Músico curitibano, Pete Mcee, e equipe de profissionais amigos lançam financiamento coletivo para viabilizar um filme sobre o seu novo álbum

Depois de alguns singles, clipes e shows chegou a vez do Pete Mcee lançar o seu novo trabalho “Selva de Perdas: A Lágrima do Astronauta”. Desta vez, o lançamento conta com uma equipe grande. Grande para combinar com a grandeza da obra. Grandeza de significado, de sentido, de verdade, de objetivo e, não imune, grandeza de desafio também: além do disco de 10 faixas musicais, será produzido um curtametragem, com realização de Estúdio 172 e Asteroide Filmes, e direção de Felipe Fonseca, sobre a história que nele está sendo contada: uma história de sobrevivência.

O financiamento coletivo está disponível através do site: https://www.catarse.me/selvadeperdas_alagrimadoastronauta e há recompensas para quem puder contribuir! O encerramento da arrecadação é no dia 10/07/2019.

O CONCEITO DO ÁLBUM E DO FILME: Todos somos sobreviventes. Na vida, estamos em alto mar, à deriva, em busca de terra firme, mas sempre passíveis à correntezas e situações de risco, sejam elas quais forem. O projeto “Selva de Perdas: A Lágrima do Astronauta” antes de ser um álbum e um filme, é uma representação da alma humana. Reflete a essência da vida e das situações que nos obrigam a viver o que até então parecia improvável. Parecia longe. Parecia piscina sem dar pé. Traz, com sensibilidade, uma verdade comum a todos que,  em seu mar, durante a busca por esse solo firme, enfrentam tempestades, correntezas, sensações de afogamento, confundem suas lágrimas com a água onde se está submerso e precisam encontrar âncoras pelo caminho em busca de sobrevivência. Viver mais que o limite imaginário. Além disso, muitas vezes a sobrevivência significa sobreviver por alguém, ser a âncora no mar de outras pessoas, as quais também enfrentam suas lutas nesse profundo oceano.

Esse projeto busca reforçar que todas as gotas de água importam. Seja aquela que escorre após um trabalho, seja aquela que chega após a sede. Seja aquela que te mata, como aquela que te mantém vivo.

O ÁLBUM

Ainda pensando em ser além e viver além, com 10  faixas, o álbum “Selva de Perdas: A Lágrima do Astronauta” traz um trabalho maduro de letras que vão além do instrumental e instrumentais que vão além da letra. É poesia. É história de vida. De vidas. Cada faixa apresenta uma foto específica que expressam, em imagem, a sua narrativa. Haverá produção de um CD físico para venda e distribuição a partir de recompensa nesse financiamento coletivo.

O FILME

Com cerca de 10min, o curtametragem traduz toda a verdade do álbum, e, consequentemente, de vida do Pete Mcee. Com produção de Asteroide Filmes e direção de Felipe Fonseca, o filme leva a história do álbum para as telas com o objetivo de alcançar ainda mais pessoas.

 

O PETE MCEE

Curitibano, cantor e compositor, iniciou sua carreira no rap em Dezembro de 2011, com seu atual Produtor Fonográfico Rafael Skraba.  Desenvolto das rodas de improviso, o título de algumas batalhas importantes de Curitiba, como a “Batalha do Muma”, trouxe a cancha necessária para uma apresentação confiante e enérgica.

Após Skraba montar seu home studio, Pete começou a gravar suas singles e, em Março de 2015, disponibilizou seu primeiro CD, “Cada Batida a Mais, Uma Batida a Menos”. Nessa época, realizou shows em Curitiba e no litoral paranaense, em eventos de rua e beneficentes nas cidades de  Praia de Leste, Paranaguá e Matinhos.

De 2016 em diante, focou no lançamento de singles e participações, e, junto de dois amigos de estrada, formou a banda “Motriz”, na qual é vocalista e compositor.

Entre 2017 e 2018, o artista lançou mais de 15 músicas entre singles solos e participações.

Já participou de eventos grandes como João Rock, em 2018, junto à banda Motriz, selecionada como uma das 3 participantes entre 700 de todo o Brasil, pela curadoria da Redbull e Festival Psicodália, em 2019, junto à banda Machete Bomb.

Além de abertura de shows de artistas como: Flora Matos, Criolo, O Rappa, Cynthia Luz e outros.

Para saber mais: www.instagram.com/petemcee

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Campanha da UFPR busca recursos financeiros para vacina contra Covid-19; saiba como participar

A Universidade Federal do Paraná lançou nesta sexta-feira, dia 2 de julho, a Campanha “Vacina UFPR”. O objetivo é receber doações de pessoas físicas e jurídicas para viabilizar o desenvolvimento da vacina para a Covid-19 e para outras doenças. A chamada fase clínica (com testes em humanos) do imunizante contra o SARS-CoV-2 deve começar no ano que vem, momento em que serão necessários novos recursos financeiros. Toda a campanha, valores arrecadados e novidades serão disponibilizados no site vacina.ufpr.br.

“Nós estimamos um valor de R$ 50 milhões para as fases clínicas. O valor previsto para a arrecadação é maior do que esse (cerca de R$ 76 milhões), pois envolve despesas administrativas e uma estrutura que permitirá o desenvolvimento de diversos insumos farmacêuticos injetáveis em escala de pesquisa e pré-piloto. O nosso foco são os imunizantes”, explicou o professor Emanuel Maltempi de Souza, um dos responsáveis pela pesquisa da Vacina UFPR.

Toda a arrecadação será destinada ao Programa de Desenvolvimento de Imunizantes UFPR para a continuidade da pesquisa e desenvolvimento da vacina contra a Covid-19 e outras doenças. Com o dinheiro será possível investir na conclusão dos estudos, aprimorar a estrutura física dos laboratórios para ampliar as pesquisas de desenvolvimento de imunizantes. Além disso, a transferência de tecnologia, a capacitação dos recursos humanos e o desenvolvimento de outros imunizantes também serão viabilizados.

De acordo com o reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca, a arrecadação servirá para que a universidade cumpra a sua missão junto à sociedade. “Vivemos um momento de limitações, inclusive orçamentárias. Porém, a defesa da vida e da saúde pela ciência não pode parar. Espero que haja um grande acolhimento da comunidade para que nós efetivamente possamos desenvolver esse programa de imunizantes contra a Covid-19 e outras tecnologias”, afirmou.

Iniciativa

O superintendente de parcerias e inovação da UFPR, Helton José Alves explicou sobre a elaboração da campanha, que será que será gerenciada pela Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná (Funpar), com apoio da Uni FM. “Nós fomos procurados por entidades do Paraná interessadas em colaborar com o projeto. Nós buscamos estruturar um programa sólido e que pudesse criar um canal para captação de recursos de forma ágil”.

A Funpar será a gestora administrativa e financeira, com uma conta bancária exclusiva para o projeto ligada ao site e fará a prestação de contas de forma transparente. “Todo doador verá aparecer a sua doação na página em um prazo de até dois dias. Toda documentação de transparência deste projeto estará no Portal da Transparência da Funpar para qualquer pessoa possa acompanhar e baixar os documentos”, explicou o professor João da Silva Dias, superintendente da Funpar.

Como doar

As doações podem ser realizadas por pessoas e por empresas. É possível doar qualquer valor, por depósito, transferência bancária para a conta da campanha ou usando chave Pix.

No site vacina.ufpr.br, além da atualização dos valores captados, haverá relatórios de acompanhamento dos recursos captados para o desenvolvimento da vacina e notícias sobre o avanço das pesquisas realizadas com o imunizante.

Os valores da campanha se somarão aos financiamentos já obtidos via Rede Vírus, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a recursos próprios da UFPR e do Governo do Estado do Paraná, que chegam a R$ 1,265 milhão.

Insumos 100% nacionais

Desde junho de 2020, um grupo de pesquisadores da UFPR desenvolve uma vacina contra a Covid-19 com tecnologia 100% nacional e com baixo custo de produção. Os testes pré-clínicos devem ser concluídos nos próximos meses. Assim, será possível solicitar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a autorização para testes em humanos.

A tecnologia utilizada na Vacina UFPR envolve a produção de partículas de um polímero biodegradável, revestidas com partes específicas da proteína Spike, que é responsável pela entrada do  SARS-Cov 2 nas nossas células.

Essa proteína é produzida com o auxílio da bactéria Escherichia coli, ou seja, em uma forma capaz de aderir ao polímero. A vacina é composta pelo polímero e pela proteína sintética, sendo que as partículas terão na sua superfície a proteína S, de forma semelhante ao próprio vírus. Com essa solução, não é necessário o uso do coronavírus inteiro para a produção da vacina.

A tecnologia de produção é totalmente pertencente à universidade e é fruto de pesquisas com biopolímeros biodegradáveis e com partes específicas de proteínas virais. Outro fator importante é o custo. As doses devem ser mais baratas do que outras disponíveis no mercado, com custo estimado entre R$5 e R$10.

Outra característica única da Vacina UFPR é que o biopolímero faz dois papéis: além de carrear as proteínas ao seu redor, ele é adjuvante. Ou seja, aumenta a resposta imunológica, sem a necessidade de indução de uma segunda substância. Sendo assim, a vacina se torna muito mais econômica que as demais existentes no mercado. Há ainda a possibilidade de que o imunizante seja transportado em pó para as localidades de vacinação. O objetivo é facilitar a logística de transporte e armazenamento no país, barateando o custo e facilitando o processo.

Campanha “Vacina UFPR”

Doações de qualquer valor para:

Banco Itaú (341)
Agência: 4012
Conta Corrente: 43701-0

CNPJ Funpar – 78.350.188.0001-95

Chave PIX –  3904-0043701-0@funpar.ufpr.br

Mais informações: www.vacina.ufpr.br

Informações UFPR

Em Brasília, Ratinho Junior defende modelo de pedágio baseado na menor tarifa

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior defendeu nesta semana, em reuniões com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a necessidade da implementação de um modelo de pedágio que respeite o anseio da sociedade paranaense pela menor tarifa, sem outorga. 

O Ministério de Infraestrutura estudará as mudanças sugeridas pelo Paraná e apresentará um novo modelo. A ideia é que o novo projeto seja justo com o desejo dos paranaenses.

A intenção, ressaltou o governador, é nortear a concessão dos 3.327 quilômetros de rodovias que cortam o Paraná em torno de duas diretrizes: maior número de obras e menor valor de tarifa cobrada do usuário. Os atuais contratos de pedágio terminam em novembro deste ano.

“O governo federal deve fazer mudanças e apresentar uma nova proposta ao Paraná. Reforçamos o desejo de todos os paranaenses por uma tarifa mais baixa, com a execução de obras e que o leilão ocorra na Bola de Valores de São Paulo, com a maior transparência possível. Esse é o nosso compromisso com a infraestrutura do Paraná”, destacou Ratinho Junior.

As propostas apresentadas pelo governador estão alinhadas ao modelo proposto pelo G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense, que entregou ao Ministério da Infraestrutura documento solicitando alterações no modelo de pedágio proposto para o Paraná.

Os empresários pedem que a licitação da concessão seja pela menor tarifa, sem limite de desconto; garantia de execução das obras por meio de depósito caução; adequação no degrau tarifário das pistas duplicadas; a desoneração do PIS/Cofins que incide sobre as tarifas de pedágio; e a transparência total no processo.

“Junto com o setor produtivo e lideranças locais, o Governo do Paraná defende um modelo que contemple o que a população nos exige: o menor valor na tarifa de pedágio”, afirmou o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Os novos traçados, segundo demanda do Governo do Estado, estão divididos em seis lotes, mas com desenhos diferentes do atual, já que incluem rodovias que não estavam contempladas até então, como a PR-323, no Noroeste, a PR-280, no Sudoeste, e a PR-092, no Norte Pioneiro. O conjunto de rodovias em projeto é formado por estaduais (35%) e federais (65%).

Sandro Alex reforçou o pedido para que as obras sejam executadas em sua grande maioria nos primeiros anos do contrato. O pacote atual, lembrou ele, prevê a duplicação de 1.783 quilômetros (90% até o sétimo ano do acordo), a construção de 10 contornos urbanos, 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas e de 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito.

A proposta contempla ainda sinal de wi-fi em todos os trechos de estradas, câmeras de monitoramento e iluminação em LED.