Museu de História Natural Capão da Imbuia reabre para visitação

O Museu de História Natural Capão da Imbuia volta a abrir ao público, com a flexibilização das restrições em relação à disseminação da covid-19. São permitidas, a partir de agora, dez pessoas simultaneamente no setor expositivo (interno) e 20 na Trilha das Araucárias (externa).

O uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização frequente das mãos com álcool em gel são obrigatórios.   

O museu conta com áreas de exposições onde podem ser conferidos diversos ecossistemas e sua fauna. Entre os destaques, estão a floresta com araucária e o cerrado.

No ambiente marinho, um esqueleto de um filhote de orca é uma das atrações. Há ainda um local reservado para a mostra de animais taxidermizados (empalhados), como aves de rapina e animais em extinção.

Na área externa, está o Bosque Capão da Imbuia, com árvores nativas como a araucária e a árvore centenária que dá nome ao bairro, uma das poucas áreas remanescentes de floresta nativa na região. Os visitantes podem caminhar por toda a área sobre uma passarela metálica.

O museu faz parte da Rede Paranaense de Coleções Biológicas, o projeto Taxonline. Antes pertencente ao Museu Paranaense, é de responsabilidade da Prefeitura de Curitiba desde 1981.

Serviço: reabertura do Museu de História Natural

Endereço: Rua Benedito Conceição, 407, esquina com Rua Nivaldo Braga, Capão da Imbuia
Horário de atendimento: de terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada: gratuita
Público permittido: 10 pessoas simultaneamente no setor expositivo (interno); e 20 pessoas na Trilha das Araucárias (externa)

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Cânion e Cachoeira do Rio São Jorge, são passeios que ficam pertinho de Curitiba

O Cânion e a Cachoeira do Rio São Jorge, são dois passeios dos diversos passeios que ficam localizados bem pertinho de Curitiba.

As duas atrações são consideradas unidades de conservação do município de Ponta Grossa. O local possui diversas quedas d’ água e no final delas forma-se um cânion com uma cachoeira espetacular, com 30 metros de altura. 

Além disso, a área verde que recebe os atrativos é equipada com camping, banheiros e lanchonete, proporcionando maior conforto durante o passeio. No local, os visitantes também podem se aventurar com atividades de rappel – mas lembrando que a prática exige equipamentos adequados, segurança, experiência ou acompanhamento de alguém experiente.

Foto via @_lugaresporai_

A cachoeira do Rio São Jorge fica em uma propriedade particular, mantida pela família Zapotoczny. A entrada custa apenas R$15 por pessoa. Para aproveitar a hospedagem no camping é cobrado uma taxa de R$40 por pessoa, a pernoite. 

O local é ideal para aproveitar momentos de contato com a natureza. A cachoeira e o cânion ficam aproximadamente a 127 km da capital Curitiba, e a 15 km do centro de Ponta Grossa. O horário de funcionamento é das 8h às 18h. Para mais informações entre em contato pelo número: (42) 3226-3731.

Foto via @_lugaresporai_

Como chegar: Localizado a 15km do centro urbano de Ponta Grossa. O acesso ao Cannyon do Rio São Jorge é feito pela Avenida Carlos Cavalcanti. Na frente do Campus da UEPG-Uvaranas, entra-se na primeira rua à esquerda. Na próxima rua dobra a direita. O acesso se dá pela rodovia Arichermes Carlos Gobbo (deve-se virar à esquerda, após passar o viaduto sobre o pátio da ALL, em direção ao núcleo habitacional Dal Col). Após percorridos 2 km, deve-se virar à direita, após o matadouro municipal, passando por baixo de um viaduto da linha férrea. Deve-se seguir em frente por mais 5Km e virar à esquerda, seguindo por mais 1 Km até à próxima bifurcação. Deve-se então virar à direita e percorrer mais 2 Km de terra batida até o rio São Jorge.

MON apresenta a maior exposição já realizada pelos artistas OSGEMEOS

A exposição “OSGEMEOS: Segredos”, promovida pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), poderá ser vista pelo público a partir do dia 18 (sábado). Produção original da Pinacoteca de São Paulo, a mostra em Curitiba é uma parceria com o MON, apresentada pela Copel e viabilizada pelo governo do Paraná. Ingressos já estão à venda, R$ 20 e R$ 10 (meia) .

São mais de 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas, intervenções site specific, desenhos e cadernos de anotações. As obras estarão na torre e na sala expositiva do Olho.

“Mais do que nunca, a arte apresenta-se aqui como inspiração”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. Ela comenta que as cores, o movimento e a alegria presentes nas obras iluminam e ajudam a fazer a travessia entre o agora e uma nova fase, pós-pandemia.

“Neste momento, em que todos focamos numa reconstrução, seja individual ou coletiva, a arte desta genial dupla de irmãos contribui com a nossa busca interna”, afirma. Seus traços retratam o dia a dia das grandes cidades e suas obras nos levam a uma imersão que revela pertencimento e identidade a símbolos locais e cotidianos, que nos conectam ao lúdico”.

A exposição “OSGEMEOS: Segredos”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), poderá ser vista pelo público a partir de 18 de setembro. – Foto: Filipe Berndt

A superintendente-geral da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, afirma que em muitas cidades do mundo as obras nos espaços públicos em grandes proporções foram um respiro durante o isolamento social.

“Estamos felizes em receber a exposição, que sela definitivamente a paixão do grande público por essa arte”, comenta. “É muito interessante perceber como OSGEMEOS conseguem transitar entre a arte urbana e o museu tornando seus desenhos cheios de representação acessíveis a todos”.

“OSGEMEOS: Segredos” é a primeira retrospectiva de grande porte que examina a produção dos artistas desde o começo da década de 1980 até a atualidade. “Esta é a maior exposição já produzida por eles”, diz o curador da mostra, Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo.

“Como indica o título ‘Segredos’, o objetivo da mostra é revelar novas visões do fazer artístico d’OSGEMEOS. Objetos pessoais, como cadernos, fotos, desenhos e pinturas que datam desde a infância dos dois irmãos até hoje são apresentados ao público pela primeira vez, incluindo estudos e obras de arte que precedem em muito seus famosos personagens e lançam luz sobre as raízes de seu surgimento. Influências artísticas e colaborações são expostas ao lado de pinturas e esculturas recentes”, informa o curador.

OS ARTISTAS – A dupla de artistas formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (São Paulo, 1974) construiu uma trajetória no mundo das artes sem nunca ter perdido de vista o desejo de manter-se acessível ao grande público.

Esse percurso inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, Canada (2014); o Moca – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, Japão (2008) e a Tate Modern, em Londres, Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada, e a Trienale de Milão (2006), entre outros.

Ao longo da carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

Gustavo e Otávio sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa desde o início de sua produção, em meados da década de 1980. Os artistas partiram de uma forte imersão na cultura hip hop, que havia chegado ao Brasil no momento em que os irmãos começaram a produzir, e da influência da dança, da música, do muralismo e da cultura popular para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

Seus trabalhos contam histórias – às vezes autobiográficas – cujas tramas envolvem fantasia, relações afetivas, questionamentos, sonhos e experiências de vida.

OSGEMEOS mantém seu ateliê, até hoje, no Cambuci, antigo bairro de operários e imigrantes na região central de São Paulo, no qual passaram sua infância e juventude. A partir da década de 1990, suas experimentações – não só em graffiti, mas também pintura em telas e esculturas estáticas e cinéticas – ultrapassaram os limites bidimensionais, culminando na construção de um universo próprio que opera entre o sonho e a realidade.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina.

No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço

“OSGEMEOS: Segredos”

Data: A partir de 18 de setembro

Local: Museu Oscar Niemeyer (MON) – Rua Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba – PR

Ingressos: Exclusivamente online, pela plataforma Inti, mais informações AQUI

De terça a domingo, das 10h às 18h

www.museuoscarniemeyer.org.br