O que bombava em Curitiba nos anos 80

O que bombava em Curitiba nos anos 80

Pra você que não teve a oportunidade de vivenciar os anos 80 curitibanos ou que teve e quer matar a saudade, aí vai um videozinho pra vocês:
Obs.: Se liguem nos passinhos! Hhauehuaheuhuaehaeha

As imagens são da década de 80, das aberturas das danceterias, do Clube Califórnia, Clube Tropical, Sistema X e outras!
Pra quem quer saber quais as músicas, e realmente o que bombava em Curitiba nos anos 80, segura aí:

Aqui vai um trecho extraído do livro “Almanaque KUR’YT’YBA”, de Eduardo Emílio Fenianos, que descreve um pouco como era Curitiba naquela época:

“A capital, que no início do período já possui mais de 900 mil habitantes, ganha seu primeiro shopping Center, troca os cinemas por videocassetes e entra na era da informática.

O Bigorrilho é o bairro que mais cresce, sofrendo uma explosão econômica e imobiliária. Ônibus articulados substituem os expressos pioneiros e transportam até 200 passageiros. O setor Histórico, bloqueado aos veículos, é o novo point dos curitibanos, com seus bares e restaurantes. Novos pólos comerciais surgem a leste, no Hugo Lange ou Jardim Social, bairros que antes abrigavam exclusivamente moradias de luxo.

Em 12 de janeiro de 1984, Curitiba é a primeira cidade brasileira a reunir 50 mil pessoas – na Praça Osório, Boca Maldita e caçadão da Rua 15 de Novembro – num comício pelas “Diretas-Já”. O movimento ganha força, e repete em todo o país nas semanas seguintes.

Ao longo da década, Curitiba renova sua infra-estrutura, construindo novos espaços e revitalizando outros. São dessa época o Museu de Arte Sacra, a Casa da Memória, os cinemas Groff, Ritz e Luz (administrados pela Fundação Cultural de Curitiba), a Casa Culpi, de Santa Felicidade, e o Terminal e Centro Cultural do Portão. Surgem ainda, o Parque General Iberê de Mattos, no Bacacheri, e o das Pedreiras, no Pilarzinho, que abriga o Espaço Cultural Paulo Leminski e a Ópera de Arame.

Desde 1989 separa-se o lixo orgânico do reciclável. À noite, um bom programa é visitar as feiras noturnas que se espalham pelos bairros da cidade, onde são servidas refeições dos mais diversos países do mundo. É do alto da Torre da Telepar, nas Mercês, inaugurada em 1991, que curitibanos e turistas descortinam maravilhados os mais distantes rincões da cidade com direito a uma vista de 360 graus.”

AH, VALE A PENA TAMBÉM CONFERIR OS VÍDEOS QUE O TESÃO PIÁ FEZ SOBRE OS ANOS 80: TESÃO PIÁ – 80’S E TESÃO PIÁ – 80’S (VERSÃO VHS)!

O que bombava em Curitiba nos anos 80

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Começa amanhã o 7º Festival do Fettuccine no Grana Padano do Ernesto Ristorante

Produzido na planície de Padana, na Itália, o queijo grana padano conquistou o paladar dos amantes da gastronomia ao redor do mundo, em especial dos brasileiros. Afinal, quem não gosta de uma boa massa artesanal preparada dentro de uma enorme peça do queijo, não é mesmo? O fettucine, típico da culinária italiana, ganha ainda mais sabor neste preparo irresistível.

Pensando nesta combinação perfeita, o Ernesto Ristorante, clássico restaurante italiano de Curitiba, comandado pelo chef Dudu Sperandio, vai promover durante todo o mês de julho o 7º Festival do Fettucine no Grana Padano. “Aqui no Ernesto, finalizamos o preparo dentro do Grana Padano, queijo que passa por 12 meses de maturação, seguindo uma forte tradição italiana. Desde que fizemos o primeiro festival, o preparo logo se transformou em uma marca registrada do nosso restaurante”, comenta Dudu Sperandio.

Grande responsável pelo evento, o chef Dudu Sperandio cuida diretamente do preparo do prato, que já na apresentação conquista os apaixonados por gastronomia. “A massa, quase pronta, é finalizada dentro de uma enorme peça de queijo Grana Padano flambado, para aproveitar o máximo do sabor do queijo, bem no meio do salão. Assim, a experiência gastronômica deixa de ser apenas para o paladar, passando a ser, também, uma experiência visual”, destaca o chef.

Durante o 7º Festival do Fettuccine no Grana Padano, os clientes podem escolher entre diversas receitas exclusivas do preparo: fettuccine no grana padano flambado (R$ 79 ou R$ 129 no menu completo), fettuccine no grana padano flambado e trufado (R$ 89 ou R$ 139 no menu completo); mignon grelhado com molho grana e fettuccini no grana padano (R$ 99 ou R$ 149 no menu completo); mignon grelhado com molho trufado e fettuccini no grana padano (R$ 109 ou R$ 159 no menu completo); e fettuccine no grana padano flambado com lascas de botarga e raspas de limão (R$ 99 ou R$ 149 no menu completo).

Para quem optar pelo menu completo, o restaurante oferece dois pratos de entrada: endívia com brie morno e marmelada de maçã com canela ou polenta brustolada com cogumelos e creme de gana padano. Na parte das sobremesas, são três opções de doces: pudim de ovos do Mosteiro de Alcobaça, pudim de leite condensado da vovó ou mousse de chocolate 70%.

O 7º Festival do Fettuccine no Grana Padano acontece entre os dias 01 e 31 de julho, no Ernesto Ristorante (Rua Myltho Anselmo da Silva, n° 1483), no bairro Mercês. O evento é válido durante o jantar, a partir das 19h30, e nos almoços de domingo, a partir das 12h. As reservas podem ser feitas pelo telefone (41) 4141-5477. Mais informações no Instagram oficial do empreendimento (@ernesto.risto).

Pizzaria de Curitiba promove Open de Vinho de quinta a domingo nos bairros Juvevê, Centro e Água Verde

A saborosa harmonia entre pizza e vinho é comemorada à vontade na Pizzaria da Mathilda. De quinta a domingo, as três lojas da rede da capital paranaense vão promover um incrível Open de Vinho, disponível por três horas a partir do pedido do cliente. A novidade é válida para as unidades da pizzaria nos bairros Juvevê, Água Verde e Centro.

Quem visitar alguma das lojas na quinta, pagará apenas R$ 39,90 pelo open. Já de sexta a domingo, a opção sai a R$ 52,90. Para participar da ação é bem fácil. Basta pedir uma pizza para liberar a opção, que inclui vinhos tintos selecionados.

A Pizzaria da Mathilda está entre os sucessos gastronômicos da cidade, conquistando público com o estilo napolitano. As pizzas individuais de massa artesanal com fermentação lenta são destaques da gastronomia curitibana com sabores clássicos e releituras, elaboradas pelo pizzaiolo Daniel Mocellin. A tradição de Nápoles é vista em sabores como Marguerita (de mozzarela de búfala com parmesão ralado, basílico e azeite extravirgem), assim como em criações como a vegana León (de basílico com berinjela em cubos, cebola roxa, azeitona preta e orégano).

A Pizzaria da Mathilda conta com três unidades em Curitiba: Água Verde (Avenida dos Estados, 1066), Juvevê (R. Rocha Pombo, 265) e Vicente (Av. Vicente Machado, 859). As três lojas funcionam de terça-feira a domingo, das 18h às 23h. Mais informações no site www.pizzariadamathilda.com.br ou no perfil oficial da rede no Instagram (@pizzariadamathilda).