projetos que combinassem empreendedorismo e inovação.

O desafio, proposto pela escola, era o de desenvolver projetos em até 48 horas, com a avaliação de especialistas, relacionados com sistema de redes elétricas inteligentes. Para isso, os jovens contaram antes com a capacitação do Sebrae/PR, que apresentou os principais fundamentos do empreendorismo inovador. Um dos projetos vencedores, de Curitiba, trouxe um aplicativo que, conectado a um conjunto de tomadas e spots inteligentes, mede o valor da energia elétrica consumida e evita gastos excessivos, fazendo com que o consumidor saiba exatamente o custo da eletricidade em sua casa ou comércio.

Segundo a consultora do Sebrae/PR, Sonia Shimoyama, o Hackathon foi uma oportunidade para os jovens aprimorarem seus conhecimentos técnicos, pensando no futuro profissional.

“Foi uma situação diferente, inusitada e que eles ainda não tinham vivenciado. Por isso, começam a despertar, ampliar o horizonte de conhecimento. Isso faz toda a diferença na formação, pois é um aprendizado que marca a vida”.

Soluções inovadoras

Um dos objetivos do Hackathon era que os alunos desenvolvessem vários tipos de inteligência, desde as hard skills, que são as habilidades técnicas, até as soft skills, que são as emocionais.

Para o coordenador de tecnologia educacional da Escola SEB Dom Bosco, Raphael Corrêa, os alunos têm a oportunidade de aprimorar talentos que serão exigidas no futuro, quando estiverem no mercado de trabalho.

“O projeto coloca o aluno para trabalhar em equipe, enfrentar desafios reais e o coloca como protagonista”, observa Corrêa.

Este ano, o evento foi realizado em diversas cidades espalhadas pelo país, cada um com um cliente diferente, ao qual os jovens precisaram desenvolver algum tipo de produto ou serviço com soluções inovadoras. Ao final, as melhores equipes de cada região se classificaram para uma etapa nacional, que será realizada nos dias 29 e 30 de outubro.

Projeto Imperium foi o vencedor em Curitiba. Foto: Divulgação.

Controle do consumo de energia

Entre os projetos desenvolvidos no Hackathon SEB, está o Imperium. Idealizado pelos alunos Kauan Biesek Grobe, Isabelle Tetu de Oliveira, Maria Fernanda Santini e Paula Steuemagel de Oliveira, o Imperium conecta o usuário, por meio de um aplicativo, a um conjunto de tomadas e spots de luz que calcula, em tempo real, a quantidade de energia elétrica consumida em residências e estabelecimentos comerciais atendidos pela Copel.

Raphael Corrêa explica que o projeto poderia ser útil em casos de estabelecimentos familiares, em que residências dividem o mesmo medidor de luz.

“Como exemplo, poderíamos pensar em um salão de beleza ao lado da casa do seu dono. Com o Imperium, o empreendedor poderia consultar o aplicativo e saber qual é o consumo de ambos os locais, evitando gastos extras com a implantação um novo medidor de luz e sabendo exatamente o custo de eletricidade do seu negócio.”

Projetos como esse, que foi o vencedor do Hackathon SEB em Curitiba, na categoria ensino médio, podem contribuir para a inovação e o empreendedorismo na sociedade. Fernando Gruppelli, superintendente de regulação e finanças da Copel, conta que a empresa está desenvolvendo um sistema de redes elétricas inteligentes e que, a partir dele, novos serviços poderão ser oferecidos ao consumidor.

“A ideia foi de que os alunos atuassem com foco nessa nova tecnologia. Portanto, são propostas que poderia ser utilizadas no futuro. A Copel enxerga essa possibilidade”, adianta Gruppelli.